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sábado, 5 de novembro de 2016

Stephen Hawking vai apurar megaestrutura alienígena em estrela



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Um dos mais famosos astrofísicos do mundo, Stephen Hawking, confirmou nesta semana que está focado em projeto com a finalidade de examinar uma estrela curiosa com o rádio-telescópio Green Bank através do projeto Breakthrough Listen. O projeto conta com a parceria do fundador da rede social Facebook, Mark Zuckerberg.

De acordo com o site TN Online, Hawking dá apoio atualmente a uma equipe de cientistas para análise de uma possível "megaestrutura alienígena" orbitando a estrela de Tabby ou estrela do "gato malhado", como também é chamada pelos astrônomos. O padrão intermitente de luz do corpo celeste intriga os astrônomos.

O projeto com orçamento de £ 81milhões (cerca de US$ 100 milhões) objetiva apurar o comportamento misterioso da estrela denominada tecnicamente de KIC8462852.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Bergrun Norman e os anéis de Saturno

Fotos tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble em 1996
Sólon: Terremoto de 7.4, rebaixado para 7.2, em Vanuatu. Alerta de Tsunami iniciado, mas já cancelado.


Original: Pictures of Evacuation Craft out by Saturn/Nexus

Tradução: Sólon

Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e a super tecnológica Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar. 

Em uma entrevista com o Dr. Norman Bergrun por um pesquisador e jornalista da Revista UFO foi divulgada a notícia de que:

O SINAL RECEBIDO PELA SONDA CASSINI VEIO DAS NAVES ALIENÍGENAS EM ÓRBITA EM SATURNO!

Quem é Bergrun Norman

Bergrun trabalhou como pesquisador na NASA por 12 anos - então a Lockheed Missiles and Space Company (agora Lockheed Martin), onde foi responsável pelo planejamento e análise de testes de vôo para o lançamento do míssil Polaris da Marinha. Durante seus treze anos de Lockheed, também serviu como um cientista responsável pelo satélite e aplicações espaciais.

Norman Bergrun realizou um estudo detalhado das imagens das sondas espaciais da NASA Voyager 1 e Voyager 2, e imagens relacionadas com os anéis de Saturno. Ele descobriu como os anéis são formados por radiação eletromagnética dos veículos emergentes gigantes (EMV) e que estes são controlados por uma forma de inteligência extraterrestre.

Em um estudo publicado em seu livro "Os Construtores de Anéis de Saturno", ressalta muitas pesquisas efetuadas sobre fotos coloridas de Saturno, mas a fonte era a NASA. Parabéns ao Dr. Bergrun da comunidade de investigação, para seus milhares de horas de estudo e documentação das suas conclusões.

Em Saturno estão gigantescas Naves Espaciais!

"Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e a super tecnológica Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar. E não só isso!

A presença de tais veículos ET é certamente um dos mais importantes... Segredos das descobertas feitas no espaço.Grandes veículos cilíndricos, pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida e altamente sofisticada, e estes também estão presentes nas regiões de Marte e da Lua ". (N. Bergrun)


Uma sombra enorme de uma espaçonave alienígena que se projeta sobre o solo de Marte
Em 1996, nosso grande telescópio espacial Hubble estava à procura de novas luas em Saturno e Júpiter. Mas naquele dia, o telescópio foi capaz de tirar fotos infravermelhas de Saturno e nas fotografias foram descobertos veículos misteriosos de origem desconhecida, que poderiam ser Naves Mães ou não, algum tipo de grandes naves de transporte alienígenas.

Uma dessas naves misteriosas parece ter um diâmetro próximo ao da Terra e outra tem mais de 80 mil quilômetros de comprimento! 

Em seu livro "Os Construtores de Anéis de Saturno", o Dr. Norman R. Bergrun, em colaboração com Walter Vincenti, emérito professor de aeronáutica e astronáutica da Universidade de Stanford, descreveu que os anéis de Saturno de fato não são totalmente naturais, mas artificialmente construídos a partir das gigantescas espaçonaves cilíndricas ET - veículos que circulam nos arredores de Saturno . Quem está fazendo, criando esses anéis e outros dispositivos artificiais em nosso sistema solar? Qual é a razão para tudo isso?

Não se esqueça que o Coronel Philip Corso, em 1947 teve um encontro com um ser ET. Neste encontro, Corso perguntou de qual planeta eles vieram, e quais eram os seus objetivos. A resposta foi a seguinte: Nós somos "OS CRIADORES", mas também somos chamados de IGIGI. Eles são, portanto, os criadores de mundos? Se lermos os textos antigos Sumérios (Enuma Elish), os famosos Nephilim foram descritos como criadores e os Guardiões do Universo.


Não parecem querer nos contatar por agora. Mas algo está se movendo na direção certa.

Nós todos sabemos que estes seres - as civilizações extraterrestres - altamente avançados, podem criar coisas maravilhosas em nosso sistema solar. E é de grande ajuda ter veículos que podem ser medidos diâmetros dos planetas como a Terra.

Um veículo ET de uma escala tão grande, tem capacidade para suportar uma civilização inteira. Eles também podem criar imensos anéis em torno de planetas, como Saturno, ou Júpiter, luas ou satélites, ou criar em torno de si. 

Parece que fazemos parte deste grande projeto.

Massimo Fratini

VIDEO DO YOU TUBE COM AUDIO DO SINAL ALIENÍGENA.


O sinal original pode ser baixado diretamente da sonda Cassini da NASA:


Este é o link para o artigo:

http://babelfish.altavista.com/ Aqui está o babel Inglês deste artigo a partir babelfish: Aviso que diz que os navios que foram observados em torno de Marte e da Lua (Luna) também.

Solange C. Ventura

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Terremotos em Marte podem ser chave para vida, dizem cientistas



© Fornecido por New adVentures, Lda.


Terremotos marcianos poderiam produzir quantidade suficiente de hidrogênio necessária para existência de vida microbiológica nas profundezas do planeta vermelho, que se alimentariam do gás produzido. A informação foi divulgada na revista Astrobiology.

"Nossos colegas demonstraram que o hidrogênio pode ser produzido no momento da quebra das rochas durante o sismo, em resultado do choque entre as rochas. Nós descobrimos que tais atritos geram suficiente hidrogênio para suportar o crescimento de micróbios nas fraturas mais ativas", relata Sean MacMahon da Universidade de Yale (EUA).

McMahon e seus colegas chegaram a esta conclusão surpreendente, estudando a composição química dos fluidos gerados nos subsolos de Marte, mais precisamente nas proximidades das falhas tectônicas, onde recentemente foi observada atividade sísmica e caíram asteroides e meteoritos.

A presença de hidrogênio em todas as amostras de rocha, de acordo com McMahon e seus colegas, indica que hidrogênio é sempre formado em atividade tectônica do planeta, tal como terremotos, e o volume de hidrogênio deve ser suficiente para manter oásis clandestinos de micróbios que se alimentam de CO2 e hidrogênio.

Muito em breve será possível testar esta teoria – a sonda InSight vai para Marte em 2018. O sismômetro da sonda vai ajudar aos cientistas a desvendar as propriedades dos terremotos em Marte, sabendo se tais fenômenos são capazes de preencher o subsolo do planeta vermelho com quantidade suficiente de hidrogênio. As informações são da Sputnik News Brasil.

domingo, 18 de setembro de 2016

Estranho sinal extraterrestre anunciado pelo SETI intriga cientistas



Poderia ser uma tentativa de comunicação de vida inteligente? O que os cientistas dizem sobre o estranho sinal?


Um sinal intenso e estranho, vindo de uma estrela como o Sol, foi detectado pelos astrônomos, que por sua vez, estão tentando descobrir o que ele significa.

Apesar da notícia ter sido divulgada agora, a detecção foi feita há muito tempo, em maio de 2015, através de um rádio telescópio na Rússia, operado pelo Instituo de Busca por Vida Extraterrestre Inteligente (SETI). O sinal, de acordo com o comunicado oficial, parece se originar de HD 164595, um sistema de estrelas situado a cerca de 94 anos-luz da Terra.


Os astrônomos ainda não publicaram um estudo sobre tal detecção, que ainda deve ser discutida no 67° Congresso Internacional de Astronáutica (IAC), em Guadalajara, no México, de acordo com Paul Gilster, do Centauri Dreams.



Rádio Telescópio RATAN-600, localizado na Rússia, responsável pela detecção do estranho sinal de HD 164595.


