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quarta-feira, 8 de junho de 2016

A Abdução de Travis Walton



O caso começou em uma quarta-feira, 5 de novembro de 1975. Walton era empregado de Mike Rogers, que durante nove anos fora contratado pelo Serviço Florestal dos Estados Unidos para diversas tarefas. Rogers, então com 28 anos, e Walton, com 22, eram os melhores amigos; Travis namorava a irmã de Roger, Dana, com quem mais tarde se casaria. Os outros homens no grupo eram Ken Peterson, John Goulette, Steve Pierce, Allen Dallis e Dwayne Smith, que viviam na pequena cidade de Snowflake, Arizona.


Rogers fora contratado para podar árvores baixas e outros arbustos em uma grande área (mais de 1.200 acres) próxima de Turkey Springs, Arizona. O trabalho era o contrato mais lucrativo de Rogers com o Serviço Florestal, mas seu pessoal estava com o cronograma atrasado. Assim, precisavam trabalhar durante longos turnos para atender o contrato, normalmente das 6h da manhã até o por do sol.


Pouco depois das 18h, no anoitecer de 5 de novembro, Roger e seu grupo haviam terminado seu trabalho naquele dia e se acomodavam na caminhonete de Roger para voltarem a Snowflake.


O grupo informou que logo depois de começarem o retornar, viram uma luz brilhante vindo de trás de uma colina adiante. Ao se aproximarem de carro o bastante para ver a fonte da luminosidade, perceberam que esta emanava de um objeto discóide parado a uns 6m de altura e dividido por linhas verticais escuras. O disco tinha aproximadamente 2,5m de altura e 6m de diâmetro.


Rogers diminuiu a velocidade da caminhonete até parar, após o que, segundo eles, Walton saltou da caminhonete e correu em direção ao disco. Os outros homens disseram que gritaram para que Walton voltasse, mas ele continuou em direção ao disco. Mais tarde ele explicaria a sua atitude: "Eu fiquei com medo do OVNI ir embora e eu perder a chance da minha vida de ver um disco voador."


Os homens relataram que Walton estava quase abaixo do disco quando o objeto começou a emitir ruídos muito altos, similares aos de uma turbina. A espaçonave começou a rodopiar e Walton se abaixou atrás de uma pedra. Ao se levantar para voltar à picape sentiu como que uma alta descarga elétrica e desmaiou. Ele aparentemente não viu o que o acertou, mas seus amigos sim: um forte raio de luz azul saído do OVNI.


Rogers disse mais tarde que estava convencido de que Walton morrera e, assim, se afastou dirigindo rapidamente pela estrada acidentada, com medo de que o disco estivesse perseguindo a caminhonete. Quando já estavam distantes do local, Rogers olhou para trás e viu que nada os seguia. As discussões começaram sem demora. Peterson e Rogers disseram que eles deveriam voltar e pegar Walton, mas alguns rejeitaram a ideia. Nesse momento, Rogers parou a caminhonete e disse com firmeza: "Quem não quiser voltar saia do carro agora e espere! Agimos como um bando de covardes, é verdade, mas precisamos fazer o que devíamos ter feito em primeiro lugar!


Todos concordaram em voltar. Ainda estavam se aproximando do local do incidente quando Rogers, o motorista, conseguiu ver rapidamente entre as árvores, ao longe, o objeto luminoso subindo e afastando-se a alta velocidade para nordeste.


Quando chegaram ao lugar onde haviam abandonado Walton, estava tudo quieto. Ainda receosos, saíram do veículo juntos, mas acabaram por se separar para vasculhar melhor a área, chamando pelo amigo. Inicialmente eles ficaram aliviados por não encontrar nenhum corpo, achando que Walton havia escapado. Mas depois de procurarem bastante e nada encontrarem, pensaram com horror na hipótese que restava: ele havia sido levado pelo disco voador!


Aproximadamente às 19h30min, Peterson ligou para a polícia de Heber, Arizona, próximo a Snowflake. O agente Chuck Ellison, da Polícia de Navajo, respondeu à chamada. Inicialmente, Peterson informou que um membro de sua equipe de madeireiros estava desaparecido. Em seguida, Ellison se encontrou com os homens em um centro comercial, onde relataram sua história, todos eles perturbados, dois em prantos, e embora estivesse cético a princípio sobre aquele relato fantástico, Ellison mais tarde refletiu que "se estivessem fingindo, eram tremendamente bons naquilo."


Ellison informou seu superior, o xerife Martin Gillespie, que disse a Ellison para manter os homens em Heber até que ele chegasse com o agente Ken Coplan para interrogar os homens. Em menos de uma hora, Gillespie e Coplan chegaram, e ouviram a história contada pelos próprios homens. Rogers insistia em retornar ao local imediatamente para procurar por Walton, com cães farejadores, se possível. Não havia cães disponíveis, mas os policiais e alguns dos homens retornaram ao local. Três dos membros do grupo – Smith, Pierce e Goulette – estavam perturbados demais para serem úteis em uma busca e, assim, decidiram voltar para Snowflake e relatar as más notícias aos amigos e familiares.)


De volta ao local, os policiais começaram a suspeitar da história relatada pelo grupo, principalmente porque não havia nenhum indício físico para comprovar o relato. Embora mais policiais e voluntários chegassem ao local, não encontraram nenhum sinal de Walton. As noites de inverno podem ser bem frias nas montanhas e Walton usava somente jeans, uma jaqueta de brim e uma camiseta. A polícia temia que Walton pudesse sucumbir à hipotermia se estivesse perdido.


Rogers e o xerife Coplan foram dar a notícia à mãe de Walton, Mary Walton Kellett, que vivia em um pequeno rancho em Bear Creek, a umas 10 milhas (16 km) de Snowflake. Rogers contou a ela o que acontecera e ela pediu que repetisse o relato. Em seguida, perguntou calmamente se alguma outra pessoa além da polícia e das outras testemunhas tinha ouvido a história. Coplan achou estranha a discrição da resposta, um fator que contribuiu para a crescente suspeita entre a polícia de que outra coisa era responsável pelo sumiço de Walton, não um OVNI.


Aproximadamente às 3h da madrugada, a sra. Kellet telefonou para Duane Walton, seu segundo filho mais velho, que rapidamente deixou sua casa em Glendale, Arizona, e dirigiu até Snowflake.


Na manhã de 6 de novembro, muitos agentes e voluntários haviam vasculhado a área no local em que Travis desaparecera. Nenhum vestígio dele fora descoberto e a suspeita aumentava entre os policiais de que a história do OVNI fora inventada para encobrir um acidente ou homicídio. No sábado de manhã, Rogers e Duane Walton chegaram ao escritório do xerife Gillespie explosivamente furiosos por terem retornado ao local e não encontrado nenhum policial lá. Naquela tarde, a polícia buscava por Travis com helicópteros, homens a cavalo e jipes.






No sábado, a notícia do desaparecimento de Walton já havia se espalhado internacionalmente. Repórteres, ufologistas e curiosos começaram a chegar a Snowflake.


Entre os visitantes estava Fred Sylvanus, um investigador de OVNIs de Phoenix, que entrevistara Rogers e Duane Walton no sábado, 8 de novembro. Embora repetidamente expressando preocupação pelo bem-estar de Travis (e criticando o que a eles parecia ser um esforço sem empenho da polícia), ambos os homens deram declarações que os atormentariam quando usadas pelos críticos.


Nas gravações feitas por Sylvanus, Rogers notou que, por causa do desaparecimento de Travis e da busca posterior, não conseguiria cumprir seu contrato com o Serviço Florestal e esperava que a busca por seu amigo desaparecido aliviasse a situação. Duane Walton informou que ele e Travis tinham bastante interesse em OVNIs e que uns doze anos antes Duane vira um OVNI similar àquele visto pelo grupo de madeireiros. Duane relatou que ele e Travis haviam decidido que, se tivessem chance, chegariam mais perto possível de qualquer OVNI que vissem. Duane também sugeriu que Travis não seria ferido pelos alienígenas, porque "eles não machucam as pessoas". Inadvertidamente, Rogers e Duane Walton lançaram as bases para uma interpretação alternativa do caso com suas declarações. Mais tarde, Travis diria que nunca tivera um “grande” interesse em OVNIs, mesmo depois da suposta abdução, mas a fita com a gravação da declaração de seu irmão Duane, enquanto Travis estava desaparecido, contraria a declaração de Travis.


Logo depois da entrevista de Sylvanus, o delegado de Snowflake, Sanford Flake, declarou que todo o caso fora uma peça engendrada por Duane e Travis. Eles haviam enganado a turma de madeireiros acendendo um balão e "soltando-o no momento apropriado". A esposa de Flake discordava, dizendo que a história do marido era tão forçada quanto a de Duane Walton.


Nesse meio tempo, os policiais visitavam repetidamente a casa da sra. Kellet. Numa ocasião, Duane retornou e a encontrou às lágrimas enquanto era interrogada em sua sala de estar. Duane disse à polícia para sair, a menos que tivesse algo novo para informar ou perguntar. Duane sugeriu que ela falasse com a polícia somente na varanda da frente, o que lhe permitiria interromper a entrevista em qualquer momento, bastando simplesmente entrar na casa. Foi exatamente o que ela fez após o delegado Flake chegar com uma mensagem que contribuiu para o sentimento entre os céticos de que a sra. Kellet estava escondendo alguma coisa. Ou alguém.


Duane também conversou com William H. Spaulding do Ground Saucer Watch. Spaulding sugeriu que se Travis retornasse, o GSW poderia providenciar um médico para examiná-lo confidencialmente. Spaulding também sugeriu que, após retornar, Travis deveria guardar sua primeira urina para ser testada.






Na segunda-feira, 10 de novembro, todos os outros membros do grupo de Rogers passaram por um teste com o polígrafo, administrados por Cy Gilson, funcionário do Departamento de Segurança Pública do Arizona. Seu questionário perguntava se algum dos homens fizera algum mal a Travis (ou sabia de alguém que o tivesse feito), se sabiam onde o corpo de Travis estava enterrado e se disseram a verdade sobre terem visto um OVNI. Todos os homens negaram ter ferido Travis (ou saberem de alguém que o tivesse feito), negaram saber onde seu corpo estava e insistiram que realmente viram um OVNI.


Exceto por Dallis (que não completara seu exame, tornando-o inválido), Gilson concluiu que todos os homens diziam a verdade e os resultados do exame foram conclusivos. O relatório oficial de Gilson dizia que "Os exames com o polígrafo provam que os cinco homens realmente viram um objeto que acreditam ser umOVNI e que Travis Walton não foi ferido nem morto por nenhum desses homens naquela quarta-feira." Se o OVNI fora uma brincadeira, pensava Gilson, "cinco desses homens não tinham nenhum conhecimento do fato."


Mais tarde, Dallis admitiu ter ocultado uma passagem pela polícia para conseguir o emprego com Rogers e, por medo de ter sua mentira revelada, abandonou o teste com o polígrafo.


Após os testes do polígrafo, o xerife Gillespie anunciou ter aceitado a história do OVNI, dizendo: "Não há dúvida de que estão dizendo a verdade."


Flake não se deixou persuadir. Em uma ocasião, apareceu na casa da sra. Kellet com uma equipe de televisão, esperando descobrir Travis escondido ali.






ouco antes da meia-noite de segunda-feira, 10 de novembro, Grant Neff relatou ter atendido o telefone de sua casa em Taylor, Arizona, a algumas milhas de Snowflake (Neff era casado com a irmã de Travis, Alison). O outro lado, uma voz tênue disse, "É Travis. Estou em uma cabine telefônica no posto de gasolina de Heber e preciso de ajuda. Vem me buscar."


Neff disse que, no início, pensou ser mais um trote. Contudo, antes que Neff desligasse o telefone, a pessoa falou novamente, quase histérica e gritando, "Sou eu, Grant... Estou ferido e preciso muito de ajuda. Vem logo me buscar." Neff reconsiderou a identidade da pessoa do outro lado da linha: seu pânico parecia genuíno e, assim, Neff e Duane Walton dirigiram até o posto de gasolina.


Eles disseram ter encontrado Travis lá, caído na segunda de três cabines telefônicas. Usava as mesmas roupas de quando desapareceu, ainda inadequadas, já que a temperatura era de aproximadamente -7 °C, parecia mais magro e não ter se barbeado durante o tempo em que esteve ausente.


Durante a viagem de volta a Snowflake, Travis parecia assustado, trêmulo e ansioso, balbuciando repetidamente sobre seres com olhos terríveis. Pensava que estivera ausente apenas por algumas horas. Quando soube que sumira por quase uma semana, pareceu atordoado e parou de falar.


Duane Walton disse que decidiu não revelar a volta de Travis imediatamente, preocupado com a condição aparentemente frágil de seu irmão. Por não avisar as autoridades, Duane seria acusado de cumplicidade na ocultação de indícios que ele e Travis poderiam não querer que a polícia visse.


Na casa de sua mãe, Travis disse que tomou banho e comeu, mas que não conseguia deixar de vomitar, mesmo após refeições leves. Como Spaulding sugerira, Duane disse a Travis para guardar uma amostra de sua primeira urina após o retorno.


Após receber informação de um funcionário da companhia telefônica aproximadamente às 2h30min, a polícia soube que alguém ligara para a família Neff de um telefone público no posto de gasolina de Heber. Gillespie enviou agentes para coletar impressões digitais das cabines, mas tanto quanto os agentes puderam perceber no escuro, nenhuma das impressões era de Travis. Esse fato seria notado por críticos que pensavam que todo o caso era um trote, enquanto os que defendem o caso alegaram que um exame de impressões digitais feito no escuro, nas primeiras horas da madrugada, por dois agentes usando lanternas, dificilmente seria o ideal, sequer suficiente.






Duane se lembrou da oferta de Spaulding de um exame médico confidencial. Sem avisar as autoridades do retorno de Travis, Duane o levou até Phoenix, Arizona, mais tarde na manhã de terça-feira, onde se encontraram com o dr. Lester Steward.


Os Walton relataram que ficaram desapontados ao saberem que Steward não era um médico, conforme Spaulding prometera, mas um hipnoterapeuta. Mais tarde, Spaulding e Steward informariam que os Walton permaneceram com eles por mais de duas horas, enquanto os Walton insistem que permaneceram no consultório de Steward por no máximo 45 minutos, a maioria deles ocupados em tentar determinar a natureza das qualificações de Steward. Mais tarde, o tempo exato passado no consultório de Steward se tornaria um problema para o caso.






Na tarde de terça-feira, o retorno de Travis vazou para o público. Duane recebeu um telefonema de Spaulding e disse a ele que não importunasse a família novamente.


Entre outros telefonemas à procura de notícias sobre o retorno de Travis, um veio de Coral Lorenzen, da APRO, um grupo civil de pesquisa de OVNIs. Coral prometeu a Duane que ela providenciaria que Travis fosse examinado por dois médicos, um clínico geral, Joseph Saults, e um pediatra, Howard Kandell, na casa de Duane. Duane concordou e o exame começou aproximadamente às 3h30min da tarde de terça-feira.


Entre o telefonema de Lorenzen e o exame do médico, outro personagem apareceria e complicaria enormemente a história. Lorenzen recebeu um telefonema de um funcionário do National Enquirer, um tabloide americano conhecido por seu tom sensacionalista. O funcionário do Enquirer prometeu financiar as investigações da APRO, em troca da cooperação da APRO "para ter acesso aos Walton". Uma vez que os recursos financeiros do Enquirer eram bem maiores que os da APRO, Lorenzen aceitou o acordo.


O exame médico revelou que Travis estava essencialmente em boas condições, mas que duas características incomuns foram notadas:


Um pequeno ponto vermelho na dobra do cotovelo direito de Travis, condizente com a picada de uma injeção, porém os médicos notaram que o ponto não estava próximo de nenhuma veia.


A análise da urina de Travis revelou uma falta de cetonas. Isso era incomum, já que Travis estivera ausente por cinco dias com muito pouca ou nenhuma comida, conforme insistia (e sua perda de peso sugeria), e seu corpo já deveria ter começado a consumir gorduras para sobreviver, elevando os níveis de cetonas na urina. Os críticos argumentariam que essa incoerência seria um indício contra a história de Travis.


Travis especularia mais tarde que a marca em seu cotovelo poderia ter sido contraída durante o trabalho com a madeira. Os críticos especulariam que a marca demonstrava que Travis (ou outra pessoa) injetara drogas em seu sistema. Os exames médicos, porém, não encontraram nenhum indício disso.


Quando o xerife Gillespie soube do retorno de Travis através da mídia, ficou furioso. Gillespie pensava ter demonstrado sua crença na história de OVNI com seu anúncio após os testes do polígrafo. Duane, contudo, ainda estava ressentido com o que acreditava ter sido um esforço apático das buscas por Travis.


Travis, então, contou a Gillespie o que acontecera durante os cinco dias em que estivera ausente. Foi a primeira vez em que contou o ocorrido a alguém, a não ser sua família e amigos mais chegados.






De acordo com Walton, ele foi abduzido pelo OVNI. Quando voltou a si, estava cheio de dores pelo corpo, num enorme mal-estar físico. Nos primeiros instantes não se atreveu a abrir os olhos, tal era a dor. Finalmente os abriu e começou a distinguir as primeiras formas. Percebeu que estava deitado sobre uma mesa e viu um retângulo no teto do qual saía uma luz difusa que iluminava a sala. Pensando estar num hospital e ainda com a visão debilitada, ele sentiu uma pressão no abdômen e percebeu que três figuras, provavelmente médicos, vestidos de vermelho, colocaram um estranho aparelho metálico na sua barriga.


