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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Calamidade cósmica: o que dizem as impressionantes imagens dos 'pilares da destruição' no espaço



© ESO Região R18, na nebulosa de Carina

ESO Imagens dos pilares de nuvem de poeira e gás Observações foram feitas na nebulosa de Carina, centro de formação de estrelas que se encontra a aproximadamente 7.500 anos luz 1

Pilares gigantescos que simbolizam, ao mesmo tempo, criação e destruição.

As recém-descobertas estruturas foram observadas na nebulosa de Carina a partir de um instrumento instalado no Very Large Telescope (VLT), localizado no observatório astronômico europeu mais avançado do mundo, no Paranal, no Deserto do Atacama, no Chile.

Ao contrário dos famosos "pilares da criação" da nebulosa de Águia, uma das imagens mais icônicas do universo, as estruturas que aparecem nestas imagens poderiam ser chamadas de "pilares de destruição", de acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).

As torres e pilares que aparecem nas novas imagens da nebulosa de Carina são enormes nuvens de poeira e gás dentro de um centro de formação de estrelas, localizado a cerca de 7.500 anos-luz de distância.

Segundo cientistas do ESO, o que observamos nada mais é do que a colorida nebulosa de Carina "devastada por estrelas brilhantes próximas".
Milhares de imagens de uma só vez

O VLT é um conjunto de quatro telescópios e vários instrumentos, incluindo o MUSE (sigla em inglês para Multi Unit Spectroscopy Explorer), explorador espectroscópico que permitiu obter estas imagens espetaculares.

Nebulosa de Carina

O MUSE fornece espectros simultâneos de numerosas regiões adjacentes no céu. E o que faz dele uma ferramenta tão poderosa é a sua capacidade de gerar milhares de imagens da nebulosa de uma só vez, cada uma com um comprimento de onda de luz diferente.


Esse recurso permite aos astrônomos detectar as propriedades químicas e físicas do material em diferentes partes da nebulosa, explica o ESO.

"Em nossa galáxia, a Via Láctea, novas estrelas ainda estão se formando. Estas estrelas são formadas a partir de nuvens gigantes de gás e poeira que, por alguma razão, entram em colapso até que seu interior atinja temperatura suficiente para ativar o mecanismo de produção de energia: a fusão de átomos de hidrogênio em átomos de hélio", disse à BBC Miguel Mass-Hesse, coordenador da rede de transmissão do ESO.

© NASA, Jeff Hester, Paul Scowen Univ. Est. Arizona Pilares da Criação

"Algumas dessas estrelas são relativamente pequenas, como o Sol, mas outras são bem maiores e muito mais brilhantes. À medida que acendem, a luz emitida por estas estrelas evapora e destroi os restos da nuvem em que elas se formaram, dissipando o material ao seu redor até deixar uma cavidade praticamente vazia de gás e poeira. Nestas imagens, podemos ver esse fenômeno em todo o seu esplendor ", acrescenta.


© ESO Nebulosa de Carina


Pontos cor-de-rosa

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, pediu a Mass-Hesse que explicasse em detalhes o que pode ser observado nas imagens, como a que vemos acima: a região R18 da nebulosa de Carina.

"Os pontos rosa são estrelas que ainda se encontram dentro da nuvem de poeira original. A poeira absorve a luz azul, deixando passar apenas o componente vermelho, daí surge a cor que vemos."

"É um fenômeno semelhante ao que acontece no entardecer no verão, em que o sol atravessa a poeira na atmosfera e vemos um tom avermelhado. Em primeiro plano, podemos ver um 'pilar' de poeira que ainda não foi destruído (evaporado) por completo. Este é um processo que requer vários milhões de anos até que se dissipe na região de formação de estrelas. "


"As auras rosa são apenas um efeito de como foram criadas as imagens e representam uma média de cor dessas estrelas."

"A imagem colorida é obtida pela combinação de imagens de diferentes regiões obtidas por meio do MUSE. É bastante semelhante ao que seria a cor natural da região, embora os contrastes sejam acentuados para realçar os detalhes."