Os astrônomos já sabem que HD 164595 abriga um planeta com massa equivalente ao nosso gigante Netuno, mas que ele orbita sua estrela numa proximidade maior do que aquela que seria ideal para suportar a vida como conhecemos. No entanto, é possível que existam outros mundos ainda não descobertos no sistema, disse o astrônomo Seth Shostak, do Instituto SETI.

Os cientistas responsáveis pela detecção são pesquisadores respeitados, e o sinal, segundo eles, é forte o suficiente para ser distinguido de um ruído aleatório. Além disso, o sinal é consistente com aquilo que poderíamos esperar de uma civilização extraterrestre inteligente, disse Seth. "E se realmente foram alienígenas que enviaram esses sinais, certamente eles são muito mais avançados do que nós", acrescentou.


"Com base nas características do sinal recebido, a hipotética civilização extraterrestre teve que gerar cerca de 100 bilhões de bilhões de watts de energia para lançá-lo em todas as direções. Por outro lado, se a intenção seria de enviar o sinal na direção da Terra (por alguma razão), eles teriam que produzir mais de 1 trilhão de watts", disse Seth. "O primeiro número é centenas de vezes mais intenso do que toda luz solar que incide sobre a Terra. Essa é uma conta de energia muito grande."

O Instituto SETI mirou o Allen Telescope Array (ATA), um sistema de rádio telescópios localizado na Califórnia, EUA, na direção de HD 164595, e novas observações devem ocorrer futuramente. Os astrônomos estão apreensivos com os resultados dessas pesquisas, mas por outro lado, Seth suspeita que há chances do sinal não ter origem em uma civilização avançada.



Allen Telescope Array, Califórnia, EUA. 
Por exemplo, é possível que seja uma interferência causada por um satélite em órbita da Terra, ou por um objeto mais próximo. Segundo Seth, sua aposta no momento seria alguma interferência que tenha causado o estranho sinal.


Outra possibilidade, muito possível, é que nós nunca saberemos. A equipe responsável pelo rádio telescópio russo já observava o sistema HD 164595 há algum tempo antes de detectar esse estranho sinal. Mais precisamente, eles fizeram 39 observações, e o sinal foi detectado apenas uma única vez. "Se ninguém conseguir detectar esse sinal novamente, é provável que ele se torne mais um grande mistério ao estilo do famoso Sinal Wow, de 1977", disse Seth.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Misteriosa pedra alienígena é encontrada na Suécia



Cientistas acreditam ter encontrado o primeiro exemplar do chamado meteorito "extinto", em uma pedreira na Suécia.

A pedra alienígena, do tamanho de uma bolacha, seria parte de uma rocha muito maior e teria caído na Terra há 470 milhões de anos. De acordo com o líder do estudo sobre o achado, o geologista Birger Schmitz, essa pedra espacial seria diferente de tudo o que já foi encontrado anteriormente no nosso planeta. Esse raro objeto também pode dar aos cientistas informações mais detalhadas sobre o início da história do nosso Sistema Solar.

"Este pode ser o primeiro exemplo documentado de um meteorito "extinto", isto é, um tipo de meteorito que não cai mais na Terra hoje porque o seu corpo original já foi consumido por colisões. Os meteoritos encontrados na Terra hoje, aparentemente, não dão uma representação completa do tipo de corpos do cinturão de asteroides [entre Marte e Júpiter]", disse Schmitz, que é professor da Universidade de Lund, na Suécia.

Chuva de meteoros

Imagina-se que, em um passado remoto, o pequeno meteorito - batizado de Österplana 065 (Öst 65) - tenha feito parte de um pedaço de rocha muito maior, um asteroide com 20 a 30 quilômetros de largura, formado há 3 bilhões de anos. Esta enorme pedra, centenas de milhões de anos atrás, colidiu com outro corpo enorme, resultando em uma chuva de meteoros nos céus de uma então jovem Terra.

Este meteorito é classificado como um condrito, que provavelmente teve origem no cinturão de asteroides. Juntamente com cerca de 100 partes de condritos até agora descobertos, este novo fragmento alienígena originalmente afundou no oceano, que mais tarde se transformou no que hoje é a pedreira na cidade de Thorsberg, onde a rocha foi descoberta. 

A pedra é rica em elementos como o irídio, que é relativamente raro na Terra, e de um isótopo particular do neônio, em proporções diferentes dos condritos que são encontrados na região.

O estudo sobre o meteorito Öst 65 foi publicado na revista Nature Communications.



Fontes: Huffington Post , Nature Communications , Phys.org

Pesquisa dores podem ter descoberto fora da Terra a origem do ouro

Cientistas buscam a origem de alguns dos materiais mais preciosos da Terra (como ouro, prata e platina) há quase seis décadas.


Agora eles podem ter encontrado uma solução. E a resposta aponta para o espaço.

Elementos pesados e valiosos como esses necessitam de uma grande quantidade de energia para serem produzidos. Até agora, ninguém consegue explicar como eles surgiram no universo. Mas a descoberta de que uma galáxia-anã chamada Reticulum II (situada a cerca de 98 mil anos-luz da Terra) possui estrelas que contêm uma quantidade colossal desses metais pode colocar fim a esse mistério.

De acordo com a Anna Frabel, cientista do MIT, entender como esses elementos pesados são formados é um dos maiores desafios da física nuclear. “A produção deles demanda tanta energia que seria quase impossível cria-los experimentalmente. O processo de criação deles não parece funcionar na Terra. Então temos que usar as estrelas e os objetos no cosmo como nosso laboratório”, diz.

Mas como todo esse ouro, prata, urânio, chumbo, platina vieram parar na Terra? A equipe da pesquisadora acredita que eles foram criados em explosões de nêutrons provocadas pela colisão de estrelas em galáxias-anãs como a Reticulm II. Em seguida, eles se incrustaram em asteroides, que transportaram os elementos para nosso planeta.


Fonte: Science Alert

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Como astrônomos vão solucionar o mistério da “megaestrutura alienígena”




A KIC 8462852 rapidamente se tornou um dos maiores mistérios astronômicos da década. Ainda vai demorar um tempo até termos respostas concretas sobre essa estranha estrela brilhante, mas os astrônomos pretendem ir a fundo para descobrir o que ela significa. Como eles vão fazer isso?


“Se conseguirmos observá-la novamente no ato de escurecimento, isso ajudaria bastante,” disse Jason Wright, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, ao Gizmodo.

Wright é o astrônomo que fez a KIC 8462852 ficar famosa no ano passado ao sugerir que a estrela poderia ser obstruída por uma megaestrutura alienígena. Ele, junto com vários outros astrônomos com quem falei recentemente, concorda que a melhor forma de entendermos esta estrela estranha é observando-a enquanto faz alguma coisa estranha.

A KIC 8462852, também conhecida como “estrela de Tabby”, foi inicialmente detectada nos dados do telescópio espacial Kepler em setembro passado. Apesar de ser uma estrela comum da sequência principal tipo F – um pouco maior e mais quente que nosso sol – ela chamou a atenção de astrônomos. Durante a observação de dados coletados ao longo de quatro anos, a emissão de luz da estrela diminuiu intermitentemente, algo que não é consistente com nenhum fenômeno astronômico que conhecemos. Explicações para o bizarro comportamento da estrela vão de um enxame de cometas, passando por gravidade escurecendo, e também megaestruturas alienígenas. É fácil saber qual dessas possibilidades desencadeou uma histeria global.

Mas a KIC 8462852 não parou ainda de nos surpreender. O mistério se aprofundou na semana passada quando Bradley Schaefer, da Universidade do Estado de Louisiana decidiu observar placas fotográficas antigas da estrela no céu. O que ele percebeu foi impressionante: ao longo do último século, a emissão total de luz da estrela caiu cerca de 19%. A estrela não estava apenas pulverizando – ela está desaparecendo completamente.

“Não há precedentes para uma estrela da sequência principal variar tanto em brilho como essa,” Schaefer disse ao Gizmodo. “Ver essa estrela escurecer em 20% em um século é mais do que apenas espantoso.”



Mudanças no brilho da KIC 8462852 ao longo de um período de 1500 dias observados pelo Kepler. Os painéis de baixo são versões do de cima concentradas entre os dias 800 e 1500. Via Tabetha Boyajian.

“Estávamos perplexos quando vimos isso nos dados do Kepler, e se fosse apenas isso ainda estaríamos perplexos”, disse Wright. “A hipótese do cometa era ótima porque podia explicar quase qualquer coisa, mas ela não funciona com esses novos dados.”