Walton começava a achar estranha a cor das roupas dos "médicos" que o examinavam quando recuperou a visão abruptamente. Olhou então melhor e ficou chocado: não eram médicos que o observavam, mas sim pequenas criaturas com olhos escuros enormes! As suas cabeças eram desproporcionais em relação ao corpo e não apresentavam cabelos nem nariz ou orelhas salientes. As suas roupas eram constituídas por uma peça única, sem cintos nem qualquer tipo de adereços. "Pareciam com fetos", diria mais tarde.


Assustado, Walton levantou-se rapidamente da mesa empurrando uma das criaturas e fazendo o aparelho que estava na sua barriga cair no chão. Ele percebeu que os seres eram bem leves e fáceis de derrubar. No entanto, Walton ainda estava muito enfraquecido e não conseguiu se agüentar nas pernas, apoiando-se na mesa. Ao ver que as criaturas aproximavam-se para agarrá-lo, tentou então vencer a sua fraqueza, pondo-se de pé e agarrando um tubo transparente de cima da mesa. Tentou quebrar a parte de cima para poder ameaçar os seres, mas o objeto era inquebrável. Os seres faziam sinais de "não" ou "pare" para ele. Walton começou a gritar para as criaturas se afastarem. Depois de o encararem por alguns instantes, os seres saíram por uma porta atrás de si rapidamente, em direção a um corredor à direita. Walton, nervoso, e apoiando-se numa bancada, começou a observar os estranhos objetos do aposento à procura de algo melhor para se defender caso as criaturas voltassem.


Vendo que nada acontecia, decidiu também ele sair pela porta em direção ao corredor, onde não se via ninguém. Passou por uma porta à esquerda que dava para o que parecia ser uma sala, mas não se atreveu a olhar lá para dentro, tal era o medo. Mais à frente, outra porta, desta vez à direita. Walton abrandou o passo, na esperança de encontrar ali uma saída.


Entrou numa sala redonda com três retângulos nas paredes, semelhantes a três portas fechadas. No centro da sala estava uma cadeira voltada de costas para a entrada. Walton decidiu entrar devagar, receando que alguém estivesse sentado na cadeira. Vendo que estava desocupada, aproximou-se. Observou um estranho fenômeno: à medida que se aproximava da cadeira, as paredes da sala iam escurecendo. Pontos brilhantes apareciam, como estrelas. Quando chegou à cadeira, era como se as paredes tivessem ficado transparentes e ele pudesse ver o céu noturno. No braço esquerdo da cadeira ficava uma pequena alavanca e no direito um display luminoso com filas de botões coloridos. Pensando que um daqueles botões podia abrir alguma porta, Walton começou a apertá-los, sendo a única reação uma alteração dos ângulos e da posição das linhas que surgiam no display luminoso. Decidiu então sentar-se na cadeira, obviamente feita para alguém com um corpo menor que o seu. Pegando na alavanca à direita e pressionando-a para a frente, viu as estrelas todas moverem-se rapidamente para baixo, como se ele estivesse a conduzir a nave! Receoso de causar um acidente, de desviar o curso da nave e não saber voltar, decidiu não tocar em mais nada.


Voltando para a extremidade da sala, as paredes voltaram a ficar como estavam ao princípio e ele tentou encontrar algo que abrisse uma das três portas na parede, sem sucesso. Voltou à cadeira e novamente as paredes escureceram. De repente, Walton ficou surpreendido pelo que viu na porta de acesso: outro ser humano! O humanóide tinha uns 2m e vestia um capacete transparente; era musculoso, tinha cabelos loiros compridos e vestia uma roupa justa azul.


Walton correu até ele e começou a fazer várias perguntas, mas o homem manteve-se calado. Depois, agarrou Walton pelo braço. Ele achou que o homem não respondeu nada por causa do seu capacete e pensou que ele o levaria para um lugar onde ele poderia tirar o capacete e conversar.


Eles caminharam até uma porta que descia uma rampa para fora. Ao descer a rampa, Travis percebeu que tinha saído do que parecia o mesmo OVNI que o tinha pego. Do lado de fora ele se viu em um lugar que parecia um grande hangar com outras naves parecida com a que o capturou.


Eles finalmente foram a uma outra sala, onde Walton viu uma mulher e dois homens sentados. Eles estavam vestidos iguais ao ser que o acompanhava e como ele tinham feições e corpo perfeitos. A mulher tinha um cabelo mais comprido do que os dos homens. Eles não usavam capacetes.


Walton chegou a perguntar "onde diabos estava". Os seres somente olharam para ele com uma expressão serena. O ser que estava de capacete sentou Walton numa cadeira e saiu da sala.


Walton continuava a falar, e a mulher e um dos homens pegaram seus braços e colocaram numa mesa próxima, mas ainda com aquela expressão de compaixão e serenidade. Ele viu que eles não iriam responder a nada e então começou a gritar com eles. A mulher pegou um objeto que parecia uma máscara de oxigênio, mas sem tubo, e colocou no nariz e boca de Walton que perdeu a consciência e só acordou quando estava deitado perto de uma rua em Heber. Ao acordar, ele ainda pôde ver o objeto se distanciando.






Nesse meio tempo, Spaulding anunciara à imprensa que ele e o "doutor" Steward haviam entrevistado Walton por duas horas e descobriram incoerências no relato de Walton que iriam "acabar com a história". O Phoenix Gazette publicou uma história sobre Steward, relatando suas alegações de que "os Walton temiam a revelação" de uma mentira cuidadosamente fabricada.


O xerife Gillespie providenciou um teste de polígrafo, mas quando a realização do teste vazou para a imprensa, Duane o cancelou, acreditando que Gillespie quebrara sua promessa de manter o teste em segredo. Posteriormente, Gillespie insistiria em que não falara uma palavra sobre o teste do polígrafo e que o caso se tornara sensacionalista demais para que qualquer coisa fosse mantida em segredo por muito tempo.


O National Enquirer queria que Travis se submetesse ao polígrafo o mais rápido possível e providenciou um, após Duane insistir que ele e Travis teriam o poder de vetar qualquer divulgação pública dos resultados do teste. Alguém poderia crer que Travis estava por demais perturbado para se submeter ao polígrafo, mas o examinador, John J. McCarthy, do Laboratório Poligráfico do Arizona, disse que poderia levar o estado de nervosismo de Travis em consideração.


Ao entrevistar Travis antes do início do teste, McCarthy conseguiu que Travis admitisse duas coisas: primeiro, que já fumara maconha algumas vezes, embora não usasse a droga regularmente, e segundo, que ele e o irmão mais novo de Mike Rogers haviam fraudado cheques alguns anos antes, alterando folhas de pagamentos. Esse era seu único caso sério com a lei – Travis cumprira dois anos em condicional, sem outros incidentes – mas Travis continuou profundamente embaraçado pelo episódio da fraude de cheques. Em certa ocasião, ele alegou ter sido preso pelo crime, quando na verdade passou dois anos em condicional por ser réu primário.


McCarthy, então, administrou o teste do polígrafo, que permanece envolto em controvérsias. Travis diz que McCarthy se comportou de maneira não profissional, enquanto McCarthy insiste que Travis, além de não passar no teste, tentou fraudá-lo. Em determinado ponto, diz Travis, McCarthy perguntou se Travis estava em "conluio" com alguém para perpetrar um trote. Travis disse não estar familiarizado com a palavra e, segundo ele, McCarthy respondeu de maneira incisiva e agressiva que conluio era planejar ou conspirar com outra pessoa, como Travis fizera para roubar e fraudar os cheques de pagamento.


Após concluir o exame, McCarthy determinou que Travis estava mentindo. Clark transcreve do relatório oficial de McCarthy: "Baseado em suas reações em todos os gráficos, é opinião deste examinador que Walton, em acordo com outros, está tentando perpetrar um trote sobre OVNIs e que não esteve em nenhuma nave espacial." Mais tarde, McCarthy declararia que "algumas vezes Travis prendia a respiração, num esforço para enganar a máquina".


Os Walton, a APRO e o National Enquirer concordaram, então, em manter os resultados desse teste em segredo, devido em grande parte, insistiam, às dúvidas sobre os métodos e a objetividade de McCarthy. Oito meses depois, quando o público soube dessa decisão, houve mais acusações de engodo e encobrimento. Posteriormente, Travis se submeteria a dois exames poligráficos adicionais e passaria em ambos, embora os resultados omitidos do primeiro teste permanecessem como uma nódoa e fossem mencionados em quase todas as discussões do caso e o sejam até o hoje.


Quando o ocorrido no teste poligráfico omitido foi tornado público, muitos dos que consideravam a história de Travis verdadeira (ou pelo menos que ele pensava estar falando a verdade), passaram a ver o caso com um olhar mais cético. Travis, Duane e os membros da APRO alegaram que McCarthy fora parcial e fizera a Travis perguntas embaraçosas e irrelevantes, num esforço para criar condições turbulentas que produzissem, mais provavelmente, um resultado negativo. As opiniões de renomados especialistas em polígrafos estavam divididas sobre a adequação do exame conduzido por McCarthy: Harry Reed acreditava na validade do exame feito por McCarthy, enquanto o psicólogo David Raskin da Universidade de Utah declarou que o método de McCarthy estava "defasado em mais de 30 anos".


Philip J. Klass, jornalista de aviação por profissão, mas também conhecido antagonista de histórias de OVNIs, lançou uma crítica conjunta e constante contra as alegações de Travis, alegando especialmente que havia forte motivo financeiro para todo o caso. Segundo Klass, Rogers sabia que não conseguiria concluir seu contrato com o Serviço Florestal e engendrou um esquema para invocar a cláusula de Caso Fortuito do contrato, rescindindo-o, dessa forma, sem inadimplência. Outros argumentaram contra essa ideia, notando que a inadimplência do contrato com o Serviço Florestal não era necessariamente a catástrofe que Klass queria fazer parecer: Rogers já havia deixado de concluir dois de seus muitos contratos anteriores com o Serviço Florestal e, ainda assim, fora contratado novamente, sem prejuízo aparente. Além disso, apesar de sua ansiedade com o contrato, Rogers nunca invocou, nem tentou invocar, a cláusula de Caso Fortuito após o desaparecimento de Travis.


Klass e outros também notaram que o programa O Incidente do OVNI fora transmitido pela NBC apenas algumas semanas antes do desaparecimento de Travis. Esse filme feito para a televisão era um relato ficcional baseado na abdução dos Hill, o primeiro caso amplamente publicado de abdução por alienígenas. Klass e outros especularam que Walton se inspirara no programa. Walton negou ter assistido o filme, mas Klass afirma que Mike Rogers assistiu pelo menos parte do programa. Clark argumenta que o relato de Walton de seu tempo no OVNI é bem diferente do relato dos Hill e, além disso, "não havia grande similaridade entre o caso de Walton e nenhuma outra narrativa de abdução" discutida publicamente em novembro de 1975.






segunda-feira, 23 de maio de 2016

Bob Lazar

Robert Scott Lazar (Coral Gables26 de janeiro de 1959), também conhecido por Bob Lazar, é um físico norte-americano que se notabilizou pela polêmica causada nas discussões sobre OVNIs acerca da Área 51. Lazar alega ter trabalhado de 1988 a 1989 como físico em uma área chamada S-4, localizada perto deGroom LakeNevada, próximo à Área 51. De acordo com Lazar, S-4 servia como um esconderijo militar para o estudo de discos voadores extraterrestres. O físico diz ter visto nove discos diferentes lá. Ele também fornece detalhes sobre o modo de propulsão das naves.


O repórter George Knapp foi o único que, através de sua entrevista com Bob Lazar há quase três décadas, trouxe ao mundo, informações sobre a Área 51 e a engenharia reversa aplicada a naves alienígenas recuperadas. 
No aniversário desta entrevista, Knapp conseguiu convencer um relutante Lazar de viajar para Las Vegas para discutir a Área 51 novamente e até mesmo para uma exibição que será realizada neste sábado, no Museu Nacional do Teste atômico.


Em 1989, Lazar afirmou ter trabalhado em engenharia reversa aplicada a tecnologia alienígena em uma instalação secreta chamada S -4, que foi construída ao sul do principal sítio de Área 51. Alegou que foi demitido do lugar depois que eles descobriram como ele estava vazando informações e alertando seus amigos sobre os melhores locais para observar os voos de teste de naves movidas com tecnologia alienígena, tecnologia em que trabalhou para tentar replicar . Críticos descartam as afirmações deste cientista baseado principalmente na falta de provas e a falta de documentação que apoie a sua educação e trabalho. Mas Lazar defendeu afirmando que o governo suprimiu estes documentos e arquivos, e diz que mantém firmemente o que ele disse .

Em agosto de 2013, a CIA desclassificou e reconheceu a existência da Área 51. Quando a NBC News contatou Lazar para perguntar o que ele achava, ele mostrou pouco impressionado. “Houve um minúsculo passo de bebê a frente … Talvez em uma década daqui pra frente percebam sobre a existência de uma área S -4 . ” Nos últimos anos , os cientistas têm mantido um perfil baixo e não querem falar sobre isso. Na verdade , o repórter que o entrevistou em 1989 teve de se empenhar para obter uma declaração para esta ocasião especial . E , embora ele Lazar continua a defender o que ele disse há 25 anos, não está interessado em que alguém acredite ou não acredite nele .
“Olha, eu não estou disponível para conferências de OVNIs e outras produções. Isto não é um negócio para mim. Estou tentando ir bem no meu negócio e se eu sou um cientista rotulado ‘de UFOs’, acho que é realmente difícil. Me beneficia se as pessoas não crerem na minha história”, disse ele a Knapp . Junto com sua esposa, o entrevistado tem um negócio de equipamentos científicos em Michigan chamada United Nuclear. Na mente de Bob Lazar não existe nenhuma dúvida sobre a tecnologia alienígena na Área 51 , “Eu sei que o que aconteceu é verdade. Eu não tenho nenhuma dúvida. Ponto.”
Lembro que lá na década de 80, Bob Lazar disse que o elemento 115, inexistente na nossa tabela periódica, era parte de um segredo, um combustível para os discos voadores. No entanto só no de 2013, cientistas suecos confirmaram a descoberta de cientistas russos, de que o elemento 115 realmente existe, embora o mesmo não exista de forma estável na natureza. 

Bob Lazar e o Elemento 115

governo dos Estados Unidos da América esconde, no Deserto de Nevada, fatos que afetam a nossa História, nossa Filosofia, nossa vida e até a nossa religião. Talvez sabendo disso, o próprio Vaticano quis contatar-me. Em 1991, o Papa em pessoa solicitou ao repórter George Knapp, de Las Vegas, informações a meu respeito e sobre como encontrar-me”.

Será, por certo, muito difícil que Sua Santidade, mesmo utilizando-se de toda sua poderosa influência, consiga localizar o físico e cientista nuclear Robert Lazar, o qual trabalhou sob contrato para o governo americano durante algum tempo e hoje acha-se em local ignorado, por razões extremas de segurança pessoal!

Lazar começou a sua espantosa aventura precisamente em 1988 quando foi contratado para trabalhar em projetos especiais na área de testes da Base Aérea de Nellis (porém em local bem distante dela, ao qual somente tinha acesso o pessoal devidamente autorizado), onde se engajou numa atividade ultra-sigilosa – associada a um projeto denominado GALILEU.

Esse projeto era especificamente destinado ao estudo e avaliação quanto às formas de propulsão dos diversos tipos de Discos Voadores ali guardados e que de alguma forma vieram a se tornar propriedades do governo americano. Em princípio, Lazar foi alocado para atuação no sistema de reação/propulsão/gravidade de uma dessas naves, recuperada intacta. Nos diversos documentos aos quais tivera acesso, pôde efetivamente examinar dezenas de fotografias de outras máquinas alienígenas recuperadas, além de informações pertinentes às conclusões dos técnicos que o tinham precedido nessas atividades.

Debaixo de um rígido esquema de segurança ele e outros cientistas dedicavam-se à procura da solução para o grande mistério representado pelo mecanismo, ou sistema, que os impulsionava. Robert Lazar chegou, de fato, a penetrar no interior do OVNI o qual estudava, relatando que este possuía 3,5 de altura por 15 metros de diâmetro. Sua constituição era semelhante ao aço ou alumínio polido, porém de um material extremamente resistente e desconhecido. Nele não se viam emendas ou arrebites, parecendo ter sido moldado em uma única peça, talvez por sistema de injeção – assim como fazemos com os artefatos plásticos!

No seu interior achavam-se pequenos assentos, impossíveis de serem utilizados por humanos normais, além de o teto ser excessivamente baixo, obrigando-o a se curvar em alguns pontos da nave. Inexistiam ângulos retos, apenas formas bem arredondadas e suaves. O tão esperado sistema de propulsão era composto por algo que se assemelhava a um reator nuclear, produzindo ANTIMATÉRIA e reagindo com a matéria através de uma espécie de aniquilação.

De reduzidas dimensões, 30 centímetros de altura por apenas 45 cm de diâmetro, esse fantástico artefato tecnológico e que se situava em uma região central do disco, operava harmoniosamente em função dos padrões estruturais do próprio aparelho! Segundo Lazar, a forma como esse dispositivo acelerava prótons no reator e a maneira como o calor era convertido em um certo tipo de eletricidade faziam-se incrivelmente uniformes, obtendo assim uma eficácia dinâmica que atingia aos 100% da sua capacidade – estando, portanto, muito à frente daquilo que iremos conhecer nos próximos dois ou três séculos, opinião que, aliás, torna-se procedente já que os documentos aos quais teve acesso diziam que essas naves são provenientes de civilizações muitos milênios adiante da nossa!