"O MUSE é um instrumento muito sofisticado, capaz de fotografar áreas extensas do céu, recebendo centenas de imagens em cores diferentes, do azul ao vermelho. A combinação de registros de distintas regiões nos permite obter imagens sensacionais, mas, acima de tudo, aprender sobre os processos físicos que ocorrem nessas zonas"
'Ironia'

© ESO Região R44, na nebulosa de Carina.

No total, foram observados dez pilares e foi possível identificar uma relação clara entre a radiação emitida por estrelas maciças próximas e as características dos pilares.

Uma das primeiras consequências da formação de uma estrela maciça é que ela começa a destruir a nuvem em que nasceu - fenômeno que o ESO descreve como "ironia".


"A tese de que as estrelas maciças têm um efeito considerável sobre o ambiente ao seu redor não é nova: sabe-se que estas estrelas lançam uma enorme quantidade de radiação ionizante (emissão com energia suficiente para arrancar elétrons de átomos). No entanto, é muito difícil obter evidências da relação entre essas estrelas e o seu entorno".
Estrelas que destroem seus criadores

A equipe do ESO analisou o efeito dessa radiação de energia nos pilares: um processo conhecido como fotoevaporação, quando o gás é ionizado e depois dispersado para longe.

A partir da observação dos resultados da fotoevaporação - que inclui a perda de massa do pilares -, foi possível descobrir a causa.

"Houve uma clara relação entre a quantidade de radiação ionizante emitida por estrelas próximas e a dissipação dos pilares."


De acordo com o ESO, "pode parecer uma calamidade cósmica, com estrelas de grande massa destruindo seus próprios criadores. No entanto, ainda não é completamente compreendida a complexidade dos mecanismos de retroalimentação entre as estrelas e os pilares".

© ESO Imagens dos pilares de nuvem de poeira e gás


Estes pilares podem parecer densos, mas as nuvens de poeira e gás que se formam na nebulosa são, na verdade, muito difusas.

Para o ESO, "essas estruturas celestes surpreendentes têm muito mais a dizer, e o MUSE é o instrumento ideal para provar isso".

E o que será que Mass-Hesse vê nessas imagens?

"Estas imagens nos mostram de forma clara como se formam novas estrelas, a partir de poeira e gás interestelar. Estas partículas de poeira são formadas dentro de outras estrelas maciças que explodiram como supernovas por consumir seu combustível nuclear, espalhando suas cinzas ao redor".

"Ao formar novas estrelas, essa poeira interestelar se condensa na forma de novos planetas rochosos, como a Terra, onde talvez a vida se desenvolva em um futuro ainda muito distante".

"Ao observar essas imagens que mostram como o sistema solar em que vivemos foi formado, entendemos por que, literalmente, não somos nada além do que 'poeira cósmica'."

sábado, 5 de novembro de 2016

Stephen Hawking vai apurar megaestrutura alienígena em estrela



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Um dos mais famosos astrofísicos do mundo, Stephen Hawking, confirmou nesta semana que está focado em projeto com a finalidade de examinar uma estrela curiosa com o rádio-telescópio Green Bank através do projeto Breakthrough Listen. O projeto conta com a parceria do fundador da rede social Facebook, Mark Zuckerberg.

De acordo com o site TN Online, Hawking dá apoio atualmente a uma equipe de cientistas para análise de uma possível "megaestrutura alienígena" orbitando a estrela de Tabby ou estrela do "gato malhado", como também é chamada pelos astrônomos. O padrão intermitente de luz do corpo celeste intriga os astrônomos.

O projeto com orçamento de £ 81milhões (cerca de US$ 100 milhões) objetiva apurar o comportamento misterioso da estrela denominada tecnicamente de KIC8462852.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Bergrun Norman e os anéis de Saturno

Fotos tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble em 1996
Sólon: Terremoto de 7.4, rebaixado para 7.2, em Vanuatu. Alerta de Tsunami iniciado, mas já cancelado.


Original: Pictures of Evacuation Craft out by Saturn/Nexus

Tradução: Sólon

Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e a super tecnológica Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar. 