O que sabemos, de acordo com Wright, é que o que quer esteja obstruindo a estrela, não está emitindo nada com força no espectro infravermelho, o que significa que não é algo quente. Isso significa que estamos falando em algo que está em uma órbita distante, o que não melhora nossas possibilidades de dar uma boa olhada no que é.


A KIC 8462852 escurecendo com o passar do tempo. Os diamantes azuis representando medidas feitas entre 1890 e 1989, enquanto as linhas sólidas e pontilhadas são tendências ajustadas. Via Schaefer.

Mas tem um jeito dos astrônomos entenderem o que está causando o escurecimento da estrela – e para isso eles precisam olhar para a KIC 8462852 durante esse evento.

Quando o Kepler observou a KIC 8462852 escurecer anos atrás, ele só estava coletando luz branca – agregando informações ao redor do espectro visível. Tudo o que podemos fazer com esses dados é determinar os eventos de escurecimento. Mas se acontecer novamente, os astrônomos estariam preparados para fazer as medidas precisas em uma gama maior de comprimentos de onda. Conforme a luz estelar da KIC 8462852 passa através de qualquer que seja o material que a está obstruindo, certas cores são absorvidas mais do que outras. Isso nos daria uma impressão digital espectral, que poderia ser usada para definir para qual tipo de material estamos olhando.

“A partir do espectro, podemos ver linhas de absorção de qualquer gás associado com o ‘ocultador'”, disse Shaefer. “Podemos ver uma vermelhidão que apontaria para o ocultador sendo principalmente poeira, ou poderíamos ver uma cor neutra que apontaria para um corpo sólido. Isso diminuiria bastante as possibilidades.”

Nos próximos meses, astrônomos vão se concentrar nisso. A KIC 8462852 está atrás do Sol e só é visível a luz do dia, tornando-a impossível de ser observada do solo. De acordo com Tabetha Boyajian, a astrônoma de Yale que descobriu a estrela, alguns poucos satélites a estão observando, mas a cobertura temporal não é ótima. “No geral, estamos usando esse tempo para nos preparar para o que fazer quando a estrela ficar visível novamente dentro de alguns meses,” disse.

Isso inclui a discussão de diferentes cenários, e descobrir quais dados vão ser necessários para confirmar ou refutar cada um deles. “Quando o escurecimento começar novamente, estaremos preparados para observá-los com tudo o que temos,” disse.

Wright também disse que apesar de duas pesquisas independentes não terem detectado nenhuma evidência de tecnologia extraterrestre, o programa SETI da Universidade da Califórnia em Berkeley agora está trabalhando com a iniciativa bilionária de caça a extraterrestres Breakthrough Listen, e planeja conduzir uma varredura ampla das redondezas da estrela ao longo dos próximos meses. A possibilidade de estarmos observando algo como uma estrela de Dyson é bastante improvável, no entanto… não foi completamente descartada a hipótese.

“A hipótese de ETs é pouco provável,” disse Wright, lembrando que ela pode ser invocada para praticamente qualquer coisa – a falácia de envolver alienígenas em tudo o que não conseguimos explicar em um primeiro momento.

De qualquer forma, podemos apostar que os astrônomos não vão descansar até descobrirem uma explicação para tudo isso.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A Abdução de Travis Walton



O caso começou em uma quarta-feira, 5 de novembro de 1975. Walton era empregado de Mike Rogers, que durante nove anos fora contratado pelo Serviço Florestal dos Estados Unidos para diversas tarefas. Rogers, então com 28 anos, e Walton, com 22, eram os melhores amigos; Travis namorava a irmã de Roger, Dana, com quem mais tarde se casaria. Os outros homens no grupo eram Ken Peterson, John Goulette, Steve Pierce, Allen Dallis e Dwayne Smith, que viviam na pequena cidade de Snowflake, Arizona.


Rogers fora contratado para podar árvores baixas e outros arbustos em uma grande área (mais de 1.200 acres) próxima de Turkey Springs, Arizona. O trabalho era o contrato mais lucrativo de Rogers com o Serviço Florestal, mas seu pessoal estava com o cronograma atrasado. Assim, precisavam trabalhar durante longos turnos para atender o contrato, normalmente das 6h da manhã até o por do sol.


Pouco depois das 18h, no anoitecer de 5 de novembro, Roger e seu grupo haviam terminado seu trabalho naquele dia e se acomodavam na caminhonete de Roger para voltarem a Snowflake.


O grupo informou que logo depois de começarem o retornar, viram uma luz brilhante vindo de trás de uma colina adiante. Ao se aproximarem de carro o bastante para ver a fonte da luminosidade, perceberam que esta emanava de um objeto discóide parado a uns 6m de altura e dividido por linhas verticais escuras. O disco tinha aproximadamente 2,5m de altura e 6m de diâmetro.


Rogers diminuiu a velocidade da caminhonete até parar, após o que, segundo eles, Walton saltou da caminhonete e correu em direção ao disco. Os outros homens disseram que gritaram para que Walton voltasse, mas ele continuou em direção ao disco. Mais tarde ele explicaria a sua atitude: "Eu fiquei com medo do OVNI ir embora e eu perder a chance da minha vida de ver um disco voador."


Os homens relataram que Walton estava quase abaixo do disco quando o objeto começou a emitir ruídos muito altos, similares aos de uma turbina. A espaçonave começou a rodopiar e Walton se abaixou atrás de uma pedra. Ao se levantar para voltar à picape sentiu como que uma alta descarga elétrica e desmaiou. Ele aparentemente não viu o que o acertou, mas seus amigos sim: um forte raio de luz azul saído do OVNI.


Rogers disse mais tarde que estava convencido de que Walton morrera e, assim, se afastou dirigindo rapidamente pela estrada acidentada, com medo de que o disco estivesse perseguindo a caminhonete. Quando já estavam distantes do local, Rogers olhou para trás e viu que nada os seguia. As discussões começaram sem demora. Peterson e Rogers disseram que eles deveriam voltar e pegar Walton, mas alguns rejeitaram a ideia. Nesse momento, Rogers parou a caminhonete e disse com firmeza: "Quem não quiser voltar saia do carro agora e espere! Agimos como um bando de covardes, é verdade, mas precisamos fazer o que devíamos ter feito em primeiro lugar!


Todos concordaram em voltar. Ainda estavam se aproximando do local do incidente quando Rogers, o motorista, conseguiu ver rapidamente entre as árvores, ao longe, o objeto luminoso subindo e afastando-se a alta velocidade para nordeste.


Quando chegaram ao lugar onde haviam abandonado Walton, estava tudo quieto. Ainda receosos, saíram do veículo juntos, mas acabaram por se separar para vasculhar melhor a área, chamando pelo amigo. Inicialmente eles ficaram aliviados por não encontrar nenhum corpo, achando que Walton havia escapado. Mas depois de procurarem bastante e nada encontrarem, pensaram com horror na hipótese que restava: ele havia sido levado pelo disco voador!


Aproximadamente às 19h30min, Peterson ligou para a polícia de Heber, Arizona, próximo a Snowflake. O agente Chuck Ellison, da Polícia de Navajo, respondeu à chamada. Inicialmente, Peterson informou que um membro de sua equipe de madeireiros estava desaparecido. Em seguida, Ellison se encontrou com os homens em um centro comercial, onde relataram sua história, todos eles perturbados, dois em prantos, e embora estivesse cético a princípio sobre aquele relato fantástico, Ellison mais tarde refletiu que "se estivessem fingindo, eram tremendamente bons naquilo."


Ellison informou seu superior, o xerife Martin Gillespie, que disse a Ellison para manter os homens em Heber até que ele chegasse com o agente Ken Coplan para interrogar os homens. Em menos de uma hora, Gillespie e Coplan chegaram, e ouviram a história contada pelos próprios homens. Rogers insistia em retornar ao local imediatamente para procurar por Walton, com cães farejadores, se possível. Não havia cães disponíveis, mas os policiais e alguns dos homens retornaram ao local. Três dos membros do grupo – Smith, Pierce e Goulette – estavam perturbados demais para serem úteis em uma busca e, assim, decidiram voltar para Snowflake e relatar as más notícias aos amigos e familiares.)


De volta ao local, os policiais começaram a suspeitar da história relatada pelo grupo, principalmente porque não havia nenhum indício físico para comprovar o relato. Embora mais policiais e voluntários chegassem ao local, não encontraram nenhum sinal de Walton. As noites de inverno podem ser bem frias nas montanhas e Walton usava somente jeans, uma jaqueta de brim e uma camiseta. A polícia temia que Walton pudesse sucumbir à hipotermia se estivesse perdido.