Esse insólito mini-reator mostrou ser alimentado por um tipo de elemento não existente na Terra. Após proceder extensas pesquisas relativas à Tabela Periódica dos Elementos e à sua associação, ou interação, com o estranho propulsor, Robert Lazar constatou que ele não se ligava de forma alguma àquilo que era conhecido. Portanto, para fins de atribuição de uma identidade, os membros da sua equipe de estudos batizaram-no de ELEMENTO 115.

Ora, tal elemento inteiramente novo demonstrou de fato ser possuidor de notáveis propriedades: tornava-se em alguns momentos estável e deixava de ser radioativo. Podia ser utilizado no interior do reator como propelente e também como gerador de campos energéticos, os quais por sua vez eram aumentados ou amplificados pelos campos gravitacionais gerados pela própria nave!

Foi encontrada uma grande quantidade desse curioso elemento no interior daquele OVNI, sob a forma de reduzidos discos destacáveis, a partir dos quais pequenos pedaços triangulares podiam ser retirados para fins de alimentação do reator. Esses pequenos triângulos eram dotados de tonalidade alaranjada e extremamente pesados, sendo manuseados com muita cautela pelos cientistas envolvidos na Operação Galileu – muito embora não aparentassem emitir radioatividade.

Nos OVNIs guardados naquelas instalações super-secretas, existiam três poderosos amplificadores de natureza gravitacional. Suas funções, ao que descobriu, eram exatamente ampliar as ondas de gravidade em contraposição às da Terra. Ômicron e Delta foram batizadas como as formas de operação daquelas naves, já que o funcionamento desses amplificadores eram sincronizados de acordo com o modus-operandi do deslocamento ou da inércia em pleno ar!

Foi ainda verificado que pelo menos naquele tipo particular de OVNI o qual ele estudava, eram produzidos seus próprios e específicos campos gravitacionais, com o propósito específico de DISTORCEREM DE ALGUMA FORMA O TEMPO E O PRÓPRIO ESPAÇO! A equipe de Lazar conseguiu efetivamente colocar em funcionamento esse aparelho, tendo os pilotos de testes designados para a missão conseguido elevá-lo a cerca de 10 metros do solo – sem a emissão de qualquer ruído, aliás uma das características predominantes dos OVNIs.

Segundo apurou na detalhada documentação a essa nave pertinente, sua origem seria um aglomerado de estrelas de ZETA RETICULI. Como chegara até a Base de Nellis jamais conseguiu saber! Nesses mesmos documentos, havia menções esparsas relativas a um contato mantido entre as autoridades governamentais e militares dos EUA e representações alienígenas. Certos dados associados às datas e resoluções decorrentes desses encontros estavam cifrados por códigos, aos quais por razões de segurança não tivera o devido acesso.

Outras informações complementares davam conta que alguns seres extraterrestres, portadores de um estágio evolutivo imensamente superior ao nosso, estavam visitando o nosso planeta há pelo menos 10 mil anos e que nós seríamos de certa forma os seus próprios descendentes!

Lazar, que diante dessas incríveis revelações passou a demonstrar um interesse além do científico pelo assunto, foi subitamente alijado de certos níveis de segurança que permitiam seu acesso aos pontos mais avançados da questão alienígena. Suas ligações telefônicas passaram a ser descaradamente interceptadas e sob a alegação que estaria enfrentando problemas de relacionamento conjugal, o que, segundo alegações dos seus superiores, viria a representar um eventual fator de desequilíbrio e instabilidade emocional, foi subitamente e sem maiores explicações dispensado do Projeto Galileu, tendo sido o seu contrato de trabalho inapelavelmente rescindido.

Já inteiramente afastado daquelas atividades começou a falar demais e até levou certas pessoas do seu relacionamento para as proximidades daquela área secreta de testes, onde efetivamente foram vistos e até fotografados os vôos experimentais dos OVNIs recuperados!

Percebendo que a essas alturas a sua integridade física e por extensão a sua própria vida passaram a correr riscos, uma vez que aquilo que classificou de SILENCIADORES passaram a caçá-lo, por sugestão do repórter George Knapp, da TV-KLAS de Las Vegas, literalmente “botou a boca no trombone” revelando publicamente estes fatos – pois se viesse a ser assassinado, a opinião pública ficaria ciente quanto à veracidade dessas declarações e por sua vez o governo americano ficaria definitivamente em maus lençóis.

Vigiado ostensivamente 24 horas por dia a partir de 1990, quando ocorrera a sua dispensa do Projeto Galileu, dedicou-se a uma firma de sua propriedade ligada à área de Informática e sistemas avançados de segurança. recebeu então um chamado para efetuar a automatização de um luxuoso bordel, situado nas cercanias de Las Vegas. Obviamente vítima de uma armadilha que visava a desmoralizá-lo perante a opinião pública, foi detido em razão de nada menos que seis acusações por delitos graves que lhes foram imputadas, inclusive exploração de lenocínio e a absurda suspeita de ser proprietário daquele prostíbulo!

Por sua vez, a USAF declarou publicamente desconhecer o tal Robert Lazar, de acordo com os seus comunicados à imprensa, um cientista que jamais trabalhara no seu quadro funcional, muito menos na Base aérea de Nellis.

Esse foi decididamente o golpe final na carreira do outrora brilhante físico nuclear que se atrevera a falar demais. Tendo sido obviamente absolvido das estapafúrdias acusações das quais fora vítima, resolveu sumir do mapa antes que as coisas piorassem. Já que a partir desses fatos, muito bem orquestrados por sinal, tornara-se um alvo extremamente fraco e vulnerável! Na verdade, ninguém iria mesmo se importar se acaso alguém rotulado como cáften além de tudo impostor e mentiroso, assim como pretendiam as autoridades, fosse justiçado em uma esquina qualquer de uma cidade grande.


 

terça-feira, 19 de abril de 2016

Cientistas acreditam que civilizações extraterrestres se escondem de nós

Pode ser que eles estejam aí fora e não consigamos vê-los.

E não porque, como se costuma imaginar, não sabemos como encontrá-los, ou porque eles não sabem como nos encontrar. É possível que ainda não conheçamos extraterrestres pelo simples fato de que eles se escondem de nós.  

Segundo um artigo publicado pela revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, é possível que civilizações extraterrestres tenham acesso a uma tecnologia que lhes permite se esconder, tornando seus planetas invisíveis para nós de forma total ou parcial – isso explicaria o fracasso contínuo na busca de inteligência fora da Terra. 

Para os cientistas norte-americanos David Kipping e Alex Teachey, os alienígenas não querem ser contatados pelos seres humanos, por isso utilizam um laser poderoso capaz de apagar os vestígios de micróbios e de matéria orgânica, além de cegar os supertelescópios através dos quais os procuramos, como o Kepler. 

De acordo com a pesquisa atual, eles estão por aí, mas sabem como se esconder. Restaria então responder: por que eles se escondem de nós? Será que pensam que queremos conquistá-los? Ou que faríamos algo errado se estivéssemos no comando do seu planeta?

quinta-feira, 5 de março de 2015

Bob Dean fala sobre a chegada de Nibiru

Bob Dean fala sobre a chegada de Nibiru

Esta entrevista é GENIAL. Bob Dean esclarece tudo sobre Nibiru, os Anunnakis e as outras raças presentes no planeta, ao menos sobre as 4 das quais ele tem conhecimento.

(*)Para quem não conhece, Bob Dean (Robert Dean) é um dos grandes nomes da ufologia mundial. 

Alguns DVDs podem ser encontrados na revista UFO, com suas entrevistas. Ele era membro da inteligência da OTAN, militar de alta patente, que esteve envolvido em pesquisas ufológicas. Após sua aposentadoria, resolveu abrir as coisas que sabe. Numa entrevista mais antiga, que tenho aqui em casa, ele revela que resolveu falar em público, porque as conclusões a que todos os militares chegaram é a de que os extretarrestres estão presentes e de que irão fazer contato em breve e as pessoas precisam ser preparadas, porque estão completamente despreparadas para isso.

Nesta entrevista recente, ele fala sobre a chegada de nibiru e sua civilização, os Anunnakis. Expõe todo seu conhecimento sobre o assunto, inclusive proveniente de contato com alguns seres que ele teve pessoalmente.

Ele confirma toda a informação levantada por Sitchin e ratificada por outros dados e pesquisas. Informa que os governos sabem da chegada de Nibiru há muitos anos, porém, não há o que ser dito à população à respeito. Como ele mesmo diz: "o que eles poderiam te dizer? - sim, Nibiru está chegando, é uma situação caótica, inevitável e não temos a menor idéia do que fazer?".

Ele afirma que estão muito preocupados com essa situação, o Vaticano tb está, mas que simplesmente não sabem o que fazer.

Explica que os Anunnakis sempre estiveram por aqui. Foram eles que nos criaram, inicialmente, para trabalho escravo, mas nunca, de fato, nos deixaram. Eles possuem instalações por toda a Terra, na Lua e em Marte e eles são o poder oculto atrás dos governos terrestres. São eles que controlam e decidem todos os rumos de nossa civilização, são eles que querem a nova ordem mundial, um governo global, a quebra da economia e que tudo é resultado de engenharia, muito bem arquitetada.

Eles são de fato muito mais evoluídos e avançados do que nós. Perto deles, em equiparação, somos chimpanzés. Eles são praticamente imortais, o que foi alcançado através de engenharia genética, mesmo mesmo processo através do qual nos criaram, porém para durar pouco.

As dissidências que havia entre eles no passado, como fartamente mencionadas por Sitchin, existem até hoje: uma parte de sua civilização querem manter as coisas como estão, o controle sobre a Terra e sobre nós, a outra parte defende nossa liberdade.
Mas ele afirma, de forma muito tranquila, que eles não estão vindo aqui com a intenção de invasão ou de guerra, porque eles não querem bombas atômicas explodindo e danificando o planeta. A Terra é muito preciosa para eles e eles querem mantê-la bem.

A bem da verdade, na entrevista, Bob Dean deixa claro que os Anunnakis são os proprietários disso aqui, da Terra e de nós, e que nós apenas moramos na Terra. É como eles vêm a coisa toda e como, na prática, se dá, já que eles são o governo oculto de que vários autores tanto falam, dirigindo tudo aqui por trás dos bastidores.

A aproximação de Nibiru é que está gerando todas as turbulências no planeta, e os eventos climáticos vão aumentar cada vez mais ate seu ponto de aproximação máximo e devemos estar preparados para tudo isso.

Em suma, é isso que ele fala, mas aos que entendem inglês assistir a sua entrevista vale a pena, o cara sabe muito, é muito plugado e revelou muitas coisas e detalhes interessantes a todos, porque tais conhecimentos e eventos influem na vida de todos.

ele fala que os astrônomos estão como doidos fazendo os cálculos para apurar sua aproximação exata, é quando ele fala que ele já estará visível por volta do ano que vem e que sua "chegada", digamos assim, deve dar-se até 2020, podendo ser antes (aí vêm as datas especulativas - 2012, 2015, 2017, 2020). Ele acredita que seja 2015 ou 2017, segundo alguns dados que ele tem.

Explica que o pessoal tá muito preocupado com o assunto, os governos, militares, o Vaticano. Ele fala que o pessoal já está sabendo desse assunto há muitos anos e que volta de 1980 já havia astrônomos confirmando sua chegada. Estavam estudando sua órbita, que pelo que entendi, a questão mais problemática é se ele se aproximar da Terra quando ambos estiverem do mesmo lado do Sol e concluíram já mais recentemente que exatamente nesta posição que sua aproximação se dará. E é exatamente por isso que o planeta já está sentindo seus efeitos.

Ele alerta que devemos estar preparados para tudo isso. E como todos, em todas as linhas, andam afirmando: Que depois dessa fase turbulenta de aproximação deles, eventos climáticos, a queda do sistema financeiro e a instalação de um governo mundial, toda essa transformação será positiva, para ser muito melhor para os seres humanos. Mas até chegarmos lá, vamos passar por situações complicadas. Como ele diz, vai ser o inferno, mas já passamos por esse inferno várias vezes antes na história da humanidade, sabemos lidar com isso e vamos saber passar por esse inferno novamente.


VEJA O VÍDEO ABAIXO COM A ENTREVISTA DE BOB DEAN:

BOB DEAN - A VINDA DE NIBIRU - ENTREVISTA



Transcrição do vídeo acima com a entrevista completa de Bob Dean em português:

Bob Dean - A Vinda de Nibiru

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.

Phoenix, Arizona, setembro de 2008

Bob Dean (BD): Alguns de nossos observadores remotos concluíram que, sim, que vai acontecer desta vez, que nós e ele estaremos do mesmo lado do sol ao mesmo tempo. E se o o observador remoto... E eles estão recebendo as próprias informações deles de ETs, de fontes dentro do governo dos EUA que me dizem que sim, eles estão profundamente preocupados com isso. E eles estão muito preocupados com isso. E eles não sabem o que fazer sobre isso. 

... O que poderia o governo ou qualquer outra pessoa lhe dizer?, O que eles poderiam dizer a você? Será que eles te diriam: Agarre o seu chapéu?, Cave um buraco?, Se segura?

... Ele diz: Ah, parece ser um planeta bastante agradável e sabemos sobre ele, tudo o que precisamos fazer é nomeá-lo. E, depois, que seja abençoado... Sabe, ele nuca teve um problema de coração, mas em um ano ele estava morto por um ataque cardíaco.

... Incrível raça de seres humanos... tem futuro. E é nas estrelas. E vamos lá para recuperar o nosso justo lugar. 

... É meio divertido, considerando que a última vez que nos encontramos, eu disse que era para ser minha última entrevista e aqui estou eu novamente. E, você sabe, como posso explicar isso?

Início da entrevista
Kerry Cassidy (KC): Nós obtivemos um retorno incrível de sua entrevista. Eu tenho que dizer que é realmente a mais popular de todas as nossas entrevistas...

Bob Dean (BD): É bom ouvir isso.

KC: ... e eu acho que existe uma razão para isso.

BD: Bom, muito obrigado.

KC: Eu acho que, em muitas maneiras, você se coloca em destaque e você realmente incorpora a curiosidade que estava desenfreada em todos nós. E você fez isso num momento em que... e os militares, nem mesmo. E você quebrou as regras, e você persistiu. Você está apenas... Você é assim... Você é... Eu não sei... um projeto de divulgação de um homem só, tanto quanto sei.

BD: Bom, obrigado, Kerry. É muito gentil da sua parte dizer isso. Mas deixe-me explicar algo. Eu era um ser humano "normal" por uma grande parte da minha vida, sabe. Eu era um militar de carreira, tipo sem noção de nada. Eu usava corte de cabelo militar. Quando eu aprendi o que eu aprendi em 1963, 1964, 1965, acabei mudando a minha vida. Isto mudou a minha maneira de pensar. E eu me tornei obcecado com o que eu tinha aprendido. E, ao longo dos anos, aprendi muito mais. 

E como eu já disse antes, eu aprendi um pouco, eu queria mais. Sabe, falando sobre um vício! Quando você começa a aprender algumas coisas sobre um assunto que é tão profundo... Quanto mais aprendia, mais eu queria saber, e quanto mais eu queria saber, mais eu aprendia, e quanto mais eu aprendia, mais eu me tornei obcecado, e... 

Você fala sobre a quebra de paradigma. Meu velho paradigma literalmente se desintegrou aos meus pés. Você sabe, o mundo que eu pensei que eu vivia, eu aprendi que não era o mundo no qual eu vivia. E a realidade que eu olhava a minha volta e pensei que eu via, não era a realidade que existe, muito do que vemos é uma ilusão. É um resultado de nossas próprias ilusões. 

Nós... nós seres humanos, por vezes, ao invés de enfrentar a realidade, nós criamos um pequeno mundo com as nossas próprias verdades. Sabe, nós nos levantamos e vamos trabalhar, criamos as crianças, compramos uma casa, compramos um carro, tiramos férias. Vamos em frente com as nossas vidas. Tentamos poupar dinheiro, pomos um pouco no banco para o colégio das crianças. E vivemos uma "vida normal".

E então eu aprendi que não há tal coisa como uma "vida normal", que o mundo que existe não é nada daquilo que se pensa que seja. E quanto mais eu aprendi... Como eu disse, meu velho paradigma caiu por terra, e... [suspira] 

Estou sentado aqui na sua frente como um farrapo humano, pode-se dizer, sabe, do que eu costumava ser. Porque eu vivia em um mundo que era uma espécie de rotina. Ah, sabe, faça isso, faça aquilo... Você paga suas contas, você... Não é assim de modo algum! 

KC: Bem, vamos direto ao ponto aqui, porque você se apresentou. Realmente, você nos contatou, eu vou dizer, e disse que tinha algo novo a dizer. Você tinha algo novo para dizer as pessoas. E sei que você estará falando na Conferência da Bay Area. E isso é incrível. 

E vamos descobrir o que é que há de novo. O que é que você está disposto a... 

BD: Você quer que eu diga a você minhas grandes revelações, o que estou planejando falar na conferência, certo?

KC: Claro que sim! [Bob ri] Mas você sabe, este vídeo não será editado nem divulgado antes da conferência, assim você não precisa se preocupar de nós arruiná-las para o público da conferência.

BD: Bem, existem muitas coisinhas que são interessantes para mim. Eu assumo, eu espero, que elas sejam interessantes para as pessoas em San Jose. 