Em uma entrevista com o Dr. Norman Bergrun por um pesquisador e jornalista da Revista UFO foi divulgada a notícia de que:

O SINAL RECEBIDO PELA SONDA CASSINI VEIO DAS NAVES ALIENÍGENAS EM ÓRBITA EM SATURNO!

Quem é Bergrun Norman

Bergrun trabalhou como pesquisador na NASA por 12 anos - então a Lockheed Missiles and Space Company (agora Lockheed Martin), onde foi responsável pelo planejamento e análise de testes de vôo para o lançamento do míssil Polaris da Marinha. Durante seus treze anos de Lockheed, também serviu como um cientista responsável pelo satélite e aplicações espaciais.

Norman Bergrun realizou um estudo detalhado das imagens das sondas espaciais da NASA Voyager 1 e Voyager 2, e imagens relacionadas com os anéis de Saturno. Ele descobriu como os anéis são formados por radiação eletromagnética dos veículos emergentes gigantes (EMV) e que estes são controlados por uma forma de inteligência extraterrestre.

Em um estudo publicado em seu livro "Os Construtores de Anéis de Saturno", ressalta muitas pesquisas efetuadas sobre fotos coloridas de Saturno, mas a fonte era a NASA. Parabéns ao Dr. Bergrun da comunidade de investigação, para seus milhares de horas de estudo e documentação das suas conclusões.

Em Saturno estão gigantescas Naves Espaciais!

"Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e a super tecnológica Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar. E não só isso!

A presença de tais veículos ET é certamente um dos mais importantes... Segredos das descobertas feitas no espaço.Grandes veículos cilíndricos, pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida e altamente sofisticada, e estes também estão presentes nas regiões de Marte e da Lua ". (N. Bergrun)


Uma sombra enorme de uma espaçonave alienígena que se projeta sobre o solo de Marte
Em 1996, nosso grande telescópio espacial Hubble estava à procura de novas luas em Saturno e Júpiter. Mas naquele dia, o telescópio foi capaz de tirar fotos infravermelhas de Saturno e nas fotografias foram descobertos veículos misteriosos de origem desconhecida, que poderiam ser Naves Mães ou não, algum tipo de grandes naves de transporte alienígenas.

Uma dessas naves misteriosas parece ter um diâmetro próximo ao da Terra e outra tem mais de 80 mil quilômetros de comprimento! 

Em seu livro "Os Construtores de Anéis de Saturno", o Dr. Norman R. Bergrun, em colaboração com Walter Vincenti, emérito professor de aeronáutica e astronáutica da Universidade de Stanford, descreveu que os anéis de Saturno de fato não são totalmente naturais, mas artificialmente construídos a partir das gigantescas espaçonaves cilíndricas ET - veículos que circulam nos arredores de Saturno . Quem está fazendo, criando esses anéis e outros dispositivos artificiais em nosso sistema solar? Qual é a razão para tudo isso?

Não se esqueça que o Coronel Philip Corso, em 1947 teve um encontro com um ser ET. Neste encontro, Corso perguntou de qual planeta eles vieram, e quais eram os seus objetivos. A resposta foi a seguinte: Nós somos "OS CRIADORES", mas também somos chamados de IGIGI. Eles são, portanto, os criadores de mundos? Se lermos os textos antigos Sumérios (Enuma Elish), os famosos Nephilim foram descritos como criadores e os Guardiões do Universo.


Não parecem querer nos contatar por agora. Mas algo está se movendo na direção certa.

Nós todos sabemos que estes seres - as civilizações extraterrestres - altamente avançados, podem criar coisas maravilhosas em nosso sistema solar. E é de grande ajuda ter veículos que podem ser medidos diâmetros dos planetas como a Terra.

Um veículo ET de uma escala tão grande, tem capacidade para suportar uma civilização inteira. Eles também podem criar imensos anéis em torno de planetas, como Saturno, ou Júpiter, luas ou satélites, ou criar em torno de si. 

Parece que fazemos parte deste grande projeto.

Massimo Fratini

VIDEO DO YOU TUBE COM AUDIO DO SINAL ALIENÍGENA.