Rogers e o xerife Coplan foram dar a notícia à mãe de Walton, Mary Walton Kellett, que vivia em um pequeno rancho em Bear Creek, a umas 10 milhas (16 km) de Snowflake. Rogers contou a ela o que acontecera e ela pediu que repetisse o relato. Em seguida, perguntou calmamente se alguma outra pessoa além da polícia e das outras testemunhas tinha ouvido a história. Coplan achou estranha a discrição da resposta, um fator que contribuiu para a crescente suspeita entre a polícia de que outra coisa era responsável pelo sumiço de Walton, não um OVNI.


Aproximadamente às 3h da madrugada, a sra. Kellet telefonou para Duane Walton, seu segundo filho mais velho, que rapidamente deixou sua casa em Glendale, Arizona, e dirigiu até Snowflake.


Na manhã de 6 de novembro, muitos agentes e voluntários haviam vasculhado a área no local em que Travis desaparecera. Nenhum vestígio dele fora descoberto e a suspeita aumentava entre os policiais de que a história do OVNI fora inventada para encobrir um acidente ou homicídio. No sábado de manhã, Rogers e Duane Walton chegaram ao escritório do xerife Gillespie explosivamente furiosos por terem retornado ao local e não encontrado nenhum policial lá. Naquela tarde, a polícia buscava por Travis com helicópteros, homens a cavalo e jipes.






No sábado, a notícia do desaparecimento de Walton já havia se espalhado internacionalmente. Repórteres, ufologistas e curiosos começaram a chegar a Snowflake.


Entre os visitantes estava Fred Sylvanus, um investigador de OVNIs de Phoenix, que entrevistara Rogers e Duane Walton no sábado, 8 de novembro. Embora repetidamente expressando preocupação pelo bem-estar de Travis (e criticando o que a eles parecia ser um esforço sem empenho da polícia), ambos os homens deram declarações que os atormentariam quando usadas pelos críticos.


Nas gravações feitas por Sylvanus, Rogers notou que, por causa do desaparecimento de Travis e da busca posterior, não conseguiria cumprir seu contrato com o Serviço Florestal e esperava que a busca por seu amigo desaparecido aliviasse a situação. Duane Walton informou que ele e Travis tinham bastante interesse em OVNIs e que uns doze anos antes Duane vira um OVNI similar àquele visto pelo grupo de madeireiros. Duane relatou que ele e Travis haviam decidido que, se tivessem chance, chegariam mais perto possível de qualquer OVNI que vissem. Duane também sugeriu que Travis não seria ferido pelos alienígenas, porque "eles não machucam as pessoas". Inadvertidamente, Rogers e Duane Walton lançaram as bases para uma interpretação alternativa do caso com suas declarações. Mais tarde, Travis diria que nunca tivera um “grande” interesse em OVNIs, mesmo depois da suposta abdução, mas a fita com a gravação da declaração de seu irmão Duane, enquanto Travis estava desaparecido, contraria a declaração de Travis.


Logo depois da entrevista de Sylvanus, o delegado de Snowflake, Sanford Flake, declarou que todo o caso fora uma peça engendrada por Duane e Travis. Eles haviam enganado a turma de madeireiros acendendo um balão e "soltando-o no momento apropriado". A esposa de Flake discordava, dizendo que a história do marido era tão forçada quanto a de Duane Walton.


Nesse meio tempo, os policiais visitavam repetidamente a casa da sra. Kellet. Numa ocasião, Duane retornou e a encontrou às lágrimas enquanto era interrogada em sua sala de estar. Duane disse à polícia para sair, a menos que tivesse algo novo para informar ou perguntar. Duane sugeriu que ela falasse com a polícia somente na varanda da frente, o que lhe permitiria interromper a entrevista em qualquer momento, bastando simplesmente entrar na casa. Foi exatamente o que ela fez após o delegado Flake chegar com uma mensagem que contribuiu para o sentimento entre os céticos de que a sra. Kellet estava escondendo alguma coisa. Ou alguém.


Duane também conversou com William H. Spaulding do Ground Saucer Watch. Spaulding sugeriu que se Travis retornasse, o GSW poderia providenciar um médico para examiná-lo confidencialmente. Spaulding também sugeriu que, após retornar, Travis deveria guardar sua primeira urina para ser testada.






Na segunda-feira, 10 de novembro, todos os outros membros do grupo de Rogers passaram por um teste com o polígrafo, administrados por Cy Gilson, funcionário do Departamento de Segurança Pública do Arizona. Seu questionário perguntava se algum dos homens fizera algum mal a Travis (ou sabia de alguém que o tivesse feito), se sabiam onde o corpo de Travis estava enterrado e se disseram a verdade sobre terem visto um OVNI. Todos os homens negaram ter ferido Travis (ou saberem de alguém que o tivesse feito), negaram saber onde seu corpo estava e insistiram que realmente viram um OVNI.


Exceto por Dallis (que não completara seu exame, tornando-o inválido), Gilson concluiu que todos os homens diziam a verdade e os resultados do exame foram conclusivos. O relatório oficial de Gilson dizia que "Os exames com o polígrafo provam que os cinco homens realmente viram um objeto que acreditam ser umOVNI e que Travis Walton não foi ferido nem morto por nenhum desses homens naquela quarta-feira." Se o OVNI fora uma brincadeira, pensava Gilson, "cinco desses homens não tinham nenhum conhecimento do fato."


Mais tarde, Dallis admitiu ter ocultado uma passagem pela polícia para conseguir o emprego com Rogers e, por medo de ter sua mentira revelada, abandonou o teste com o polígrafo.


Após os testes do polígrafo, o xerife Gillespie anunciou ter aceitado a história do OVNI, dizendo: "Não há dúvida de que estão dizendo a verdade."


Flake não se deixou persuadir. Em uma ocasião, apareceu na casa da sra. Kellet com uma equipe de televisão, esperando descobrir Travis escondido ali.






ouco antes da meia-noite de segunda-feira, 10 de novembro, Grant Neff relatou ter atendido o telefone de sua casa em Taylor, Arizona, a algumas milhas de Snowflake (Neff era casado com a irmã de Travis, Alison). O outro lado, uma voz tênue disse, "É Travis. Estou em uma cabine telefônica no posto de gasolina de Heber e preciso de ajuda. Vem me buscar."


Neff disse que, no início, pensou ser mais um trote. Contudo, antes que Neff desligasse o telefone, a pessoa falou novamente, quase histérica e gritando, "Sou eu, Grant... Estou ferido e preciso muito de ajuda. Vem logo me buscar." Neff reconsiderou a identidade da pessoa do outro lado da linha: seu pânico parecia genuíno e, assim, Neff e Duane Walton dirigiram até o posto de gasolina.


Eles disseram ter encontrado Travis lá, caído na segunda de três cabines telefônicas. Usava as mesmas roupas de quando desapareceu, ainda inadequadas, já que a temperatura era de aproximadamente -7 °C, parecia mais magro e não ter se barbeado durante o tempo em que esteve ausente.


Durante a viagem de volta a Snowflake, Travis parecia assustado, trêmulo e ansioso, balbuciando repetidamente sobre seres com olhos terríveis. Pensava que estivera ausente apenas por algumas horas. Quando soube que sumira por quase uma semana, pareceu atordoado e parou de falar.


Duane Walton disse que decidiu não revelar a volta de Travis imediatamente, preocupado com a condição aparentemente frágil de seu irmão. Por não avisar as autoridades, Duane seria acusado de cumplicidade na ocultação de indícios que ele e Travis poderiam não querer que a polícia visse.


Na casa de sua mãe, Travis disse que tomou banho e comeu, mas que não conseguia deixar de vomitar, mesmo após refeições leves. Como Spaulding sugerira, Duane disse a Travis para guardar uma amostra de sua primeira urina após o retorno.


Após receber informação de um funcionário da companhia telefônica aproximadamente às 2h30min, a polícia soube que alguém ligara para a família Neff de um telefone público no posto de gasolina de Heber. Gillespie enviou agentes para coletar impressões digitais das cabines, mas tanto quanto os agentes puderam perceber no escuro, nenhuma das impressões era de Travis. Esse fato seria notado por críticos que pensavam que todo o caso era um trote, enquanto os que defendem o caso alegaram que um exame de impressões digitais feito no escuro, nas primeiras horas da madrugada, por dois agentes usando lanternas, dificilmente seria o ideal, sequer suficiente.






Duane se lembrou da oferta de Spaulding de um exame médico confidencial. Sem avisar as autoridades do retorno de Travis, Duane o levou até Phoenix, Arizona, mais tarde na manhã de terça-feira, onde se encontraram com o dr. Lester Steward.