Minha experiência me diz que as pessoas que frequentam essas conferências são muito abertas, de mente aberta. Como eu costumava dizer, brincando, quando eu falo lá, é como pregar para um coro, sabe. Porque eles são um grupo diferente de pessoas. 

Eu vou te dar um pouquinho do que eu acho interessante. Como você talvez já tenha captado, eu sou um membro do que estamos acostumados a chamar, de brincadeira, The Old Boys' Network (A REDE DOS VELHOS MENINOS). Eu sou um membro da rede há mais de 40 anos. E quando nós criamos este grupo, ele era composto de militares de todas as classes e todos os postos. E ainda tivemos alguns astronautas que estavam ligados a isso, que estavam fornecendo informações.

Bom, ao longo dos anos, esses ‘garotos’ têm partilhado informações entre eles, porque temos uma variedade de tarefas e trabalhos nas forças armadas. Tínhamos uns dois almirantes. Tivemos um general e dois cosmonautas. Tivemos inúmeros coronéis e majores e pessoas de todas as categorias, de todos os lugares, que forneciam as informações que usávamos para compartilhar uns com os outros. 

E alguns de nós estivemos em posições muito sensíveis e tivemos acesso a material altamente classificado. E eramos muito abertos sobre compartilhar isso com os outros, que, por conseguinte, nos manteve atuando por um longo, longo tempo. 

Infelizmente, não sobraram muitos de nós. A última vez que eu... Originalmente, haviam cerca de 150 membros nesse grupo, e hoje, provavelmente, não há mais do que uma dúzia. 
Perdemos uma boa parte, sabe. Graham Bethune morreu há cerca de um ano. E Graham era um comandante aposentado da Marinha que era um homem querido, que tinha algumas informações muito sensíveis que ele compartilhava conosco.

Mas, como disse, nós compartilhávamos entre nós. E então, alguns de nós aparecemos descaradamente, de propósito, e começamos a compartilhar o que havíamos aprendido, com o público. Francamente, eu nunca pensei que fosse me dar bem com isso! Eu pensei que eles iam me esmagar, sabe, me eliminar, ou o que quer que seja.

Houve até rumores, pelo amor de Deus, que eles iam me chamar de volta à ativa, para me enviar a corte marcial! [Kerry ri] Sabe, eu vou completar 80 anos no meu próximo aniversário, então eu não acho que eles queiram me chamar de volta à ativa. Você sabe, eu poderia ter um acidente... 

Mas, acho que o por quê de estar me dando bem com o que eu estou me dando bem, por assim dizer - onde estou divulgando algumas partes deste segredo - é que há alguém lá, em algum lugar, que quer que eu faça o que eu estou fazendo. Ou eu não teria sido capaz de fazer isso. 

Mas deixe-me dar-lhe uma pequena amostra do que vêm do grupo dos Old Boys Network: Existe uma organização chamada National Reconnaissance Office (NRO) (Escritório Nacional de Reconhecimento). Você provavelmente já ouviu falar deles.

KC: Claro!

BD: Um grupo super secreto, um grupo super-secreto entre os grupos super-secretos. Deus, temos tantos desses grupos malditos agora. 

Como eu costumava dizer, brincando, quando o pobre e velho Ike deixou o escritório, ele tentou nos falar sobre o complexo militar-industrial. Bom, é uma tríade agora. Não são apenas os militares e a indústria. São também as agências de segurança nacional. Então, se ele pudesse vê-lo hoje, ele ficaria chocado. Claro, eu tenho certeza que ele está vivo e bem em algum lugar, provavelmente olhando e rindo muito.

Mas, somos um trio agora: As agências super-secretas com os militares e as indústrias. É tudo assim. [mãos juntas] 

Mas, de qualquer modo, há pessoas que, eu acho, querem isso aqui fora. Nós sabíamos por anos que "na multidão"... quem quer que esses malditos sejam, e ninguém jamais foi capaz de descobrir isto. Fomos capazes de agarrar um par deles do antigo Grupo Magi. Eles chamavam a si próprios de Os Homens Sábios... Os Magos. Você já ouviu falar deles, são referidos como Majestic Twelve (Doze Majestades). Bom, eles são muito mais do que doze agora.

De qualquer forma, eu estou me dando bem em compartilhar algumas partes das estórias que me intrigam, porque eu acho que alguém quer isso público. 

Mas a estória que eu vou compartilhar com você é que... No Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO), eu acho que aproximadamente há quatro ou cinco anos, eles tiveram durante anos um número de satélites denominados Sistema Keyhole. Você já ouviu falar dele?

KC: Ah, sim.

BD: Keyhole, foi um super segredo e muito provavelmente o melhor sistema de satélite no mundo. Bom, provavelmente, eles fazem ainda melhor agora. Eles poderiam supostamente ler um selo de lá de cima, do espaço.

Bom, havia algumas questões intrigantes levantadas por um número de pessoas sobre o que ficou conhecido como a Anomalia do Ararat. Você está familiarizado com a Anomalia do Ararat?

Bill Ryan (BR): Monte Ararat. Arca de Noé

KC: OK.

BD: E assim, os caras da NRO pegaram o sistema Keyhole deles e focaram sobre a Anomalia do Ararat, que é, você sabe, um enigma. Bem, quando a notícia escapou, quando as fotos foram finalmente carregadas no computador e eles as realçaram e limparam, eles as expuseram na parede ou as transmitiram para a NRO, as exclamações foram algo como - e estas são citações reais: Jesus Cristo, é um maldito barco! Cristo! É um barco grande!

OK. Alguém diria: Por que algo como isso seria tão altamente classificado que está acima do ultra secreto? Por que a descoberta de um barco no Monte Ararat é classificado tão drasticamente, sabe... qualquer coisa? 

De qualquer forma, a história veio à tona. A razão deles o classificarem é porque, depois que descobriram que é um maldito barco, meu Deus, um barco grande, eles implantaram uma equipe de SEALs (unidade especial da marinha) no local. Isso é um termo que os militares usa ao colocar um bando de caras em uma cena.

KC: Certo.

BD: Aparentemente, eles baixaram eles por aeronave. De pára-quedas, uma dúzia ou mais deles. Eles os implantaram na cena e esses caras passaram vários dias neste barco maldito. E então eles saíram de lá de helicópteros. 

E quando eles os extraíram, os caras trouxeram com eles alguns "artefatos anômalos", que nunca foram descritos ou nomeados. Mas esses artefatos anômalos é o que conduz a todo essa coisa ser classificada não só como ultra secreta, mas bem acima disso.

E isso é um pouco da informação que vem através da rede dos Old Boys.

KC: Então você está dizendo que esta é a Arca de Noé?

BD: Ninguém sabe o que é. Foi originalmente a Anomalia do Ararat, mas depois descobriram que era um barco gigantesco, aparentemente, e...

KC: Mas um barco construído por seres humanos? 

BD: Bom, parece ser. Foi essencialmente o que eles pegaram, madeira. Mas, aparentemente, é uma obra de gênio. Foi unida de uma maneira complexa e era realmente...

K: E sobreviveu todos estes anos.
BD: Bem, aparentemente. A questão é, quantos anos? Sabe... quando foi a inundação? O último boato que ouvi é que tinha sido há 12.000 anos atrás: 10.500 BC.

KC: Quando eles estão dizendo? Quer dizer, eu tenho certeza de que você tem uma teoria.

BD: Bom, as implicações religiosas disto, veja você. Você sabe, cada cultura antiga do planeta têm uma tradição similar sobre uma inundação, e tenho certeza que sempre houve muitos Noés, por assim dizer.

Mas a idéia de que esta coisa particular é tão sensível teologicamente que algum estúpido lá na NRO decidiu torná-la secreta... E, em seguida, eles mandaram os SEALs até lá, para que os carasartefatos. Bem, aí está, veja só! trouxessem os

O que eles poderiam ter, eventualmente, encontrado neste destroço grande que é tão sensível? Essa questão se coloca. Eu não sei a resposta para isso. Esperemos que, se os Old Boys ainda permanecerem vivos por alguns anos, poçamos descobrir.

Eu acho isso interessante e partilho-o com as pessoas porque nos dá uma compreenção do bando de imbecis que tornam tudo secreto! [Kerry ri] 

KC: Bill, vá em frente com a sua pergunta sobre o Monte Ararat. E então nós seguimos em frente.

BR: Eu acho que foi Charles Berlitz, quem escreveu um livro que foi chamado de The Lost Ship of Noah (O navio perdido de Noé). E ele publicou um monte de fotos - estas fotografias estão na internet - de algo que se parece com um navio no Ararat. E há duas versões deste, pelo que eu ouvi. Um fica mais a baixo e que é uma coisa enorme que parece um monte de madeiras de navio.

E há relatos persistentes de outro objeto que está muito mais alto, muito acima da linha de neve, muito perto do cume. E eu me pergunto se você poderia dizer qual deles, se algum desses, foi pego pelos satélites Keyhole e analisado? E quando os SEALs foram implantados, eles fizeram a datação de carbono na madeira?

BD: Oh, eu tenho certeza que eles devem ter feito. Mas eu não tenho nenhuma informação sobre isso. 

Meu palpite, Bill, é que os SEALs foram implantados no que estava mais ao alto, acima da linha da neve. Essa é a indicação que eu tenho, que esse foi o que... Eles entraram, eles desembarcaram, eles foram baixados, eles saltaram de paraquedas e passaram, aparentemente, alguns dias lá.

Mas o que eles trouxeram, em termos de artefatos anômalos, é a coisa que me intrigou. Por que eles os tornariam secretos, muito acima do ultra secreto?

Mas, aquele bando de imbecis lá.... E eu conheci alguns deles ao longo dos anos, eu trabalhei com alguns deles. E eu acho que eles são um bando de imbecis malditos! Você sabe, não há nenhuma razão maldita para que eles criem tanto segredos.

KC: Em que ano foi isso, quando os SEALs foram enviados?
BD: Há cerca de cinco anos, do que eu tenho conhecimento

KC: É mesmo?

BD: Sim.

KC: Isso é bizarro.

BD: Bom, o programa Keyhole esteve muito ativo no final dos anos 90. Agora, eu tenho certeza que eles têm programas de satélites que são ainda melhores. Nós temos programas civis que são tão bons que o Ministério da Defesa, frequentemente, vai aos fornecedores civis e compra fotografias tiradas por satélites civis. 

Isso, leva a suspeitar que, talvez, o que... quão melhor poderiam ser alguns dos nossos satélites DoD (Departament of Defense - Ministério da Defesa).

K: Certo.

BD: Você sabe, eles tornaram o Lago Vostok secreto. Levaram-no para longe do JPL (Jet Propulsion Laboratory - Laboratório de Propuslão a Jato), que o estava monitorando e, você sabe, com satélites e tudo... Você está familiarizada com o Lago Vostok, na Antártica?

KC: Não.

BD: Ah, Deus, essa é uma estória sensível em si! 

Sob as profundezas do gelo da Antártida há um lago de água doce, bem no fundo, sob o gelo, que tem 161 quilômetros de extensão e 80 quilômetros de largura. Água doce. A temperatura no lago é de cerca de 65 graus, o que é uma piscina agradável, você poderia dizer.

Mas na borda do Lago Vostok está o que é conhecido como um mascon gigantesco - uma concentração de massa de metal, muito semelhante aos mascons que descobriram na Lua – um objeto metálico gigantesco de forma circular, bem no fundo sob o gelo na borda do Lago Vostok. 

Altamente secreto. O JPL o tinha. A Agência Nacional de Segurança tirou ele do JPL. É uma das coisas mais sensíveis no mundo agora, aquilo que é a anomalia na borda do lago - o mass con (massa concentrada) - a concentração de massa que é facilmente captada por satélite? Outro mistério ultra secreto, sabe?

KC: Hum, hum.

BD: Mas o povo comum, não deveria saber disso.

KC: Certo.

BD: Por quê? Bem, você não pode lidar com isso, sabe. As implicações disso vão muito além.

KC: Bom, diga-me: Será que os chineses sabem isso?

BD: Ah, eu tenho certeza que eles sabem. Como você deve saber, os chineses já chegaram ao espaço de uma maneira formidável. Isto nunca sai no jornal, mas a última que eu ouvi: os chineses têm um satélite em órbita da Lua, tirando muitas fotos.

Bom, eu estou esperando que os chineses publiquem um monte dessas fotos, porque o nosso próprio povo da NASA tirou muitas, muitas fotos. O Exército levou milhares de fotos para o Projeto Clementine. Vocês estão familiarizados com Clementine?

KC: Eu ouvi falar dele.

BD: Não era um programa da NASA. Era um programa do Exército, Ministério da Defesa. Eles tiraram milhares de fotos. Eles só mostraram algumas. Eles tiraram fotos ao redor da Lua, atrás, embaixo, em cima, em todos os lugares.

KC: Bom, você está em contato com Richard Hoagland?

BD: Eu conheço Richard. Ele é um bom amigo.

KC: OK. Então, você conhece algumas das pesquisas dele mais recentes.

BD: Ah, bom, eu li o livro mais recente, que é uma dinamite.

KC: Hum, hum. OK. Então, você sabe sobre o Programa Espacial Secreto.

BD: Ah, sim.

KC: E você sabe sobre o von Braun e os nazistas e aqueles que foram transferidos para o sistema político nos EUA?

BD: Ah, sim. É maior do que isso. É muito maior.

KC: OK. Mas quando eu levantei as informações de Richard Hoagland e as coisas que ele vem trazendo à luz acerca de von Braun, dos nazistas, você sabe, Paperclip... e você está dizendo que vai muito além disso.

BD: Vai.

KC: Então para onde estamos indo com isso?

BD: O nosso programa espacial original foi tudo um produto do partido nazista. Sem von Braun e a equipe dele e o programa Paperclip, eu não acho que teríamos chegado à Lua, quando o fizemos, ou certamente não teríamos ultrapassado os russos. Porque os russos pegaram o grupo deles... eles tinham ido para a Alemanha e apanharam um punhado de cientistas. também

E os russos têm um programa científico enorme e próprio. Você sabe, eles não precisavam de cientistas nazistas. Eles teriam, eventualmente, feito isso por eles mesmos, de qualquer modo.

Mas um dos maiores segredos de todos é o Programa Espacial Secreto, o fato de que a NASA seja... É como o Blue Book (Livro Azul) costumava ser. Eu acho que é uma frente de relações públicas.

KC: Certo. Sim.

BD: O Blue Book nunca lidou com as boas coisas verdadeiras. E todo mundo sabia disso, exceto o povo lá fora, que foi regularmente logrado e nunca contaram a verdade sobre qualquer coisa.

Mas o grande segredo que parece ter existido por muito tempo, é: Por que estamos guardando segredo das instalações enormes na Lua? E elas não são nossas.

KC: De quem são elas?

BD: Bem, isso é uma boa pergunta. Posso lhes dizer categoricamente a quem elas pertencem.

KC: OK.

BD: Vocês estão familiarizados com o termo Anunnaki?

KC: Claro.

BD: Tudo bem. Bom, você realmente tem que entender a obra de Zecharia Sitchin para realmente entender onde nós estamos hoje em relação a este grupo de inteligências. E eu não estou falando de um grupo. Há vários. A última que ouvi, haviam quatro grupos diferentes com os quais nos relacionamos. Os Anunnaki são um deles. Há outros.

KC: OK. Quer dizer, isso é muito interessante. Você pode descrever o Anunnaki que você... Primeiro de tudo, você teve contato com eles, cara a cara?

BD: Eu?

KC: Sim.

BD: Sim, eu encontrei alguns cara a cara. Agora, se eles eram os Anunnaki, eu não sei.

KC: OK, bom...

BD: Os que eu encontrei cara a cara, eram tipicamente humanos.

KC: Tipicamente humano.

BD: Eu quero dizer, eles vestiam terno e gravata, um vestia calça jeans, T-shirt...

KC: OK.

BD: ...caminhando na multidão, você nunca saberia.

KC: E eles não tinham quase 3 metros de altura, ou mais do que isso?
BD: Não. Os que eu conheci e os que eu vi a bordo das naves não são tão grandes. Eles são como nós.

KC:  Hum, hum.  

BD: Então, estamos lidando com quatro grupos diferentes, isso foi o que conclui - a minha opinião pessoal.

KC: OK.

BD: Você pode falar com Jim Sparks e ele pode dizer que há oito ou dez, ou mais de uma dúzia. Eu não sei. Só posso te dizer o pouco que eu aprendi ao longo dos anos.

Há quatro grupos diferentes que eu encontrei, e todos eles são humanóides. Um grupo é completamente humano. E nem todos os Anunnaki têm  quase 3 metros de altura. Eles eram humanos o suficiente, tal que nos relacionamos com eles, e eles são parecidos conosco.

E aquela estoriazinha bela no capítulo seis do Gênesis tem muita verdade. Eles fizeram, de fato, engenharia genética com os cromossomos de uma espécie existente no planeta... Deus sabe há quanto tempo. Sitchin diz que foi há 200 mil anos.

A informação que eu recebi indica que uma dos principais ajustes aconteceu há cerca de 60 mil anos, que o Homo sapiens foi ajustado e geneticamente manipulado ainda mais. Então, nós estamos avançando vagarosamente.

KC:  OK, e daí, quatro raças? Vamos nomeá-las, na sua opinião.

BD: Bom, existem os humanos.

KC: OK.

BD: Algumas pessoas os chamam de Nórdicos. Então, esses são os caras muito pálidos, muito altos e muito largos...

KC: Hum, hum.

BD: ... os quais algumas pessoas chamam de: os brancos grandes.

KC: OK.

BD: E então você tem os caras pequenos.

KC: Os Grays (Cinzas)? E então, os Anunnaki. Portanto, estes são os quatro com os quais você está familiarizado.

BD: E nem todos os Grays são uma espécie evoluída. Alguns deles parecem ser... Qual é o termo que eles usavam? Eles eram uma forma de vida artificial.

KC: Andróides?  

BD: Sim, eles eram andróides humanóides, mas eles foram construídos. São produtos de laboratório. E  os militares se perguntavam por quê, em casos de acidentes onde haviam sobreviventes, os outros não voltavam para tentar recuperá-los.

E a estória que surgiu entre os militares, durante muitos anos, foi que eles foram dispensados! Eles voltavam e faziam mais.

Agora, existem algumas pessoas que dizem: Bom, eles não têm uma alma. Bom, eu topei com seres humanos que me pergunto se eles têm uma alma. [Kerry ri] Mas…

KC: OK. Então...

BD: Existem dois tipos de Grays (Cinzas), que eu saiba. Há uns caras pequeninos que parecem ser produtos de laboratório. E então há os Grays  um metro e oitenta de altura, cujos olhos são mais redondos. E eles não são realmente cinza. Eles são da cor de giz, cor de creme de leite.

KC: Hum, hum.

BD: E eles parecem ser uma raça que evoluí por si mesmo. E eu acho que esses são os que provavelmente colidiram na Colina Betty e Barney no incidente de muitos anos atrás.

KC: Você já ouviu Dan Burisch falando sobre os Orions? Eles estão sentados nas naves, juntamente com os militares, na verdade, olhando o planeta nesse momento?

BD: Eu ouvi algumas coisas. Eu não sei muito sobre a estória de Dan. Ele apresentou muitas coisas. boas

KC: OK. Mas esta é uma informação nova com a qual ele apareceu agora.

BD: Bom...

KC: E eles estão observando o planeta para ver o que acontece e se temos ou não uma catástrofe de alguma espécie...

BD: Nós temos...

KC: ...e se eles podem ter que intervir.

BD: Nós temos fotografias e muitas delas eu vou mostrar na conferência. Tenho slides e fotografias de objetos gigantescos. Estou falando de objetos enormes no espaço! E muitos deles são satélites em órbita ao redor do planeta. Muitos deles estão em órbita ao redor da Lua, em torno de Marte.

Eu tenho um par de fotos que eu vou compartilhar que eu obtive de um cosmonauta soviético sobre o que aconteceu com a coisa Phobos.

Os russos... você sabe, o famoso sistema de foguetes Phobos que enviaram para cima há alguns anos, que foi tirado de órbita por um "objeto anômalo", que surgiu da superfície. Mas, ele teve... Ele tinha tirado uma série de fotografias incríveis antes de ter sido danificado e cair.

KC: OK. O que... Bom, você chamou de uma "anomalia", eu não sei, "objeto" que surgiu da superfície? Quer dizer, da superfície da Lua?

BD: Marte.

KC: Ou da Terra?

BD: Sim.

KC: OK.

BD: Não, o programa Phobos foi enviado a Marte, porque eles tinham esperança de pousar uma nave espacial no satélite Phobos.

KC: Certo.

BD: Existem dois circulando Marte que são anômalos. Novamente, a palavra fantástica: anômalo. Os astrônomos consideram anômalo, porque, em primeiro lugar, eles estão indo na direção errada para um satélite natural, o que quer que isso signifique.

Eles são muito pequenos para serem satélites naturais, e eles estão muito perto da superfície de Marte para terem ‘sobrevivido’, porque, se fossem naturais, há muito teriam sido derrubados, sugados pela gravidade e caído. O fato de que eles ainda estão lá é um enigma para todos.

Assim, os russos disseram: Vamos aterrizar em Phobos. Ele tem cerca de dezenove quilômetros de diâmetro. Eu acho que Deimos tem cerca de nove ou onze. E eles foram tirar algumas fotos da superfície. Bom, você sabe, aparentemente, as inteligências lá decidiram: Não, vocês não vão fazer isso, e abateram Phobos, - o satélite que os soviéticos mandaram para o espaço - aparentemente, tiraram ele de órbita e ele caiu.

KC: Mas eles fizeram isso com a embarcação do JPL que foi lá, em torno de Marte, há vários anos.

BD: Há uma inteligência em Marte, que quer limitar o nosso acesso à realidade deles. E eles fizeram um trabalho bom prá caramba.

KC: Bom, a nossa testemunha, Henry Deacon... e não sei se você está familiarizado com ele.

BD: Eu estou familiarizado com ele. Eu não o conheço bem.

KC: OK. Ele disse que os Anunnaki estão em Marte... em bases.

BD: Estão. Eu concordo com isso.

KC: Então, são eles que estão abatendo esses objetos? Você sabe, as várias embarcações do JPL e assim por diante?

BD: Provavelmente... Olha, Zacharias disse... E, eu conheço este homem velho e eu o respeito muito. Ah... Ele diz que eles nunca foram embora. Eles se retiraram notoriamente das atividades no planeta com a gente, mas as atividades continuaram secretamente tanto na Terra, na Lua e em Marte.

E, do conhecimento que tenho e da quantidade limitada de informação que fui capaz de pegar, o foco principal, a inteligência primária por trás de tudo isso, são os Anunnaki, o mesmo grupo que geneticamente nos modificou há tantos milhares de anos atrás.

KC: OK. Mas você fala de Enki e Enlil, certo? E estes são os irmãos beligerantes, e um trabalha para o lado positivo da humanidade e o outro...

BD: Bom, temos essa família disfuncional. Eles até entraram em guerra um com o outro, e o homem estava no meio, como ele sempre esteve. Você sabe, nós éramos um produto da engenharia deles. Eles nos modificaram geneticamente para sermos uma espécie de escravos, para trabalharmos para eles.

KC: Mas eles não estão ainda em guerra?

BD: Aparentemente, ainda estão... e alguns dos nossos observadores remotos... e eu conheço alguns deles... Já fiz um pouco disso também, e, acredite, funciona. Eu fui acusado de ser culpado de antecipação, por assim dizer, porque quando eu quero olhar algo, eu sei o que eu quero olhar.

Os militares inicialmente treinaram os caras deles para não saberem o que estavam procurando, e então eles descarregam, você sabe, comparam e tal.

KC: Certo.

BD: Mas, quando eu quero olhar algo, eu sei exatamente o que eu quero olhar. Um dos maiores, é claro, é Ingo Swann.

KC: Ah, certo.

BD: Ah, um cara tremendo! E que intelecto que ele tem!

KC: Ah, incrível. Estamos morrendo de vontade de entrevistá-lo. Você o conhece?

BD: Eu e ele nos correspondemos. Sim. Eu escrevi um bom artigo sobre ele uma vez há alguns anos, e ele me escreveu uma carta e agradeceu-me por isto e disse-me que apreciou muito o artigo.

KC: Amável. Sim.

BD: Mas é um homem raro. Ele tem uma inteligência rara. Não só ele, provavelmente, seja o melhor observador remoto que já tivemos, talvez, com exceção de Pat Price, que... Ingo veio com coisas sobre a Lua que... Você tem de ler o livro dele.

KC: Na verdade, eu li.

BD: Penetration (Penetração). É dinamite.

KC: E é difícil ter uma compreenção, eu entendo.

BD: Sim. Deve ser re-editado, pois iria vender como água.

KC: Com certeza.

BD: Eu falei sobre isso na rádio Coast-to-Coast um par de vezes com Art Bell e, aparentemente, tornou-se tão quente que, sabe, não se pode encontrar uma cópia... duzentos ou trezentos dólares cada, se você puder encontrar um.

KC: Sim, eu tenho... Eu não sei se ainda tenho, mas eu tinha um.

BD: Bem, segure-o. É ouro.

KC: Hum, hum.

BD: Mas o próprio Ingo é ouro.

KC: OK. Mas vamos voltar à questão anterior, porque eu quero, de uma certa forma, aprofundar esta resposta. Então, eles ainda estão em guerra?

BD: Eles ainda têm uma diferença de opinião sobre nós. Agora, se Enlil e...

KC: Enki.

BD: Sim... Enki... Ele responde por dois nomes. Se eles ainda estão vivos ou não... Com os gênios genéticos que eles têm, que são, eles podem manipular geneticamente... Você sabe, eles engenhosamente manipularam geneticamente os próprios cromossomos, o próprio ADN, até que, literalmente, tornaram-se praticamente imortais.

Agora, eu não ficaria nem um pouco surpreso se Enki e Enlil ainda estivessem vivos. Talvez eles estejam passeando por aí com uma bengala, como eu, [Kerry ri] grunhindo e gemendo. Você sabe, eles têm tatataranetos fazendo andanças por aí... Eu não sei e  tenho certeza que ninguém mais sabe.

Mas, aparentemente, as facções ainda estão divididas, e um lado quer nos usar como sempre fizeram. E o outro lado quer nos dar a oportunidade de termos nossa própria espécie, para traçar o nosso próprio futuro e considerar... você sabe, para determinar nossas próprias vidas. E, aparentemente, tem havido esta diferença de opinião em curso.

KC: Então, quando voltarmos para o estado de segurança nacional, e o estado de direito dos EUA aqui e agora... Quero dizer, você é um ex-militar. Eu quase não quero chamá-lo "ex" porque eu acho que você, de certa forma, provavelmente, ainda está sendo consultado aqui e ali. Você sabe, nós estamos prestes a ir para a guerra com o Irã...

BD: Não, nós não estamos.

KC: Qual a sua perspectiva sobre este assunto? Nós não estamos?

BD: Não, nós não estamos.

KC: OK.

BD: E essa é a minha opinião, para o que vale a pena, você sabe.

KC: Claro

BD: Eu tenho um meio-tostão no bolso... Eu não acredito que vamos ter uma guerra nuclear, porque eu não acho que os guardiãos irão permiti-la. O planeta é muito valioso. É um reservatório de vida muito rico. Não só os humanos que estão aqui neste planeta, mas todas as outras criaturas. Este planeta é uma cornucópia absoluta de beleza, belas formas de vida. E não só isso, mas o... O que é isso? A fauna e a... Qual é o outro termo?

KC: A flora?

BD: A flora! A flora é quase infinita. Não... o planeta é muito valioso.

KC: OK.

BD: Eles têm investido muito no planeta Terra e eles não vão deixá-la ir para uma guerra nuclear, porque eles têm o poder de fazer com que isso não aconteça.

E eu quero te dizer outra coisa. Você já ouviu esse boato antigo sobre a "Primeira Diretriz"?

KC: Hum, hum.

BD: Besteira! Isto não existe. [Kerry ri]

KC: Certo. OK.

BD: Eles vêm interferindo aqui, quebrando a chamada Primeira Diretriz, ao longo dos séculos, milhares de vezes. Eles têm interferido, de acordo com nossos registros históricos, desde a Grécia antiga. Eles provavelmente ajudaram nessa maldita destruição de Tróia. Sabe, eles tomaram partido. Houveram até rumores nos relatórios de Homero, que os próprios deuses desceram e tomaram partido e jogaram no jogo. Para eles, é um jogo.

KC: Certo. Bom, o Bhagavad Gita, se você estiver familiarizado com ele... Quer dizer, eles vão em...

BD: Aí está... cheio disso. Os Vedas estão recheados com isso, você vê.

KC: Claro.

BD: Richard Thompson é um gênio. Ele escreveu um livro sobre isso intitulado Alien Identities (A Identidade dos Alienígenas).

KC: OK. Vou dar uma olhada.

BD: Você deve ler se tiver uma oportunidade. Richard Thompson.

KC: Sim, eu adoraria.

BD:  Ele ajudou...

KC: OK. Vou mudar de rumo.

 BD: Ele trabalhou com Cremo no...

KC: Ah, realmente.

BD: Sim. Eles escreveram em conjunto o livro sobre The Hidden History of the Human Race (A História Secreta da Raça Humana).

KC: Ah, OK.

BD: Cremo e Thompson escreveram isso. Bem, Richard escreveu o próprio livro dele chamado Alien Identities e é cheio de fatos da cultura védica que você iria gostar.

KC: Sim.

BD: Mas a história é bastante clara. Eles intervieram ao longo dos séculos, novamente, de novo e novamente, sempre que isso parecesse apropriado ao benefício e em favor deles.

KC: OK, mas...

BD: Eles entraram em nossas guerras. Eles bagunçaram nessas confusões todas.

KC: OK, mas que tal sobre o Planeta X?

BD: Ah, isso é uma realidade.

KC: Sim?

BD: Sim.

KC: Então o que eles vão fazer sobre isso? 

BD: Bem, parece que eles estão preocupados... Você conhece a estória. De acordo com Sitchin e de acordo com os sumérios, é uma realidade. Bom, aparentemente o nossos astrônomos concluíram que é de fato uma realidade. 

Durante quase um século, os astrônomos têm se preocupado e se interessado sobre o que eles chamaram de um intruso que parece ir e vir de vez em quando. E, eles podem medí-lo pelas perturbações e os efeitos em outros planetas. 

Eles já sabe da existência dele por um longo tempo, mas nunca o tornaram público. Bom, no início dos anos 80, o JPL... Os caras no...

KC: Laboratório de Propulsão a Jato.

BD: Propulsão a Jato... Nós costumávamos chamá-lo de Laboratório de Jack Parsons, que acho que é provavelmente a origem de onde a sigla JPL veio.

KC: Sim.

BD: Porque Jack Parsons o fundou. De qualquer forma, eles enviaram alguns Pioneers (Pioneiros) - satélites - por volta de 1982, apenas para tentar determinar se havia alguma verdade nisso. E os Pioneers aparentemente voltaram com os dados que diziam não apenas um Sim, mas um Maldito Sim! E os Pioneers confirmaram... os dados do satélite Pioneer confirmaram.

Então, uau! Os astrônomos ficaram incomodados por isso. Ufa! Isto poderia ser real? Bem, e o que eles fizeram? Eles enviaram o que eles chamam de um satélite astronômico infravermelho (Infra Red Astronomic Satellite- IRAS). Eu acho que eles o chamaram de IRAS. E isso foi feito em 1983. Eles enviaram para o espaço o IRAS, tirando fotos infravermelhas por toda a eclíptica, acima e abaixo.

E aparentemente o IRAS pegou duas respostas positivas gigantes que sim, o décimo-segundo planeta, ou décimo planeta, como você quiser chamá-lo... sim, é real. Então, foi quando caiu a ficha!

KC: Então, está lá fora. Está no seu caminho de volta, certo?

BD: De acordo com os sumérios e Sitchin, aparentemente está. E se você é uma estudante de história como eu - uma das minhas preferidas - a última passagem foi em 1600 A.C. Os sumérios e Sitchin, todos eles, dizem que ele tem uma órbita de 3.600 anos.

KC: Hum, hum.

BD: Então, como muitos de nós, sabe, eu conto nos meus dedos das mãos e dos pés e descubro... Bom, 1600 A.C. Tem uma órbita de 3.600 anos. Uau! Está na hora! Bem, aparentemente, é agora.

KC: Então, por que eles estão mantendo isso em segredo?

BD: Porque...

KC: Porque você é um especialista em segredos.

BD: Ouça [suspira]... Toda as vezes que Nibiru passou, nem sempre foi devastador. Isso dependeria se o planeta Terra e Nibiru estivessem no mesmo lado do Sol, ao mesmo tempo. E se nós estivermos no mesmo lado do Sol, ao mesmo tempo, causaria uma tremenda confusão no planeta Terra.

Bom, aparentemente a última passagem provocou a explosão de Santorini. Thera, o vulcão no Mediterrâneo, no Mar Egeu, explodiu a parte superior, exterminando com a muito grande civilização minóica, entre outras coisas.

Isso afetou o Egito. Está tudo nos registros, aparentemente. Há mesmo historiadores e teólogos que dizem que a explosão de Santorini é exatamente o que você lê quando as pragas atingiram o Egito, e Moisés conseguiu fugir com os israelitas.

Mas se você olhar para 1600 A.C. e imaginar... e esse foi o passado relativamente recente. É por agora e, ao que tudo indica, os caras nos observatórios astronômicos sabem disso. E isso, novamente, está acima do ultra secreto (Above Top Secret).

Deixe-me dar-lhe um pequeno exemplo: Há alguns anos atrás, haviam dois caras brilhantes trabalhando no Observatório Naval em Washington. Tom Van Flandern é um; quem eu espero que você tenha entrevistado.

KC: Não, mas por favor continue. Adoraríamos fazê-lo.

BD: Ele não está mais no Observatório Naval. O outro foi o astrônomo-chefe do Observatório, um homem brilhante, com o nome de Robert Harrington.

KC:  Certo.

BD: E Harrington deu uma entrevista ao Zecharia Sitchin alguns anos atrás, eu acho que foi mais ou menos em 1991, e ele disse diretamente:

Dr. Sitchin, estamos interessados nisto, porque isto se liga perfeitamente com o trabalho que você fez sobre os sumérios e o antigo planeta Nibiru. Ele disse: Nós o achamos. É real. Temos fotografias dele. E, diz ele, do que descobrimos, ele é um planeta bastante agradável.

É cerca de duas vezes e meia o tamanho da Terra. Certamente, ele está vindo em direção ao sistema solar, o centro do sistema. Nós concluímos tudo sobre ele, exceto que não temos um nome para ele.

E Zecharia disse: Ele já foi nomeado. Ele disse: Você simplesmente pode chamá-lo de Nibiru, como os sumérios o chamaram... O Planeta da Travessia.

KC: Hum, hum.