Os Walton relataram que ficaram desapontados ao saberem que Steward não era um médico, conforme Spaulding prometera, mas um hipnoterapeuta. Mais tarde, Spaulding e Steward informariam que os Walton permaneceram com eles por mais de duas horas, enquanto os Walton insistem que permaneceram no consultório de Steward por no máximo 45 minutos, a maioria deles ocupados em tentar determinar a natureza das qualificações de Steward. Mais tarde, o tempo exato passado no consultório de Steward se tornaria um problema para o caso.






Na tarde de terça-feira, o retorno de Travis vazou para o público. Duane recebeu um telefonema de Spaulding e disse a ele que não importunasse a família novamente.


Entre outros telefonemas à procura de notícias sobre o retorno de Travis, um veio de Coral Lorenzen, da APRO, um grupo civil de pesquisa de OVNIs. Coral prometeu a Duane que ela providenciaria que Travis fosse examinado por dois médicos, um clínico geral, Joseph Saults, e um pediatra, Howard Kandell, na casa de Duane. Duane concordou e o exame começou aproximadamente às 3h30min da tarde de terça-feira.


Entre o telefonema de Lorenzen e o exame do médico, outro personagem apareceria e complicaria enormemente a história. Lorenzen recebeu um telefonema de um funcionário do National Enquirer, um tabloide americano conhecido por seu tom sensacionalista. O funcionário do Enquirer prometeu financiar as investigações da APRO, em troca da cooperação da APRO "para ter acesso aos Walton". Uma vez que os recursos financeiros do Enquirer eram bem maiores que os da APRO, Lorenzen aceitou o acordo.


O exame médico revelou que Travis estava essencialmente em boas condições, mas que duas características incomuns foram notadas:


Um pequeno ponto vermelho na dobra do cotovelo direito de Travis, condizente com a picada de uma injeção, porém os médicos notaram que o ponto não estava próximo de nenhuma veia.


A análise da urina de Travis revelou uma falta de cetonas. Isso era incomum, já que Travis estivera ausente por cinco dias com muito pouca ou nenhuma comida, conforme insistia (e sua perda de peso sugeria), e seu corpo já deveria ter começado a consumir gorduras para sobreviver, elevando os níveis de cetonas na urina. Os críticos argumentariam que essa incoerência seria um indício contra a história de Travis.


Travis especularia mais tarde que a marca em seu cotovelo poderia ter sido contraída durante o trabalho com a madeira. Os críticos especulariam que a marca demonstrava que Travis (ou outra pessoa) injetara drogas em seu sistema. Os exames médicos, porém, não encontraram nenhum indício disso.


Quando o xerife Gillespie soube do retorno de Travis através da mídia, ficou furioso. Gillespie pensava ter demonstrado sua crença na história de OVNI com seu anúncio após os testes do polígrafo. Duane, contudo, ainda estava ressentido com o que acreditava ter sido um esforço apático das buscas por Travis.


Travis, então, contou a Gillespie o que acontecera durante os cinco dias em que estivera ausente. Foi a primeira vez em que contou o ocorrido a alguém, a não ser sua família e amigos mais chegados.






De acordo com Walton, ele foi abduzido pelo OVNI. Quando voltou a si, estava cheio de dores pelo corpo, num enorme mal-estar físico. Nos primeiros instantes não se atreveu a abrir os olhos, tal era a dor. Finalmente os abriu e começou a distinguir as primeiras formas. Percebeu que estava deitado sobre uma mesa e viu um retângulo no teto do qual saía uma luz difusa que iluminava a sala. Pensando estar num hospital e ainda com a visão debilitada, ele sentiu uma pressão no abdômen e percebeu que três figuras, provavelmente médicos, vestidos de vermelho, colocaram um estranho aparelho metálico na sua barriga.


Walton começava a achar estranha a cor das roupas dos "médicos" que o examinavam quando recuperou a visão abruptamente. Olhou então melhor e ficou chocado: não eram médicos que o observavam, mas sim pequenas criaturas com olhos escuros enormes! As suas cabeças eram desproporcionais em relação ao corpo e não apresentavam cabelos nem nariz ou orelhas salientes. As suas roupas eram constituídas por uma peça única, sem cintos nem qualquer tipo de adereços. "Pareciam com fetos", diria mais tarde.


Assustado, Walton levantou-se rapidamente da mesa empurrando uma das criaturas e fazendo o aparelho que estava na sua barriga cair no chão. Ele percebeu que os seres eram bem leves e fáceis de derrubar. No entanto, Walton ainda estava muito enfraquecido e não conseguiu se agüentar nas pernas, apoiando-se na mesa. Ao ver que as criaturas aproximavam-se para agarrá-lo, tentou então vencer a sua fraqueza, pondo-se de pé e agarrando um tubo transparente de cima da mesa. Tentou quebrar a parte de cima para poder ameaçar os seres, mas o objeto era inquebrável. Os seres faziam sinais de "não" ou "pare" para ele. Walton começou a gritar para as criaturas se afastarem. Depois de o encararem por alguns instantes, os seres saíram por uma porta atrás de si rapidamente, em direção a um corredor à direita. Walton, nervoso, e apoiando-se numa bancada, começou a observar os estranhos objetos do aposento à procura de algo melhor para se defender caso as criaturas voltassem.


Vendo que nada acontecia, decidiu também ele sair pela porta em direção ao corredor, onde não se via ninguém. Passou por uma porta à esquerda que dava para o que parecia ser uma sala, mas não se atreveu a olhar lá para dentro, tal era o medo. Mais à frente, outra porta, desta vez à direita. Walton abrandou o passo, na esperança de encontrar ali uma saída.


Entrou numa sala redonda com três retângulos nas paredes, semelhantes a três portas fechadas. No centro da sala estava uma cadeira voltada de costas para a entrada. Walton decidiu entrar devagar, receando que alguém estivesse sentado na cadeira. Vendo que estava desocupada, aproximou-se. Observou um estranho fenômeno: à medida que se aproximava da cadeira, as paredes da sala iam escurecendo. Pontos brilhantes apareciam, como estrelas. Quando chegou à cadeira, era como se as paredes tivessem ficado transparentes e ele pudesse ver o céu noturno. No braço esquerdo da cadeira ficava uma pequena alavanca e no direito um display luminoso com filas de botões coloridos. Pensando que um daqueles botões podia abrir alguma porta, Walton começou a apertá-los, sendo a única reação uma alteração dos ângulos e da posição das linhas que surgiam no display luminoso. Decidiu então sentar-se na cadeira, obviamente feita para alguém com um corpo menor que o seu. Pegando na alavanca à direita e pressionando-a para a frente, viu as estrelas todas moverem-se rapidamente para baixo, como se ele estivesse a conduzir a nave! Receoso de causar um acidente, de desviar o curso da nave e não saber voltar, decidiu não tocar em mais nada.


Voltando para a extremidade da sala, as paredes voltaram a ficar como estavam ao princípio e ele tentou encontrar algo que abrisse uma das três portas na parede, sem sucesso. Voltou à cadeira e novamente as paredes escureceram. De repente, Walton ficou surpreendido pelo que viu na porta de acesso: outro ser humano! O humanóide tinha uns 2m e vestia um capacete transparente; era musculoso, tinha cabelos loiros compridos e vestia uma roupa justa azul.


Walton correu até ele e começou a fazer várias perguntas, mas o homem manteve-se calado. Depois, agarrou Walton pelo braço. Ele achou que o homem não respondeu nada por causa do seu capacete e pensou que ele o levaria para um lugar onde ele poderia tirar o capacete e conversar.


Eles caminharam até uma porta que descia uma rampa para fora. Ao descer a rampa, Travis percebeu que tinha saído do que parecia o mesmo OVNI que o tinha pego. Do lado de fora ele se viu em um lugar que parecia um grande hangar com outras naves parecida com a que o capturou.


Eles finalmente foram a uma outra sala, onde Walton viu uma mulher e dois homens sentados. Eles estavam vestidos iguais ao ser que o acompanhava e como ele tinham feições e corpo perfeitos. A mulher tinha um cabelo mais comprido do que os dos homens. Eles não usavam capacetes.


Walton chegou a perguntar "onde diabos estava". Os seres somente olharam para ele com uma expressão serena. O ser que estava de capacete sentou Walton numa cadeira e saiu da sala.