BD: Bom, a Sra. Sitchin e eu estávamos de acordo. Eu sinto falta dela. Ela morreu há cerca de um ano. Ela estava convencida de que Robert Harrington tinha morrido porque alguém o tirou do caminho, pois ele teve a coragem de se pôr à mostra e conceder a Zecharia esta entrevista. 

Eu não sei se você viu ou não. Está na fita.

KC: Não, eu não o vi, mas nós entrevistamos Luca Scantamburlo sobre este assunto e ele também falou sobre Robert Harrington.

BD: Sim. Bom, Harrington deu a entrevista para Zecharia, e está num vídeo chamado Are We Alone? (Nós estamos sozinhos?) E eu acho que você pode pegá-lo na conferência na próxima semana.

KC: OK.

BD: Eu tenho uma cópia. E eu mandei uma cópia para Neil Freer, que é um homem que você deveria  entrevistar.

KC: OK. Bom, estamos em contato com Neil. Ele é um cara muito interessante. Ele é um cara brilhante.

BD: Ele é brilhante. Ele simplesmente se apresentou recentemente e admitiu que ele tinha uma íntima inter-relação com inteligência extraterrestre desde que era criança.

KC: Bom, ele está sempre falando sobre os Anunnaki. Eu sei disso.

BD: Bem, ele escreveu um livro chamado Breaking the God Spell (Quebrando o Feitiço de Deus). E ele tem apoiado o trabalho de Zecharia há anos.

BR: Eu tenho uma pergunta, Bob, se me permite, sobre a origem desta informação, no sentido de que o trabalho Zecharia Sitchin é muito bem documentado e muitas pessoas assistindo a este vídeo vão estar muito familiarizadas com os livros dele e com todas os comentários inteligentes sobre isso.

Você está dizendo que tem informações adicionais, baseado em seus contatos dentro da Rede dos Old Boys? Ou você está fazendo uma apresentação elegante de...?

BD: Muitas das minhas conclusões são minhas, sabe, e elas, em muitos aspectos, se relacionam perfeitamente com o trabalho de Sitchin, que é... Você sabe, Neil me disse...Ele diz que Zecharia realmente deveria receber o Prêmio Nobel. Mas eu não sei o que dariam a ele, em qual campo. Pois ele é um tal estudioso proeminente no que ele faz e com... The Earth Chronicles (As Crônicas da Terra) é como ele chama todos os trabalhos dele. Eu acho que há sete ou oito deles agora.

BR: Eu tenho duas perguntas. Uma delas tem um pouco a ver com a mecânica celeste. E isso é algo que eu nunca entendi. E eu já ouvi isto de... Eu já ouvi essa pergunta de muitas outras pessoas, bem como... Que se Nibiru vem do exterior do sistema solar, será como uma pedra de gelo, que não será o tipo de lugar que qualquer ser pudesse habitar, ou que quizesse viver.

E o pesquisador Andy Lloyd, que você provavelmente já ouviu falar, tem a teoria de que o que estamos vendo nas fotos, o que você se refere como um objeto alaranjado, é realmente uma anã marrom, com a possibilidade de Nibiru ser uma das luas, se você quiser.

E há muita discussão sobre como aplicar o que Sitchin parece ter dito dos aspectos práticos reais da vida numa rocha gelada fora da órbita de Plutão. E me perguntava se você sabia ou tinha algo a dizer sobre isso.

BD: Não, não é uma pedra de gelo. E sim, quando ele faz a longa viagem dele de volta para fora, ele fica tão longe do sol que o sol é, provavelmente, não mais do que um pontinho minúsculo de luz, um pontinho pequenino. E você pensaria que seria naturalmente gelado.

Não, ele... Aparentemente o planeta, como muitos planetas nesse sistema, gera o próprio calor. Ele tem no núcleo um sistema gerador de calor muito parecido com o nosso.

Nós temos um sistema dentro do núcleo desse planeta que é um...  que foi descrito como uma reação termonuclear, muito semelhante ao sol. Agora, a maioria da vida, todas as dádivas e toda a beleza da vida no planeta vem do nosso curso em torno deste sol lindo.

Mas eu não acho que Nibiru é uma pedra de gelo. Não. Eu acho que, em primeiro lugar, que provavelmente ele gera suficiente calor próprio e eu acho que eles provavelmente têm, de fato, criaram por si mesmos, com a tecnologia avançada que possuem, uma espécie de esfera Dyson. Você está familiarizado com isso?

BR: Hum, hum.

BD: Você sabe o que, o astrônomo britânico brilhante, eu acho, Freeman Dyson, disse há alguns anos que uma tecnologia extremamente avançada teria a capacidade de envolver o planeta e manter não só o calor, mas a atmosfera. E eu suspeito que os Anunnaki fizeram isso a Nibiru. E eles provavelmente fizeram isso... Meu Deus... centenas ou milhares ou talvez milhões de anos atrás.

Assim, o planeta... Eu acho que a cor dele, a cor vermelho-dourada, é um resultado desse envelope de casca de ouro que eles criaram. Eles criaram para si uma esfera de Dyson em torno doplaneta deles. E eu suspeito que qualquer outra tecnologia avançada pode fazer o mesmo, simplesmente porque faz sentido. É uma coisa prática.

BR: Se eles tivessem esse grau de habilidade em engenharia, por que eles apenas não vivem em Marte, em vez de deslizarem através do sistema solar?

BD: Bom, eles não eram os ocupantes originais de Marte.

BR: OK.

BD: Usaram Marte como um local de parada, eles o reativaram. Concordo com Zecharia sobre isso, que eles reativaram a central de paradas, a estação deles de parar lá. Eles costumavam parar em Marte no caminho para cá.

Portanto, eles nunca foram, eu não acho, os habitantes originais de Marte.

BR: Não. Eu gosto do que você está dizendo.

BD: Há poucos remanescentes dos habitantes originais de Marte. Existem ainda algumas indicações que eu estive examinando e obtive alguns dados, que estamos sendo anfitriões para um bando de marcianos aqui no planeta. Eu estou falando da espécie original.

BR: Você sabe alguma coisa sobre a espécie original de marcianos? Ou, você já...

BD: Além de... A única coisa que... Eu falei com um par de observadores remotos que aparentemente já foram capazes de ficar cara a cara com eles, por assim dizer, e eles terminaram ficando muito parecidos com os índios americanos.

BR: Hum, hum. OK.

BD: E eu posso ter encontrado um marciano. [rindo] Eu conheci tanta gente estranha na minha vida.

BR: Certo. Quer dizer, eu entendo isso muito bem para não rir de um comentário como esse. Isso é certo, então...

Acreditem nisso ou não, era para ser uma questão menor. Eu tenho uma mais importante, algo que eu achei que você poderia querer falar. Ou, talvez não o tenha entendido um pouco antes, creio eu, em uma conversa que Kerry tinha relatado a você.

Alguns pesquisadores sérios, Linda Howe, Jim Marrs, muitas outras pessoas, estão realmente suspeitando que possa haver uma invasão alienígena como um trote, como uma espécie de grande evento 911 (relativo ao 11 de Setembro) no céu.

BD: Você está falando sobre uma espécie de situação de operação secreta?

BR: Operação secreta, sim. E...

BD: Se nós levássemos isso a cabo... Se qualquer um dos nossos estúpidos idiotas lá  pensam que podem ter sucesso com isso, eu acho que eles fariam, sem dúvida, a eles mesmos de tolos. Porque eu não acredito que isto funcionaria. Eu não acho que você pode fazer isso quando você tem o poder real lá fora, que não permitiria que isso acontecesse!

BR: Não é bem uma "invasão", mas uma grande exibição no céu para criar medo e fazer você acreditar... para controlar... como Carol Rosen disse que foi sempre dito a ela por Wernher von Braun, há muitos anos.

BD: Sim, Wernher compartilhou isto, aparentemente, antes de morrer, que ele... Foi um dos programas que o governo, na época, estava levando em consideração. Eles tinham esses pequenos projetos nos quais eles vinham trabalhando o tempo todo. Essa guerra, aquela guerra, a quebra da bolsa... este, aquele, vocês sabem... todas essas pequenas coisas de mágico, enquanto eu estou lhe mostrando essa mão, eu estou metendo a outra no seu bolso.

Eles podem ter tido isso em mente nesse momento, mas eu não acho que eles estão pensando nisso agora a sério, porque eu acho que os nossos chamados Poderes Que Sejam - que é uma piada - estão em relação tão estreita e em conluio com o poder real [aponta para cima], que nunca iria funcionar. Eles nunca permitiriam isso. 

É tal como eles [aponta para cima] não vão permitir uma guerra termonuclear.

BR: Sim.

BD: Há muitas propriedadess valiosas aqui! Não só essa rica mina de ouro da genética humana. Como um reservatório amadurecido que somos, de genes e... Deus! A espécie inteira mais todos os outros da fauna e da flora... este é um planeta valioso. E eles o adoram. Eles são os donos!

Nós nunca o possuímos. Apenas vivemos nele. Eles cultivam a gente, por assim dizer. Deus! [suspira] [Kerry ri]

Charles Forte estava certo, em algum grau. Somos propriedade. E vamos permanecer propriedade até que cheguemos a um ponto em que podemos literalmente levantar e dizer: Tudo bem. Agora nós vamos fazer isso nós mesmos. E provar isso para o universo.

Estamos lidando com um universo cheio de vida! E a maioria está muito além da nossa própria! Eu usei uma analogia uma vez. E eu disse: Eles olham para nós como olhamos para os caçadores de cabeça na Nova Guiné.

Agora, você já viu os filmes da History Channel (Canal de História, na TV) e tudo o mais. Eles estão nus. Eles estão correndo por aí com essas coisas idiotas no pênis e, vocês sabem, ossos através deles... o quer que seja. Patéticos, tristes, selvagens primitivos. Eles não devem ser temidos. Eles não devem ser abusados. Eles devem ser nutridos e cuidados.

Bom, a diferença entre alguns deles lá fora [apontando para cima] e nós é a diferença entre nós e esses coitados na Nova Guiné nas florestas tropicais.

Agora, eu brinquei sobre isso e, então, eu aprendi mais tarde que não era realmente uma comparação muito precisa. Soube mais tarde que eu nem sequer chego perto de uma comparação apropriada! Essa comparação real entre muitos deles [aponta para cima] lá fora e nós, está mais perto de como nós nos sentimos em relação ao chimpanzé.

E, Bill, se você permitir que a sua mente faça essas viagens, e eu sei que você permite, existem criaturas e formas de vida lá fora, que são literalmente semelhantes a deus. Muitos dos observadores remotos que as encontraram, e eu vi algumas delas, as consideram como transcendentais.

Eles se manifestam como formas de vida de energia viva, formas de luz. Eles são do mesmo tipo dos que apareceram quando Jesus estava andando por aí. Provavelmente o mesmo tipo de gente que apareceu para o pobre... quem mesmo? Joseph Smith. Eu conheço a história de fé mórmon. O pobre Joe teve um evento acontecendo no quarto dele, onde dois seres fulgurantes, bonitos, altos, cintilantes, iluminandos, de pura luz brilhante apareceram. Esses eram transcendentais.

Agora, a diferença entre eles e nós é a mesma que a entre nós e o macaco Rhesus. [Bill ri]  Então, eu acho que estou chegando perto. Talvez não. Mas, estou pensando que estou chegando perto de uma analogia que pode ser mais realista.

Eu não tenho nada além da esperança, porque eu sou um ser imortal. Eu sou uma forma de vida infinita. Se você pudesse me ver do jeito que eu realmente sou, Bill, não seria neste corpo patético com a...

BR: É apenas o nosso corpo que estamos descrevendo.

BD: Ah, isso é certo! Você sabe, esta é apenas a casca. Eu tenho isso por 79 anos. Eu usei-o mal e eu tenho abusado dele ao longo dos anos. [Kerry ri] E eu estou começando a aprender as lições, o preço por isso. Mas se você pudesse me ver como eu posso ver você... Somos seres de luz brilhante.

BR: Sim.

KC: Certamente que sim. Bem, OK. Eu tenho uma pergunta para você, porque ele [ou seja, Zecharia Sitchin] publicou um livro chamado de End of Days (Final dos Tempos).

BD: Sim.

KC: E, nesse livro, ele realmente fala sobre Nibiru e o retorno dele. Mas ele não diz o que é que realmente vai acontecer dessa vez.

BD: Ele diz que... Ele pensa que é por volta de 2060. Essa era a estimativa dele.

KC: OK. Então, de onde vem essa informação que você tem, e 2012... Como vamos colocar tudo isso junto? Porque eu vou dizer algo sobre o que você está nos dizendo... porque é evidente que você é como o próprio analista de inteligência. Você certamente tem um incrível histórico. Você pode correlacionar e tal. Mas você também tem alguns contatos de dentro dos projetos secretos. E você ainda tem contato com os Anunnaki, como você disse. Tudo bem?

Então, de onde estás recebendo os seus dados? E eles estão dizendo alguma coisa específica sobre o que vai acontecer em 2012? Porque eu não estou tão certa sobre a conclusão do Zecharia.

BD: Ele disse 2060, mas, aparentemente, pode ser antes disso. O Ministério da Defesa está muito preocupado com isso. Há seções inteiras do Ministério da Defesa que estão trabalhando sobre esse assunto, em particular.

A grande questão é: Nós e ele estaremos do mesmo lado do sol, ao mesmo tempo? E, alguns dos nossos observadores remotos concluíram que sim, que vai acontecer desta vez, e estaremos do mesmo lado do sol ao mesmo tempo.

E se o observadores remotos... E eles estão obtendo as informações de ETs e muito da minha informação é da mesma fonte. E, sim, estamos em maus momentos.

KC: E estamos falando de enquanto ainda estamos aqui no planeta, porque eu não sei se estaríamos vivos em 2060.

BD: Bom, eu não sei se ainda estarei aqui ou não. Você sabe, eu vou fazer 80 em março e, eu tenho uma passagem de ida.

KC: Certo.

BD: Ela está carimbada. Eu já a paguei. Estou nove anos além da minha garantia!

KC: [rindo] Não, mas eu acho que você ainda viverá muito tempo. Então, o que... OK. Então nós temos esta coisa interessante acontecendo e nós temos... Temos uma repressão enorme e isso tem algo a ver com o Planeta X.

BD: Sim.

KC: Foi feito de chacota. É uma coisa incrível!

BD: Ah, o ridículo é [abana a cabeça]...

KC: Eu quero dizer, eu acho que supera até mesmo o ridículo dos ET.

BD: Ah, isso supera! Isso supera.

KC: Eu acho que isso é tão forte. E isso realmente veio, eu diria, do Vaticano

BD: Hum, hum.

KC: Então, número um, por que eles estão com tanto medo? E, número dois, você já ouviu a teoria de que, basicamente, o que tem que acontecer é, ser colocado um escudo protetor ao redor da Terra, tal que, desta vez, realmente não haja o impacto que teve no passado?

BD: Eu ouvi esse boato, de passagem, e existe a tecnologia para isso. O que eu suspeito é que muito do que acontecerá, será permitido suceder. A Terra não vai ser destruída e a raça humana não vai chegar ao fim. Mas será um período difícil, quando começar. E deixe-me dizer-lhe, já começou.

A reação do sol é uma resposta clara da presença deste outro corpo. Agora, esse outro corpo já foi fotografado por telescópios no sul doChile e na Nova Zelândia.

Eu pedi a Marcia para procurar nos arquivos dela. Eu tinha um artigo de um bom amigo que publica uma revista em Roma. Adriano. Eu não sei se você sabe sobre Adriano Forgione. Jovem brilhante.

KC: Sim.

BD: De qualquer forma, ele tem ligações com o Vaticano. Ele tem bons amigos que são padres jesuítas e astrônomos. E o Vaticano está preocupado com isso. Seja como for, Adriano mandou-me um artigo, incluindo duas fotografias que foram tiradas de Nibiru - já! - Tomada por, primeiramente, penso eu, este observatório no Chile.

Mas eles também tiraram fotos num observatório na Nova Zelândia. Assim, agora ele está perto o  suficiente, permitindo que os telescópios ópticos tirem fotos dele e eles estão estudando as fotos cuidadosamente para tentar descobrir... como que é que eles chamam isso... a mecânica celeste de como tudo se move.

Bom, se nossos observadores remotos estão corretos e os ETs deram-nos alguns avisos sobre ele, vai ser uma passagem difícil. Porque nós e ele vamos estar no mesmo lado do sol ao mesmo tempo. E isso significa que haverá muita destruição.

Agora, eles têm a tecnologia. Estamos falando não apenas dos Anunnaki. Há inteligências lá fora, que começaram há bilhões de anos. E eles têm uma tecnologia que os coloca em uma categoria que Kaku chamaria de uma Civilização do Tipo III.

KC: Hum, hum.

BD: Então, uma Civilização do Tipo III tem a tecnologia para atenuar ou minimizar a passagem de Nibiru. Agora, se eles farão isso, como você diz, colocar um escudo protetor em torno dele...

Nibiru fez isso por si mesmo. Eles têm um escudo protetor em torno do planeta que é por isso que nas fotos ele aparece numa espécie de cor ouro-avermelhado. E aparentemente é por isso que eles vieram aqui por causa do ouro em primeiro lugar. Porque eles estavam perdendo a atmosfera e eles precisavam colocar partículas de ouro na atmosfera, para manter a atmosfera de... Vocês sabem, eles vão em uma viagem longa pelo espaço.

KC: OK, mas os Anunnaki estão aqui, você disse. E ainda, os Anunnaki também estão supostamente em Nibiru. Ou, o que você está pensando? Ou, o que as suas fonte estão dizendos sobre isso?

BD: A civilização Anunnaki está sobre o planeta, mas os Anunnaki estão neste planeta, assim, como em todos os malditos lugares... sob o mar. As instalações de que sabemos... dentro do Monte Hayes, no Alasca, no interior do Monte Perdido nos Pirineus. Há um bem no meio da Austrália, que está perto... qual, Alice Springs. E qual é a instalação lá?

BR: Pine Gap. 

BD: Pine Gap! Sim. Obrigado, meu amigo. Pine Gap.

BR: Você se refere aos...

BD: E o que acontece ser uma instalação R&R, de acordo com os observadores remotos.

KC: O que é a R&R? Me desculpe...

BD: Descanso e relaxamento (Resting and Relaxing - R&R). [Kerry ri] É o que usamos para chamá-la no serviço militar, quando...

KC: A instalação R&R é para quem? Para os Anunnakis?

BD: Para os ETs e os Anunnaki. Sim.

KC: Pine Gap.

BD: E eles estão lidando com seres humanos, eles precisam descansar e relaxar! [Kerry ri] Mas, de qualquer forma, o boato é que Pine Gap é, essencialmente, uma instalação R&R.

KC: Você já esteve lá?

BD: Eu fui a Austrália. Eu não fui ao Pine Gap, não. [sorri]

KC: Você mentiria para mim?

BD: Às vezes, talvez, mas não agora, não.

KC: OK.

BD: Não, eu não estive no Pine Gap.

Muito do meu trabalho tem sido o resultado da análise, triagem e avaliação do trabalho dos outros. Isso é o que faz um analista de inteligência, colhe dados de uma variedade de fontes.

Mas tenho algumas informações que foram fornecidas pelas fontes de dentro do governo dos EUA que me dizem que sim, eles estão profundamente preocupados com isso. E eles estão muito preocupados com isso. E eles não sabem o que fazer sobre isso, porque não temos o poder de fazer alguma coisa sobre isso!

BR: É a data prevista, o melhor tempo que lhe foi dado a entender pelas suas fontes, nos próximos anos, ao invés da estimativa de Sitchin de 2060?

BD: Bem, deixe-me lhe dizer algo sobre... Você está falando de 2012?

BR: Eu estou falando... Bom, há alguns sérios pesquisadores do Planeta X que dizem que nós vamos ver a coisa no próximo ano, e as coisas podem estar começando...

BD: Eu acho que você poderá vê-lo no próximo ano, mas eu não acho que você terá toda a destruição até, aproximadamente, 2020. Você terá um aumento de fatores. Não vai acontecer de repente, assim. [estala os dedos] Você não sairá pela porta da frente e tudo se destruirá.

You’re going to see a series of events taking place involving our geologic structures. You’re going to have increased volcanic activity. You’re going to have increased sun spot activity. We’re at a low right now!

Você verá uma série de acontecimentos que envolvem as nossas estruturas geológicas. Você terá aumento das atividades vulcânicas. Você verá a intensificação da atividade solar. Agora estamos na baixa!

KC: Hum, hum.

BD: Mas você verá uma atividade tremenda das manchas solares. Você verá atividades geológicas enormes. O Anel de Fogo provavelmente entrará em erupção. Agora, esses serão todos os indícios de que a destruição está chegando, vocês sabem.

Você terá tempestades. Os ciclones piorarão e os furacões serão cada vez piores.Você começará a ter furacões aparecendo em lugares que eles realmente não têm incomodado por um longo, longo tempo.

Então, você terá um aumento. Não lento, mas um consistente aumento de atividades geológicas, de tempo e do sol. E você provavelmente vai...  A estimativa que eu ouvi de pessoas que estudaram isso, é de cerca de 2020.

KC: OK, mas ouvimos dizer que Sitchin, tão bem-intencionado quanto seja, está trabalhando para o governo. E no meu entendimento, eles não querem que esta informação vaze. Então, eles estão fazendo tudo ao alcance deles, para ter certeza que isso seja ridicularizado, como observamos.

BD: Kerry, o que poderia o governo, ou qualquer outra pessoa, dizer-lhe? O que eles poderiam dizer a você? Será que lhe diriam... Agarre o seu chapéu, cave um buraco, se segure? Qualquer coisa que dizessem...

KC: Bom, é para isso que as bases subterrâneas foram feitas?

BD: Bom, eu sempre tive a convicção - e eu coloquei isso junto ao longo dos anos - que a tal conhecida elite, a mais alta sociedade (como se auto-designam, vocês sabem), eles têm se preparando para o caos por muitos anos!

Inicialmente foi a ameaça termonuclear com os soviéticos - subterrâneos, vocês sabem, os abrigos anti-aéreos onde poderíamos ir. Temos nosso próprio ar-condicionado. Nós podemos ter nossas próprias fontes de alimento e nosso abastecimento de água próprio.

Esse foi um programa que começou, eu trabalhei muito de perto nisso, quando eu estava na FEMA (Federal Emergency Management Agency - Agência Federal de Gerenciamento de Emergência) há alguns anos. Eu estive em instalações subterrâneas que você não iria acreditar!

KC: Hum, hum.

BD: E há instalações em toda parte que não são conhecidas. Quero dizer, há uma grande instalação em Fort Wachuga no Arizona. Digo, uma enorme! Isso nunca vai a publico. Eu estou dizendo isso agora, mas, vocês sabem... Há uma profunda, profunda, imensa isnstalação subterrânea sob o Fort Wachuga. Eles estão em todo lugar. 

E eu fui a uma escola no Departamento de Energia no Campo Mercury, em Nevada. Essa foi a primeira vez que eu visitei o Site 51. Eu posso ter compartilhado isso com você.

KC: Hum, hum.

BD: De qualquer forma, eu fui para a escola, ah, em 1979, Escola do Departamento de Energia sobre a resposta de emergência para desastre radioativo.

KC: Então, você entrou na base subterrânea da área 51?

BD: Não, eu falei com os caras que construíram algumas delas. Eu também fiz uma viagem de ônibus ao longo da passagem de Campo Mercury, que é uma instalação de teste atômico, mais de passagem. Eu entrei na área 51, Groom Lake, pela retaguarda. E não era uma grande coisa, só uma instalação enorme. A maior parte era subterrânea. E os hangares...

KC: Então. OK. Primeiro, eles reagiram à ameaça soviética e tudo isso, e a nuclear...

BD: Vai aumentar lentamente e já começou sutilmente. E eles não querem falar sobre isso. Ninguém quer compartilhá-la. Quero dizer, olha, pelo amor de Deus, o véu que eles mantêm sobre a realidade da atividade dos ET, na Lua e em Marte!

KC: Hum, hum.

BD: Com o fator ridículo e o véu descendo... Eu acho que Robert Harrington perdeu a vida porque ele falou demais. Ele disse: Ah, parece ser um planeta bastante agradável e nós sabemos sobre ele, e tudo o que precisamos fazer é nomeá-lo. E, então, abençoado seja... Vocês sabem, ele nunca tinha tido um problema cardíaco, mas em um ano, ele morreu de um ataque cardíaco.

Vocês sabem, quando Ike encontrou-se com aquela multidão em Muroc, que agora é Edwards...

KC: Certo.

BD: ...em 1954, ele se encontou com os Anunnaki.

KC: Hum.

BD: Pobre Ike, não muito tempo depois, teve um ataque cardíaco. Foi mais do que ele era capaz de lidar. O choque daquela realidade causou dano a ele.

KC: Hum.

BD: E essa é uma das razões pelas qual o Relatório Brookings chegou à conclusão que chegou! Você não pode dizer a essas pobres pessoas lá fora tudo isso. Eles não conseguiriam lidar com isso! Bom, besteira. Eles podem lidar com isso! Caramba... Os seres humanos podem lidar com qualquer coisa.

KC: [ri] Eu tenho que concordar com você.

BD: Eu quero dizer, nós temos ido ao inferno ao longo dos séculos.

KC: Sem dúvida.

BD: Nós podemos lidar com Átila, o Huno, e Adolf Hitler; nós podemos lidar com qualquer coisa. Nós fomos configurados para lidar com qualquer coisa. Nós não fomos projetados para viver muito tempo, mas, novamente, isso é outra estória.

KC: Certo.

BD: De onde vocês acham que esta efusão enorme de conhecimento sobre a dupla hélice, o nosso ARN, o nosso ADN e tudo isso, surgiu? Existe alguma ligação com o fato de que, talvez, em primeiro lugar, agora temos uma relação com os caras que originalmente nos conceberam?

KC: Claro.

BD: É claro que temos. Estamos agora no processo de reformulação e de engenharia de nosso próprio ADN. E nos foi dito como. Foi nos mostrado como. E graças a Deus eles estão compartilhando isso com a gente agora, porque a primeira vez que o pobre do velho Adão e Eva quiseram o conhecimento, eles foram jogados para fora do Jardim, por assim dizer, sabe?

E isso é outra coisa que eu quero falar brevemente... é que não há tal coisa como pecado original. E isso é um pote de exterco que foi enfiado pela nossa goela abaixo por milhares de anos. Não existe tal coisa como pecado original. A raça humana nunca caiu. Foi empurrada! [Kerry ri]

E essas espécies que você e eu somos parte, esta linda, maravilhosa, incrível raça de seres humanos tem futuro. E está nas estrelas. E vamos lá para recuperar o nosso lugar de direito, onde deveríamos estar em primeiro lugar.

KC: OK. E isso entra no Programa Espacial Secreto de terraformação, porque há alguma terraformação acontecendo, se preparando para o que poderia acontecer se Nibiru vier e se a Terra ficar em mal estado... Estamos falando de terraformação em Marte, talvez além. Você já ouviu coisas sobre isso?

BD: Sim, terraformação é uma arte fina. Isso vem acontecendo há milhões de anos. A própria Terra foi terraformada.

KC: Certo.

BD: Você sabe, isto foi preparado. O Jardim foi preparado para a vida. E então a vida foi semeada e tem sido nutrida desde o início. Terraformação é uma arte fina e alguns dos caras lá fora, que têm estado por aí por um bilhão de anos são muito bons nisso!

Então, você vê, eu não sei se eles estão planejando re-terraformar-nos depois de Nibiru passar. Ou se eles vão tentar ajudar a aliviar os danos ao mesmo tempo. Eu suspeitaria o último.

Talvez eles estejam planejando, através dos gênios da engenharia deles... e, meu Deus, o fato é... Sabe, que eles construíram artificialmente objetos, no espaço, nos anéis de Saturno, que têm mais de 3.200 quilômetros de comprimento! Naves espaciais de 3.200 quilômetros de comprimento! Tenho fotos. Vou compartilhá-las na próxima semana.

KC: OK. E sobre John Walson? Você está familiarizado com as fotos da nave em torno do sol?

BD: Eu ouvi falar delas, mas eu não as vi.

KC: Tudo bem. Só queria saber.

BD: Nós temos objetos... Tenho fotografias tiradas pela Apollo 13 de naves alienígenas com oito quilômetros de comprimento e eu vou mostrar às pessoas em San Jose.

KC: Maravilhoso.

BD: E essas foram tiradas pelos nossos próprios astronautas. Agora, imagine os caras na Apollo 13 - e eles estão todos, pelo que entendi, os três ainda estão vivos - e você não irá conseguir que nenhum deles admita o que captaram pelo obturador da câmera. Mas o filme está lá e o número do negativo está lá. O número do rolo está lá. E, aí está - uma fotografia da NASA de uma nave espacial de oito quilômetros de comprimento! Agora... E essa é só... Essa é pequena.

KC: Bom, vamos falar sobre os astronautas por um minuto, porque... O que está acontecendo com o Clark McClelland? E porque ele está tendo tanto problema em se apresentar?

BD: Eu não sabia que Clark estava tendo um problema.

KC: Ele está tentando escrever um livro. Ele está sem dinheiro. Passou uma época terrível. Eles não querem que ele fale.

BD: Não. Provavelmente eles não querem.

KC: OK. E, você já conheceu... Você sabe, você já falou com os astronautas? E sobre Edgar Mitchell? Você já falou com Edgar Mitchell?

BD: Eu... Eu falei, antes de ele morrer, com Gordon Cooper. Eu falei por telefone algumas vezes com Cooper. Ele até me mandou uma foto autografada de si mesmo. Eu o admirava porque ele foi um dos dissidentes, que teve a coragem de dizer o que tinha visto.

Eu conheci Ed Mitchell já a alguns anos. Toda vez que eu tive a chance de vê-lo, eu conversei com ele, e eu o considero um homem encantador. Ele é muito caloroso e extremamente brilhante.

KC: Eles têm a mente controlada?

BD: Em algum grau.

KC: As mentes deles foram apagadas?

BD: Cooper... A de Cooper nunca foi.

KC: OK.

BD: Eles nunca pegaram Gordon. E eu não acho que eles pegaram Neil Armstrong também. Mas, todo os outros, em alguns níveis, tem sido uma espécie de... Qual é a palavra que eu estou procurando aqui? [suspira] Eles foram condicionados a não falar. E em alguns casos, eles podem ter sido hipnotizados para não lembrar.

Em Dark Mission (Missão Negra), Hoagland diz - e as evidências são muito claras - que eles hipnoticamente... Interogaram é como eles chamam. Mas, supostamente, eles foram hipnotizados para ajudá-los a melhorar a memória, para recordar. Aparentemente, alguns deles tinham sido hipnoticamente aconselhados a não se lembrarem de certas coisas.

Tanto quanto eu admiro Ed Mitchell e o respeite - um cara tremendamente maravilhoso - ele admitiu publicamente na frente de outras pessoas que o tempo dele na Lua, caminhando sobre a Lua, era meio vago. Ele não pode... Ele não consegue se lembrar de tudo. E, claro, isso é triste.

Eu acho que eles nunca conseguiram com Neil Armstrong porque quando ele voltou ele deixou o programa e disse: Para o inferno com isso, eu estou fora daqui. Ele voltou para Cincinnati e começou a ensinar matemática na universidade de lá. E Armstrong não disse cinco palavras publicamente desde então.

KC: Hum, hum.

BD: E então você tem o caso de Aldrin. Agora, Aldrin teve experiências onde ele estava com amigos e o assunto veio à tona. E Buzz começaria a chorar ou ficaria enjoado.

Uma vez - e Hoagland fala sobre isso, eu acho que, no capítulo dez do livro - quando Aldrin estava em conversa com algumas pessoas e com a esposa dele, tomando bebidas e comecou a relaxar. E alguém lhe fez uma pergunta de repente, direto-ao-ponto, ele teve que correr para fora e vomitar. Ele ficou doente!

Agora, para mim isso é o resultado... e eu tenho estudado bastante ao longo dos anos para saber que isso soa como sugestão hipnótica para mim.

KC: Hum, hum.

BD: Ele foi condicionado pela hipnose a não se lembrar, ou nem sequer discuti-lo. Ele fica enjoado. E em um caso, com um grupo de amigos, do tipo velhos companheiros, ele terminou começando a chorar. Agora, isso quebra o meu coração, porque Aldrin é um bom homem. Ele foi um dos nossos melhores homens a ser selecionado para este programa.

KC: Hum, hum.

BD: Vocês sabem... Vocês conhecem a estória e isso é de conhecimento comum. Eles voltaram da Apollo 11. Eles colocaram Aldrin em um sanatório durante cerca de seis semanas. Ele estava... sofrendo de alcoolismo. Você acredita nisso? [Kerry ri]

Você acredita que um dos nossos melhores e mais corajosos, um dos melhores do programa Apollo sofreu com o alcoolismo? Absurdo!

Sabe... Aparentemente, era a programação, para ser reforçada. Agora por que um homem crescido com o histórico dele choraria como um bebê ou acabaria ficando enjoado e vomitando sobre este assunto? Isso é hipnótico, estresse pós-hipnótico.

KC: Então, o que é que há na Lua, você sabe, que é tão importante que eles querem o eliminar completamente da mente desses homens?

BD: Ah, meu Deus! As sociedades astronômicas, os astrônomos profissionais neste país, têm sido culpados de atividade criminosa! Você pode citar-me. Eles são culpados de atividade criminosa por anos por não discutir a realidade do que eles sabiam sobre a lua.

Há grandes instalações e atividades em curso na Lua o tempo todo. Não só isso, a Lua tem água. Agora, ou é um processo natural do satélite, ou é água que foi armazenada lá para uso, há sinais de vapor na forma de atmosfera no fundo de algumas crateras.

Agora, os astrônomos têm visto essas fotos, mas esse bando de imbecis desonestos não vão discutir isso. Eles estão com medo porque... Vocês sabem por quê? Noventa por cento da renda deles vem de subsídios do governo. E quando você tem um subsídio do governo, que é a principal fonte de renda, você dirá o que quer que o governo diga que você deve dizer. Ou não diga nada que o governo não queira que você diga.

Bom, de qualquer modo, há alguma atmosfera na Lua, pelo menos na base de muitas das crateras grandes. Existe água na lua. Mas há uma grande atividade acontecendo! Quero dizer, nós estamos falando sobre a atividade de engenharia.

Há naves gigantes que entram e saem das crateras. Há luzes o tempo todo. Eles notaram pontes aparecendo e, em seguida, desaparecendo. Quero dizer, eles estão muito ativos na Lua!

KC: Que tal...

BD: Mas a mesma atividade está acontecendo em Marte! Você viu minha foto, eu suponho... Não é só a minha fotografia. Mas há uma cidade do tamanho do underground de Chicago em Marte, que está gerando tanto calor que ela aparece nas fotografias infravermelhas.

KC: Você está em contato com John Lear?