Walton continuava a falar, e a mulher e um dos homens pegaram seus braços e colocaram numa mesa próxima, mas ainda com aquela expressão de compaixão e serenidade. Ele viu que eles não iriam responder a nada e então começou a gritar com eles. A mulher pegou um objeto que parecia uma máscara de oxigênio, mas sem tubo, e colocou no nariz e boca de Walton que perdeu a consciência e só acordou quando estava deitado perto de uma rua em Heber. Ao acordar, ele ainda pôde ver o objeto se distanciando.






Nesse meio tempo, Spaulding anunciara à imprensa que ele e o "doutor" Steward haviam entrevistado Walton por duas horas e descobriram incoerências no relato de Walton que iriam "acabar com a história". O Phoenix Gazette publicou uma história sobre Steward, relatando suas alegações de que "os Walton temiam a revelação" de uma mentira cuidadosamente fabricada.


O xerife Gillespie providenciou um teste de polígrafo, mas quando a realização do teste vazou para a imprensa, Duane o cancelou, acreditando que Gillespie quebrara sua promessa de manter o teste em segredo. Posteriormente, Gillespie insistiria em que não falara uma palavra sobre o teste do polígrafo e que o caso se tornara sensacionalista demais para que qualquer coisa fosse mantida em segredo por muito tempo.


O National Enquirer queria que Travis se submetesse ao polígrafo o mais rápido possível e providenciou um, após Duane insistir que ele e Travis teriam o poder de vetar qualquer divulgação pública dos resultados do teste. Alguém poderia crer que Travis estava por demais perturbado para se submeter ao polígrafo, mas o examinador, John J. McCarthy, do Laboratório Poligráfico do Arizona, disse que poderia levar o estado de nervosismo de Travis em consideração.


Ao entrevistar Travis antes do início do teste, McCarthy conseguiu que Travis admitisse duas coisas: primeiro, que já fumara maconha algumas vezes, embora não usasse a droga regularmente, e segundo, que ele e o irmão mais novo de Mike Rogers haviam fraudado cheques alguns anos antes, alterando folhas de pagamentos. Esse era seu único caso sério com a lei – Travis cumprira dois anos em condicional, sem outros incidentes – mas Travis continuou profundamente embaraçado pelo episódio da fraude de cheques. Em certa ocasião, ele alegou ter sido preso pelo crime, quando na verdade passou dois anos em condicional por ser réu primário.


McCarthy, então, administrou o teste do polígrafo, que permanece envolto em controvérsias. Travis diz que McCarthy se comportou de maneira não profissional, enquanto McCarthy insiste que Travis, além de não passar no teste, tentou fraudá-lo. Em determinado ponto, diz Travis, McCarthy perguntou se Travis estava em "conluio" com alguém para perpetrar um trote. Travis disse não estar familiarizado com a palavra e, segundo ele, McCarthy respondeu de maneira incisiva e agressiva que conluio era planejar ou conspirar com outra pessoa, como Travis fizera para roubar e fraudar os cheques de pagamento.


Após concluir o exame, McCarthy determinou que Travis estava mentindo. Clark transcreve do relatório oficial de McCarthy: "Baseado em suas reações em todos os gráficos, é opinião deste examinador que Walton, em acordo com outros, está tentando perpetrar um trote sobre OVNIs e que não esteve em nenhuma nave espacial." Mais tarde, McCarthy declararia que "algumas vezes Travis prendia a respiração, num esforço para enganar a máquina".


Os Walton, a APRO e o National Enquirer concordaram, então, em manter os resultados desse teste em segredo, devido em grande parte, insistiam, às dúvidas sobre os métodos e a objetividade de McCarthy. Oito meses depois, quando o público soube dessa decisão, houve mais acusações de engodo e encobrimento. Posteriormente, Travis se submeteria a dois exames poligráficos adicionais e passaria em ambos, embora os resultados omitidos do primeiro teste permanecessem como uma nódoa e fossem mencionados em quase todas as discussões do caso e o sejam até o hoje.


Quando o ocorrido no teste poligráfico omitido foi tornado público, muitos dos que consideravam a história de Travis verdadeira (ou pelo menos que ele pensava estar falando a verdade), passaram a ver o caso com um olhar mais cético. Travis, Duane e os membros da APRO alegaram que McCarthy fora parcial e fizera a Travis perguntas embaraçosas e irrelevantes, num esforço para criar condições turbulentas que produzissem, mais provavelmente, um resultado negativo. As opiniões de renomados especialistas em polígrafos estavam divididas sobre a adequação do exame conduzido por McCarthy: Harry Reed acreditava na validade do exame feito por McCarthy, enquanto o psicólogo David Raskin da Universidade de Utah declarou que o método de McCarthy estava "defasado em mais de 30 anos".


Philip J. Klass, jornalista de aviação por profissão, mas também conhecido antagonista de histórias de OVNIs, lançou uma crítica conjunta e constante contra as alegações de Travis, alegando especialmente que havia forte motivo financeiro para todo o caso. Segundo Klass, Rogers sabia que não conseguiria concluir seu contrato com o Serviço Florestal e engendrou um esquema para invocar a cláusula de Caso Fortuito do contrato, rescindindo-o, dessa forma, sem inadimplência. Outros argumentaram contra essa ideia, notando que a inadimplência do contrato com o Serviço Florestal não era necessariamente a catástrofe que Klass queria fazer parecer: Rogers já havia deixado de concluir dois de seus muitos contratos anteriores com o Serviço Florestal e, ainda assim, fora contratado novamente, sem prejuízo aparente. Além disso, apesar de sua ansiedade com o contrato, Rogers nunca invocou, nem tentou invocar, a cláusula de Caso Fortuito após o desaparecimento de Travis.


Klass e outros também notaram que o programa O Incidente do OVNI fora transmitido pela NBC apenas algumas semanas antes do desaparecimento de Travis. Esse filme feito para a televisão era um relato ficcional baseado na abdução dos Hill, o primeiro caso amplamente publicado de abdução por alienígenas. Klass e outros especularam que Walton se inspirara no programa. Walton negou ter assistido o filme, mas Klass afirma que Mike Rogers assistiu pelo menos parte do programa. Clark argumenta que o relato de Walton de seu tempo no OVNI é bem diferente do relato dos Hill e, além disso, "não havia grande similaridade entre o caso de Walton e nenhuma outra narrativa de abdução" discutida publicamente em novembro de 1975.






sexta-feira, 3 de junho de 2016

Segundo NASA, Lua de Júpiter pode abrigar vida.



Um novo estudo da NASA sobre Europa, uma das luas de Júpiter, levou a uma descoberta surpreendente.


De acordo com os cientistas da agência espacial norte-americana, o satélite pode ter as condições químicas ideais para abrigar vida. O estudo se baseia na teoria de que existe um oceano de água salgada abaixo de sua superfície.   



Segundo a pesquisa, o equilíbrio na produção de hidrogênio e oxigênio na pequena lua é comparável ao da Terra, o que significa que a base para a criação da vida pode estar presente. Durante o estudo, a equipe descobriu que a produção de oxigênio em Europa é 10 vezes maior que a de hidrogênio, proporção similar à de nosso planeta. 



O pesquisador da NASA Kevin Hand comparou a interação entre a superfície da lua e seu mar abaixo do gelo com uma bateria gigante que poderia gerar vida no oceano.  “Os oxidantes do gelo são como o polo positivo da bateria, e os elementos químicos do fundo do mar, chamados de redundantes, são como o polo negativo”, explica. “Descobrir se o processo biológico completa o circuito é uma das motivações para explorarmos Europa”, completa. 


A NASA atualmente planeja uma missão à Europa. O objetivo é enviar uma sonda que passará próxima à superfície do satélite para obter imagens em alta resolução. A missão está em seu estágio inicial, mas deve ser colocada em prática na década de 2020. Durante anos a sonda deve coletar uma grande quantidade de dados para determinar se a lua de Júpiter pode mesmo abrigar vida.  

Fonte: The Independent
Imagem: NASA/JPL-Caltech/ SETI Institute

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Pesquisa aponta que mamíferos podem se desenvolver no espaço

Uma recente experiência realizada por cientistas chineses aponta para um resultado extraordinário.


Pela primeira vez na história, foi provado que os estágios iniciais de embriões de mamíferos podem se desenvolver completamente no ambiente espacial. A pesquisa foi feita com a ajuda do primeiro satélite de microgravidade do país, o SJ-10.


Fotos de alta-resolução enviada pelo SJ-10 mostram que embriões de camundongos levados em uma cápsula do satélite completaram o processo de desenvolvimento em 96 horas. Essa foi a primeira vez que isso ocorreu no espaço de forma bem-sucedida. Foram levados mais de seis mil embriões de camundongos em uma câmara fechada do tamanho de um micro-ondas.  