BD: Eu encontrei John. Eu estive na casa dele uma ou duas vezes. Eu o visitei. Tenho um tremendo respeito por ele. A razão de gostar de John, é que ele tem sido esculhambado, como eu fui, como um dissidente idiota, sabe?

KC: Eu quero dizer, esse é o animal de estimação dele, você sabe, o projeto.

BD: Os ‘certinhos’ tem tentado ridicularizar John Lear e você não pode ridicularizar John Lear, porque ele tem fontes, algumas semelhantes as minhas, que são indiscutíveis. Ele consegue que pessoas de dentro dos projetos o alimentem de informações quase numa base regular. [Kerry ri] Eu pego a minha em partes, quando vou a conferências e quando eu conheço pessoas, sabe. Mas John recebe direto.

KC: OK. Eu tenho uma pergunta para você sobre o Instituto Arlington e o que está acontecendo e pode acontecer em outubro, porque temos uma grande quantidade de informações sobre outubro, de algo que pode ser planejado. Eu não sei se você já ouviu algumas dessas coisas.

Nós temos... Nossas testemunhas super secretas estão vindo e dizendo que a economia está sendo planejada para desabar aqui nos EUA, que...

BD: Ah, toda essa coisa foi planejada.

KC: Está certo.

BD: Tem sido logrado. Vocês sabem, isso é uma piada. E o pobre rapaz lá fora, o pobre homem trabalhador na rua, por assim dizer, está sendo regiamente ferrado! Mas, vocês sabem, essa coisa toda... Kerry, eu quase chegariai a um ponto de 90% do que chamamos de realidade - a nossa ameaça pelos russos, a invasão da Geórgia, o colapso do mercado de ações - tudo isso é planejado.

KC: Então, nos conte sobre isso. Então, nos conte sobre a Geórgia porque... OK, voltando... Eu sei que você sabe quem é o cara chefe, ou foi chefe, do Instituto Arlington. Eles estão enviando uma newsletter dizendo... convidando as pessoas para lhes contarem sonhos e visões que estejam tendo sobre outubro, porque outubro tornou-se um mês tão quente.

Em rastreamento, existe algo chamado Half Past Human (Passado Meios Humanos). Você já ouviu falar deles?

BD: De passagem.

KC: Eles estão fazendo, sabe... Eles fazem linguagem. Eles monitoram com teias de bot (um programa de software que imita o comportamento de um ser humano) a Internet toda, basicamente, monitoramento onde a linguagem está indo. Eles vêm fazendo isso desde 98, com computadores e assim por diante. E eles foram capazes de traçar, como antes de 911, este aumento de consciência enorme de que algum evento era iminente. O que eles estão captando para outubro é a mesma coisa, só que algo com efeitos de mais longo alcance.

BD: Bem, eu tenho um enorme respeito por John Peterson. Ele é um cara brilhante.

KC: Ok.

BD: Eu o conheço há alguns anos.

KC: Então, o Instituto Arlington, de repente, pergunta pelos sonham e pelas visões das pessoas sobre outubro. Por quê?

BD: Marcia... Marcia agora está mais em contato com John do que eu. Ela é uma pessoa do computador, você entende. Eu não toco nessa porcaria!

KC: Eu compreendo.

BD: Porque, como eu disse antes, eu gosto da minha privacidade. E se você está na world wide web, você não tem qualquer privacidade.

KC: OK, eu concordo com você nisso, então... OK. Mas você o conhece. E eu só estou, basicamente, ... Você está dizendo que essa coisa é planejada. Então o que aconteceu na Geórgia? O que você sabe sobre isso?

BD: Ah, foi tudo planejado.

KC: OK, então os russos foram avisados.

BD: O presidente da Geórgia fez o que fez só para atrair os russos.

KC: Certo.

BD: E eles caíram... Os russos não poderiam tê-lo ignorado, pelo amor de Deus! Ele invadiu uma das menores deles... bem...

KC: Então, qual é o propósito por trás disto? Nós sabemos o que aconteceu, mas por quê?

BD: Eu acho que... Qual poderia ser a finalidade de desviar a atenção das pessoas disso aqui para aquilo lá? Enquanto nossa economia estava caindo por terra, todos nós estavamos prestando atenção aos russos invadindo a pobre e pequena Geórgia!

Bom, os russos não invadiram a pobre e pequena Geórgia. Eles foram e bateram no pequeno pipi do Presidente da Geórgia, por assim dizer. [bate as mãos] Pare com isso! E eles foram embora, sabe.

KC: Certo.

BD: Você sabe como um mago trabalha? Ele fica na frente de você, vocês sabem... e ele está fazendo isso com esta mão, enquanto mete a outra no seu bolso.

KC: É verdade.

BD: E é isso que o governo está fazendo. E quando digo governo, não é o governo que você pensa que você tem. Não é, vocês sabem... Deus, isso é tudo uma fachada em si! O governo que temos é, provavelmente, totalmente comandado pelos Anunnaki, porque há um poder além do poder [aponta para o alto], que está manipulando as cordas.

KC: Certo.

BD: Eles se chamam de Illuminati, mas há caras acima dos Illuminati, que são os que realmente estão no poder.

KC: OK. Mas, foi nos dito que o Vaticano está por trás de grande parte disto, e que... Em outras palavras, o Vaticano está por trás do que está acontecendo nos EUA, que há um plano. E você tem os Anunnaki. Este não é um plano positivo, OK? Para derrubar os EUA.

BD: Bem, eles acham que é.

KC: Você acha que é?

BD: A idéia final é, sim, uma idéia positiva.

KC: OK, o que é?

BD: Um governo mundial.

KC: Ah, Ok.

BD: É claro, que é isso o que eles querem.

KC: Certo.

BD: E vão tê-lo, eventualmente.

KC: Certamente. Agora, você pode ter um governo mundial positivo. Certo?

BD: Mas as dores do crescimento... As crescentes dificuldades que passamos antes de chegarmos lá... Serão muito horrendas. Não só teremos que aturar essa porcaria do Nibiru, que é uma coisa real...

Mas, este processo de crescimento que nós estamos passando, eventualmente, terminará com um governo mundial, será muito doloroso! E, haverá muito sangue nas ruas antes que se acabe. Lamentavelmente, essa é a minha opinião, um fato. E isso está sendo manipulado [aponta para cima] de um nível muito elevado.

KC: OK, mas temos os "chapéus brancos" no governo dos EUA que estão realmente tentando evitar isso. Não estão?

BD: Nós temos alguns bons homens e boas mulheres que estão bem cientes do que está acontecendo e o que está transpirando. E eles estão tentando modificar, atenuar... Essa é a palavra certa? Para fazer com que essa dor crescente seja o mais indolor possível. Eles estão tentando evitar tanto sangue quanto isso poderia tomar.

O crescimento para a adolescência como uma espécie e como uma sociedade é algo como a dor do crescimento de uma criança adolescente de 13 anos que está tentando crescer. Você se lembra quando você passou por isso?

KC: Claro.

BD: Não foi divertido.

KC: Certo. Então... OK, mas vamos voltar ao essencial. O mercado acionário está quebrando. Você precisa investir em ouro e prata, se quiser permanecer vivo.

BD: O mercado de ações estava podre em seu núcleo.

KC: Certo. Mas, você está dizendo às pessoas para partirem, irem para a América do Sul?

BD: Não.

KC: Qual é o seu conselho?

BD: Eu estou dizendo às pessoas que: Você passará por alguns momentos difíceis e eu digo isso em minhas apresentações. Brincando, olho para eles e digo: Vocês estão todos condenados. Não há um de vocês que estará aqui em cem anos. Vocês estão condenados! Assim, dane-se isso. Aproveitem o passeio! [Kerry ri]

Não, eu digo às pessoas que estão interessadas em ouvir o que quer que eu tenha a dizer, que vocês irão viver alguns momentos difíceis. Isto vai acontecer. Não há nenhuma maneira de evitar. Nós não podemos continuar como estávamos, porque alguns dos nossos sistemas estão com os núcleos podres.

E, nosso sistema bancário, os programas de seguros, tudo isso... mercado acionário, Wall Street. Esses caras estavam absolutamente podres.

KC: A indústria da habitação?

BD: O setor de habitação! Que foi obrigado a falhar! Você fala de uma bolha! Foi condenado ao fracasso. Tinha de falhar. Bom, eu estou contente que isso falhou. Espero que eles aprenderam alguma coisa com isto. Agora...

KC: OK, mas nós estamos falando... Estamos falando sobre a lei marcial nos Estados Unidos? Quer dizer, do que estamos falando aqui?

BD: Você está falando de um momento em que você pode ter uma lei marcial. Está apenas a um passo a frente. Vocês sabem, que foi dada autoridade ao presidente para declará-la.

KC:  Certo.

BD: O Congresso deu essa autoridade para o presidente anos atrás. Eu mesmo perdi a noção de quanto tempo isto se deu. Mas, de qualquer modo, todos os presidente tem de fazer, seja ele quem for... e isso também não importa muito mais, porque um imbecil é muito parecido com o outro. Você tem uma "emergência nacional" e isso é declarado.

KC:  Certo.

BD: Boom. A lei marcial! Você declara uma emergência nacional que ainda não tenha sido declarada.

KC:  Certo.

BD: Mas nós estamos quase nisso.

KC: Certo.

BD: E você terá a lei marcial.

KC: OK, então não temos uma eleição. Certo?

BD: Bom, isso é... Você está pensando na surpresa de outubro?

KC: Eu não tenho nenhuma idéia. Eu estou te perguntando.

BD: Bom, eu não sei sobre isso. Eu não tenho certeza do que vai acontecer em outubro. Eu suspeito que possa ocorrer no próximo ano. Mas eu não sei...

Eu não tive nenhum sonho. Meus sonhos têm sido bastante fascinantes. Mas nenhum deles tem sido terrivelmente preocupantes. E eu sei que isso tudo está acontecendo. Isso acontecerá. É inevitável. Vem sendo orquestrado.

Os Illuminati existem. Eles estão no poder. Eles estiveram no poder durante anos. Eles vêm demonstrando esse poder desde 1913, quando eles criaram o... Que diabos é o sistema bancário?

KC: Reserva Federal.

BD: Reserva Federal, sim, que é uma corporação privada. Perdemos a maior parte em 1947. Eu não sei se você estava consciente disso, mas esse foi um grande ano. A Segurança Nacional tornou-se tudo. Tornou-se um membro da tríade.

Em 1947 nós declaramos... Fizemos a Agência de Segurança Nacional. Formamos um pacto com os britânicos, australianos, canadenses e Nova Zelândia, o Pacto UKUSA, que a maioria das pessoas nem sequer sabem que existe. O grupo UKUSA, todos nós, a Grã-Bretanha, os EUA, o Canadá, a Nova Zelândia, a Austrália são todos como isso [aperta as mãos]. Quem está na Casa Branca e quem está no Palácio de Buckingham... não importa.

KC: Ok.

BD: O poder por trás dos bastidores tem governado esta porcaria desde 1947 e Ike viu. Isto o assustou muito. Ele encontrou o Anunnaki. Isso o assustou muito. Então, eles estão puxando as nossas cordas agora, como sempre fizeram.

KC: OK, então qual é a sua solução? O que você diria às pessoas? Quero dizer, em face do futuro, na tentativa de reinventar o futuro. Certamente Marcia está trabalhando com as pessoas... para se tornarem iluminadas, para aplicar...

BD: Ela está fazendo um trabalho enorme para ajudar as pessoas trans...fazer essa transição. Kerry, não estamos apenas passando por uma transição. Estamos passando por uma transformação transcendente, literalmente... uma transformação transcendente.

Nós vamos sair dessa coisa, quando acabar, com uma espécie totalmente diferente. Nós não vamos  ser as mesmas pessoas que fomos no passado. E isso é bom! E isso vai doer. E vai ser doloroso.

E eu digo às pessoas... e eu já disse isso várias vezes: Não fique muito tenso com isso. Você já esteve no inferno antes. Você está passando por um pouco disto novamente. Mas, uma vez que termine, uma vez que você fizer essa transição, nós teremos, espero, um novo mundo, um novo futuro, um novo começo.

E eu acho que isso é o fim do Grande Ano que estamos passando. Nós estamos passando pelo fim de um ciclo de 26.000 anos.


Digo-vos que 2012... puuuft, não importa! Primeiro de tudo, Cristo nasceu sete anos antes. E isso é um fato. E se vocês não acreditam em mim, peguem Sir Lawrence Gardner, que é provavelmente um dos melhores historiadores que temos trabalhando hoje em dia. Lawrence Gardner tem os fatos. Jesus nasceu em 7 A.C., no dia primeiro de março.

Agora, se você quiser contar do nascimento dele, como nós supostamente fazemos, adicione sete anos a 2008. Você acaba com 2015. Isso é muito perto de 2020...

KC: Ah, então você está dizendo que estamos realmente no ano de 2015 agora.

BD: Estamos no ano de 2015 agora.

KC: Certo. Então, isso significa que Nibiru... Quando você diz que está vindo em 2020, será realmente, em cerca de cinco anos.

BD: Provavelmente.

KC: Então, nós estamos olhando para 2013, pelo nosso calendário.

BD: Bom, no mais tardar em 2017. [sorri] Eu vou apostar em 2017.

KC: OK.

BD: E você pode sacramentar a aposta. [risos] 2017. Agora que...

KC: OK.

BD: Isso vai dar ou levar um ano ou dois, por causa da mecânica celestial... Eles ainda, realmente, não trabalharam bem isso. Nós temos computadores que você não iria acreditar, mas eles ainda estão tentando alimentá-lo com alguns dos dados.

KC: Então, você está... Um dos observadores remotos que você está em contato é Ingo Swann?

BD: Eu não tenho estado em contacto com Ingo há algum tempo, mas eu... Kerry, que eu tenho feito alguma visualização remota.

KC: Certo.

BD: Eu até mesmo tive algumas experiências fora-do-corpo.

KC: Hum, hum.

BD: Eu tenho feito muita meditação. Quando você vai... Quando você entra nesse mundo, não há tempo, e você pode conversar com qualquer pessoa, em qualquer parte, de uma só vez. Agora, isso soa ridículo para quem não entende o que estou tentando dizer.

Quando você pisa nesse reino da intemporalidade, você vê remotamente, você sai do seu corpo, você entra em estados alterados, você medita, você está em uma realidade atemporal e infinita em que as pessoas se comunicam... Você ficaria chocada e impressionada com a riqueza de informação que está lá pronta para ser explorada. Os antigos costumavam falar sobre os Registros Akáshicos.

KC: Hum, hum. 

BD: É real. É real! E não é apenas sobre o passado, porque, Kerry, não há passado, nem há um futuro. Há apenas um eterno agora. E um físico sentado aqui nesta sala diria, Lenga-lenga! Porque eles não entenderiam por um minuto o que eu estou tentando falar. Mas, o velho Ingo entenderia.

KC: Sim. Certamente. Bom, eu tenho alguns desses lugares para mim, esse de que você está falando.

BD: Eu o sabia! Você vê...

KC: [rindo] E então, eu tenho que dizer que você está totalmente certo e é um prazer incrível para nós ouvir isso de você mesmo.

E Eu... Você sabe, eu também gostaria de, neste momento, só para concluir, perguntar se há qualquer coisa que nós não cobrimos aqui que você gostaria de falar? E, então, naturalmente, também gostaríamos de convidar Bill para lhe fazer algumas perguntas.

BD: Nós dançamos ao redor de um monte de coisas nas últimas horas. Eu gosto disto. Gosto de conversar com vocês dois. Vocês são pessoas agradáveis.

Como eu disse, eu sou um velho excêntrico, e se você me ligar e me soltar, não tem como dizer onde eu posso acabar. Eu tenho 79 anos de estrada. Eu fiz uma dúzia ou duas viagens previamente que, surpreendentemente, lembro-me muito bem.

Quando você começa a entrar nesse reino eterno, você adentra nesse infinito de que somos todos parte, as memórias de outras vidas, as vezes, inundam você. Ah, Deus! As coisas que eu vi, as coisas que eu fiz, os lugares que eu fui... esta vida... são uma espécie de choque. As coisas que eu fiz, os lugares em que eu estive, as vidas que eu vivi antes são inacreditáveis.

Eu... Eu não estou me gabando. Esta não é uma ostentação. Mas eu sou uma alma velha. Eu tenho estado nesse planeta há muito tempo. E, eu, surpreendentemente, me lembro. Algumas das memórias que eu preferia não ter, porque elas são dolorosas.

Droga! Tenho lembranças da Suméria. Eu conhecia os Anunnaki naquela época, trabalhava com eles. Eu era um dos produtos deles. Eu os conheço agora. E eu não tenho nenhum medo.

E, finalizando com isso, eu gostaria de dizer para quem quer que esteja prestando atenção: Se livre do medo. Você não tem nada a temer. Você é imortal, um ser eterno que tem um futuro infinito num universo glorioso que é tão cheio de beleza e de luz que nós neste planeta pequenino não conseguiríamos entender. [de punhos cerrados]

Mas eu digo para as pessoas, Não tenha medo, pelo amor de Deus! Reuna-se com os que você ama. Espalhe amor a sua volta e siga para o amanhã com coragem, porque você já passou por um inferno muito pior antes. 

Então, tenha esperança. Ame o próximo. E tenha coragem. E isso é realmente tudo o que tenho a dizer.

KC: Bem, obrigado, Bob Dean. É realmente uma honra e um prazer. 

BD: Obrigado, Kerry Cassidy. Eu apreciei cada minuto dele.


FIM DA ENTREVISTA.