“A raça humana ainda tem um longo caminho pela frente antes de colonizar o espaço. Mas antes disso, temos que descobrir se é possível sobreviver e se reproduzir em um ambiente fora da Terra”, disse Duan Enkui, cientista que participa das pesquisas. De acordo com ele, agora está provado que o passo mais crucial na reprodução – o desenvolvimento inicial do embrião – é possível no espaço. 


Fonte: China Daily
Imagem: Andrii Vodolazhskyi/Shutterstock.com

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Nós estamos sozinhos? Veja o que prova a matemática

Uma dupla de pesquisadores desenvolveu um cálculo que comprovaria o que muitos defendem: as chances de estarmos sozinhos no Universo são realmente muito pequenas. 


Os cientistas Adam Frank, da Universidade de Rochester, e Woodruff Sullivan, da Universidade de Washington, resolveram revisitar a famosa fórmula do astrofísico Frank Drake. Em 1961, ele desenvolveu uma equação para estimar o número de civilizações avançadas que poderiam existir na Via Láctea com as quais seria possível estabelecer comunicação. O grande problema é que os termos da equação eram considerados incertos demais para que se chegasse a um cálculo razoável.  

Somos os únicos?


Frank e Sullivan resolveram modificar a forma e também o objetivo da equação de Drake, amparados pelos recentes avanços nas pesquisas dos exoplanetas. Eles decidiram trabalhar sobre a probabilidade de que uma ou mais espécies tecnológicas evoluíram em qualquer lugar e em qualquer momento na história do Universo observável. Para isso, remodelaram a equação de Drake e fizeram uma nova pergunta: "será que somos a única espécie tecnológica que já surgiu?" 

Ou seja, a equação de Drake ficou invertida: em vez de calcular as chances do desenvolvimento de civilizações avançadas, a dupla calculou as probabilidades contrárias à sua existência, com o objetivo de verificar se a humanidade é a única civilização que já ousou existir. 

E você sabe qual foi o resultado? 

Uma chance em 10 bilhões de trilhões (1 x 10-²², ou 0,0000000000000000000001) de que nunca tenha existido outra civilização tecnologicamente comparável à nossa no Universo. 

"Um em cada 10 bilhões de trilhões é incrivelmente pouco," disse Frank.  

"Para mim, isso implica que outras espécies inteligentes e produtoras de tecnologia muito provavelmente evoluíram antes de nós", completou. 

Para partes mais restritas do Universo, os resultados são também. Quando o cálculo é feito com base no número de estrelas e planetas habitáveis que acredita-se que existam na Via Láctea, as chances de estarmos sozinhos são de uma em 60 bilhões.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Estudo sugere que megatsunamis teriam "esculpido" Marte

Um novo estudo sugere que Marte passou por pelo menos dois megatsunamis, num passado remoto, quando o planeta era supostamente selvagem e possuía água em abundância.


O trabalho, publicado na última quinta na revista Scientific Reports, aponta para a evidência geológica de dois tsunamis - cada um ocorrido há, aproximadamente, 3,4 bilhões anos, com o intervalo de poucos milhões de anos entre eles. Os pesquisadores acreditam que as ondas gigantes foram desencadeadas pelos impactos de asteroides. Vale lembrar que neste período, a vida estava apenas começando na Terra. 


Os investigadores liderados por Alexis Rodriguez, do Instituto de Ciência Planetária em Tucson, no Arizona, acreditam que os tsunamis ocorreram por causa de algumas marcas costeiras encontradas. Rodriguez e sua equipe traçaram os pontos de origem das ondas gigantes, a parir de duas crateras, de cerca de 30 quilômetros de diâmetro cada. As conclusões são baseadas em mapeamentos geológicos que podem oferecer novas pistas para a busca por vida em Marte.  




De acordo com o estudo, os tsunamis cobriram as planícies do norte do planeta, redefinindo radicalmente as bordas dos antigos mares de Marte.  



As ondas gigantes teriam em média em torno de 50 m de altura, mas poderiam atingir até 120 m (o equivalente a um prédio de 30 andares). Os dois tsunamis submergiram áreas do tamanho da França e da Alemanha juntas. 



Nem todos os cientistas concordam com o estudo. Outros pesquisadores argumentam que os indícios encontrados também podem caracterizar algum outro tipo de fenômeno antigo e não exclusivamente tsunamis. 



Fontes: Zero Hora e The Washington Post

Imagem: Amanda Carden/Shutterstock.com

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Bob Lazar

Robert Scott Lazar (Coral Gables26 de janeiro de 1959), também conhecido por Bob Lazar, é um físico norte-americano que se notabilizou pela polêmica causada nas discussões sobre OVNIs acerca da Área 51. Lazar alega ter trabalhado de 1988 a 1989 como físico em uma área chamada S-4, localizada perto deGroom LakeNevada, próximo à Área 51. De acordo com Lazar, S-4 servia como um esconderijo militar para o estudo de discos voadores extraterrestres. O físico diz ter visto nove discos diferentes lá. Ele também fornece detalhes sobre o modo de propulsão das naves.


O repórter George Knapp foi o único que, através de sua entrevista com Bob Lazar há quase três décadas, trouxe ao mundo, informações sobre a Área 51 e a engenharia reversa aplicada a naves alienígenas recuperadas. 
No aniversário desta entrevista, Knapp conseguiu convencer um relutante Lazar de viajar para Las Vegas para discutir a Área 51 novamente e até mesmo para uma exibição que será realizada neste sábado, no Museu Nacional do Teste atômico.


Em 1989, Lazar afirmou ter trabalhado em engenharia reversa aplicada a tecnologia alienígena em uma instalação secreta chamada S -4, que foi construída ao sul do principal sítio de Área 51. Alegou que foi demitido do lugar depois que eles descobriram como ele estava vazando informações e alertando seus amigos sobre os melhores locais para observar os voos de teste de naves movidas com tecnologia alienígena, tecnologia em que trabalhou para tentar replicar . Críticos descartam as afirmações deste cientista baseado principalmente na falta de provas e a falta de documentação que apoie a sua educação e trabalho. Mas Lazar defendeu afirmando que o governo suprimiu estes documentos e arquivos, e diz que mantém firmemente o que ele disse .

Em agosto de 2013, a CIA desclassificou e reconheceu a existência da Área 51. Quando a NBC News contatou Lazar para perguntar o que ele achava, ele mostrou pouco impressionado. “Houve um minúsculo passo de bebê a frente … Talvez em uma década daqui pra frente percebam sobre a existência de uma área S -4 . ” Nos últimos anos , os cientistas têm mantido um perfil baixo e não querem falar sobre isso. Na verdade , o repórter que o entrevistou em 1989 teve de se empenhar para obter uma declaração para esta ocasião especial . E , embora ele Lazar continua a defender o que ele disse há 25 anos, não está interessado em que alguém acredite ou não acredite nele .
“Olha, eu não estou disponível para conferências de OVNIs e outras produções. Isto não é um negócio para mim. Estou tentando ir bem no meu negócio e se eu sou um cientista rotulado ‘de UFOs’, acho que é realmente difícil. Me beneficia se as pessoas não crerem na minha história”, disse ele a Knapp . Junto com sua esposa, o entrevistado tem um negócio de equipamentos científicos em Michigan chamada United Nuclear. Na mente de Bob Lazar não existe nenhuma dúvida sobre a tecnologia alienígena na Área 51 , “Eu sei que o que aconteceu é verdade. Eu não tenho nenhuma dúvida. Ponto.”
Lembro que lá na década de 80, Bob Lazar disse que o elemento 115, inexistente na nossa tabela periódica, era parte de um segredo, um combustível para os discos voadores. No entanto só no de 2013, cientistas suecos confirmaram a descoberta de cientistas russos, de que o elemento 115 realmente existe, embora o mesmo não exista de forma estável na natureza. 

Bob Lazar e o Elemento 115

governo dos Estados Unidos da América esconde, no Deserto de Nevada, fatos que afetam a nossa História, nossa Filosofia, nossa vida e até a nossa religião. Talvez sabendo disso, o próprio Vaticano quis contatar-me. Em 1991, o Papa em pessoa solicitou ao repórter George Knapp, de Las Vegas, informações a meu respeito e sobre como encontrar-me”.

Será, por certo, muito difícil que Sua Santidade, mesmo utilizando-se de toda sua poderosa influência, consiga localizar o físico e cientista nuclear Robert Lazar, o qual trabalhou sob contrato para o governo americano durante algum tempo e hoje acha-se em local ignorado, por razões extremas de segurança pessoal!

Lazar começou a sua espantosa aventura precisamente em 1988 quando foi contratado para trabalhar em projetos especiais na área de testes da Base Aérea de Nellis (porém em local bem distante dela, ao qual somente tinha acesso o pessoal devidamente autorizado), onde se engajou numa atividade ultra-sigilosa – associada a um projeto denominado GALILEU.

Esse projeto era especificamente destinado ao estudo e avaliação quanto às formas de propulsão dos diversos tipos de Discos Voadores ali guardados e que de alguma forma vieram a se tornar propriedades do governo americano. Em princípio, Lazar foi alocado para atuação no sistema de reação/propulsão/gravidade de uma dessas naves, recuperada intacta. Nos diversos documentos aos quais tivera acesso, pôde efetivamente examinar dezenas de fotografias de outras máquinas alienígenas recuperadas, além de informações pertinentes às conclusões dos técnicos que o tinham precedido nessas atividades.

Debaixo de um rígido esquema de segurança ele e outros cientistas dedicavam-se à procura da solução para o grande mistério representado pelo mecanismo, ou sistema, que os impulsionava. Robert Lazar chegou, de fato, a penetrar no interior do OVNI o qual estudava, relatando que este possuía 3,5 de altura por 15 metros de diâmetro. Sua constituição era semelhante ao aço ou alumínio polido, porém de um material extremamente resistente e desconhecido. Nele não se viam emendas ou arrebites, parecendo ter sido moldado em uma única peça, talvez por sistema de injeção – assim como fazemos com os artefatos plásticos!

No seu interior achavam-se pequenos assentos, impossíveis de serem utilizados por humanos normais, além de o teto ser excessivamente baixo, obrigando-o a se curvar em alguns pontos da nave. Inexistiam ângulos retos, apenas formas bem arredondadas e suaves. O tão esperado sistema de propulsão era composto por algo que se assemelhava a um reator nuclear, produzindo ANTIMATÉRIA e reagindo com a matéria através de uma espécie de aniquilação.

De reduzidas dimensões, 30 centímetros de altura por apenas 45 cm de diâmetro, esse fantástico artefato tecnológico e que se situava em uma região central do disco, operava harmoniosamente em função dos padrões estruturais do próprio aparelho! Segundo Lazar, a forma como esse dispositivo acelerava prótons no reator e a maneira como o calor era convertido em um certo tipo de eletricidade faziam-se incrivelmente uniformes, obtendo assim uma eficácia dinâmica que atingia aos 100% da sua capacidade – estando, portanto, muito à frente daquilo que iremos conhecer nos próximos dois ou três séculos, opinião que, aliás, torna-se procedente já que os documentos aos quais teve acesso diziam que essas naves são provenientes de civilizações muitos milênios adiante da nossa!

Esse insólito mini-reator mostrou ser alimentado por um tipo de elemento não existente na Terra. Após proceder extensas pesquisas relativas à Tabela Periódica dos Elementos e à sua associação, ou interação, com o estranho propulsor, Robert Lazar constatou que ele não se ligava de forma alguma àquilo que era conhecido. Portanto, para fins de atribuição de uma identidade, os membros da sua equipe de estudos batizaram-no de ELEMENTO 115.

Ora, tal elemento inteiramente novo demonstrou de fato ser possuidor de notáveis propriedades: tornava-se em alguns momentos estável e deixava de ser radioativo. Podia ser utilizado no interior do reator como propelente e também como gerador de campos energéticos, os quais por sua vez eram aumentados ou amplificados pelos campos gravitacionais gerados pela própria nave!

Foi encontrada uma grande quantidade desse curioso elemento no interior daquele OVNI, sob a forma de reduzidos discos destacáveis, a partir dos quais pequenos pedaços triangulares podiam ser retirados para fins de alimentação do reator. Esses pequenos triângulos eram dotados de tonalidade alaranjada e extremamente pesados, sendo manuseados com muita cautela pelos cientistas envolvidos na Operação Galileu – muito embora não aparentassem emitir radioatividade.

Nos OVNIs guardados naquelas instalações super-secretas, existiam três poderosos amplificadores de natureza gravitacional. Suas funções, ao que descobriu, eram exatamente ampliar as ondas de gravidade em contraposição às da Terra. Ômicron e Delta foram batizadas como as formas de operação daquelas naves, já que o funcionamento desses amplificadores eram sincronizados de acordo com o modus-operandi do deslocamento ou da inércia em pleno ar!

Foi ainda verificado que pelo menos naquele tipo particular de OVNI o qual ele estudava, eram produzidos seus próprios e específicos campos gravitacionais, com o propósito específico de DISTORCEREM DE ALGUMA FORMA O TEMPO E O PRÓPRIO ESPAÇO! A equipe de Lazar conseguiu efetivamente colocar em funcionamento esse aparelho, tendo os pilotos de testes designados para a missão conseguido elevá-lo a cerca de 10 metros do solo – sem a emissão de qualquer ruído, aliás uma das características predominantes dos OVNIs.

Segundo apurou na detalhada documentação a essa nave pertinente, sua origem seria um aglomerado de estrelas de ZETA RETICULI. Como chegara até a Base de Nellis jamais conseguiu saber! Nesses mesmos documentos, havia menções esparsas relativas a um contato mantido entre as autoridades governamentais e militares dos EUA e representações alienígenas. Certos dados associados às datas e resoluções decorrentes desses encontros estavam cifrados por códigos, aos quais por razões de segurança não tivera o devido acesso.

Outras informações complementares davam conta que alguns seres extraterrestres, portadores de um estágio evolutivo imensamente superior ao nosso, estavam visitando o nosso planeta há pelo menos 10 mil anos e que nós seríamos de certa forma os seus próprios descendentes!

Lazar, que diante dessas incríveis revelações passou a demonstrar um interesse além do científico pelo assunto, foi subitamente alijado de certos níveis de segurança que permitiam seu acesso aos pontos mais avançados da questão alienígena. Suas ligações telefônicas passaram a ser descaradamente interceptadas e sob a alegação que estaria enfrentando problemas de relacionamento conjugal, o que, segundo alegações dos seus superiores, viria a representar um eventual fator de desequilíbrio e instabilidade emocional, foi subitamente e sem maiores explicações dispensado do Projeto Galileu, tendo sido o seu contrato de trabalho inapelavelmente rescindido.

Já inteiramente afastado daquelas atividades começou a falar demais e até levou certas pessoas do seu relacionamento para as proximidades daquela área secreta de testes, onde efetivamente foram vistos e até fotografados os vôos experimentais dos OVNIs recuperados!

Percebendo que a essas alturas a sua integridade física e por extensão a sua própria vida passaram a correr riscos, uma vez que aquilo que classificou de SILENCIADORES passaram a caçá-lo, por sugestão do repórter George Knapp, da TV-KLAS de Las Vegas, literalmente “botou a boca no trombone” revelando publicamente estes fatos – pois se viesse a ser assassinado, a opinião pública ficaria ciente quanto à veracidade dessas declarações e por sua vez o governo americano ficaria definitivamente em maus lençóis.

Vigiado ostensivamente 24 horas por dia a partir de 1990, quando ocorrera a sua dispensa do Projeto Galileu, dedicou-se a uma firma de sua propriedade ligada à área de Informática e sistemas avançados de segurança. recebeu então um chamado para efetuar a automatização de um luxuoso bordel, situado nas cercanias de Las Vegas. Obviamente vítima de uma armadilha que visava a desmoralizá-lo perante a opinião pública, foi detido em razão de nada menos que seis acusações por delitos graves que lhes foram imputadas, inclusive exploração de lenocínio e a absurda suspeita de ser proprietário daquele prostíbulo!

Por sua vez, a USAF declarou publicamente desconhecer o tal Robert Lazar, de acordo com os seus comunicados à imprensa, um cientista que jamais trabalhara no seu quadro funcional, muito menos na Base aérea de Nellis.

Esse foi decididamente o golpe final na carreira do outrora brilhante físico nuclear que se atrevera a falar demais. Tendo sido obviamente absolvido das estapafúrdias acusações das quais fora vítima, resolveu sumir do mapa antes que as coisas piorassem. Já que a partir desses fatos, muito bem orquestrados por sinal, tornara-se um alvo extremamente fraco e vulnerável! Na verdade, ninguém iria mesmo se importar se acaso alguém rotulado como cáften além de tudo impostor e mentiroso, assim como pretendiam as autoridades, fosse justiçado em uma esquina qualquer de uma cidade grande.