O sinal original pode ser baixado diretamente da sonda Cassini da NASA:


Este é o link para o artigo:

http://babelfish.altavista.com/ Aqui está o babel Inglês deste artigo a partir babelfish: Aviso que diz que os navios que foram observados em torno de Marte e da Lua (Luna) também.

Solange C. Ventura

sexta-feira, 7 de outubro de 2016


A sonda Curiosity, da NASA, completou sua jornada pelos Murray Buttes, e agora ela se prepara para ir em direção às altas inclinações do Monte Sharp. A intrépida sonda aproveitou, então, para tirar um selfie, com sinal de orgulho pela missão bem sucedida no cenário marciano.

Esta impressionante imagem, tirada em 17 de setembro de 2016, é na verdade uma composição de 60 fotos individuais tiradas pela lente MAHLI (Mars Hand Lens Imager) da sonda. A câmera e o braço não estão incluídos na composição, justamente pela câmera ficar na ponta de um dos braços. Por essa razão que a foto parece ter sido tirada por algum cidadão marciano.

A mesa escura no fundo é chamada de “M12”, e o Monte Sharp fica localizado na parte direita superior. A M12 está 7 metros acima da base de rochas escorregadias, que foram vistas atrás da sonda. Nas últimas semanas, a Curiosity perfurou e coletou amostras de pó na região. Muitas das fotos tiradas durante esta fase da missão estão entre as melhores que já vimos, revelando intrigantes rochas e formações.Você, inclusive, pode baixar as versões do wallpaper da imagem que abre este post.

Com a conquista da região de Murray Buttes, os cientistas da NASA já definiram um próximo destino que vai exigir que a sonda faça uma pequena força para escalar. A Curiosity está programada para subir um morro de 2,5 km, onde ele explorará locais ricos em hematitas de ferro óxido. Além disso, o veículo vai investigar a orientação a exposição de uma rocha rica em argila no planeta vermelho.

Rota feita pela Curiosity: do local onde ela aterrissou há quatro anos à sua localização atual no Murray Buttes. Além disso, há o caminho para o local onde há hematita e argila no Monte Sharp. (Imagem: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)

Ambas estas áreas foram provavelmente originadas de diferentes condições ambientais. No entanto, os cientistas da missão querem ver se algumas delas podem ter tido algum tipo de ambiente habitável; tanto a hematita como a argila são tipicamente formadas em condições de encharcamento.

“Continuamos a atingir camadas mais altas e mais novas no Monte Sharp”, observou Ashwin Vasavada, cientista de projeto da Curiosity, em um comunicado da agência. “Mesmo após quatro anos explorando a região próxima e mesmo a parte superior da montanha, ainda há potencial de que o que acharmos vai nos surpreender.”

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Suposto planeta Nibiru é filmado da Pensilvânia


Gravação de um aparente corpo celeste próximo à lua, gera debates entre crentes e céticos. 



Teóricos temem que Nibiru destrua a Terra (USA-UK News/Youtube)


Segundo os adeptos da teoria dos ‘deuses astronautas’, a civilização suméria, estabelecida ao Sul da Mesopotâmia, onde hoje ficam os países do Iraque e Kuwait, em torno de 5500 a.C., teria descrito a existência de um planeta gigante, que um dia voltaria a se aproximar da Terra e destruir tudo que nela habita. Seu nome, Nibiru (ou Planeta X).

Embora um dos mais polêmicos e notórios pesquisadores daquela civilização, Zecharia Sitchin (1920 - 2010), tenha sido amplamente criticado no meio acadêmico após publicar a obra O 12º Planeta, em meados de 2010, cada vez mais pessoas em todo o mundo alegam filmar o temido astro.

Dessa vez, a gravação do hipotético Nibiru emergindo por trás da lua, divulgada recentemente na Internet, tem gerado preocupação entre os crentes e os teóricos da conspiração.

De acordo com informações do periódico europeu Express, edição de segunda-feira (22), conspirólogos acreditam que num determinado momento (eles não sabem a data), Nibiru chegará tão perto de nós que, devido a sua enorme massa, a atração gravitacional entre ambos os corpos provocará terremotos apocalípticos sobre a Terra. Enfim, se isso acontecer, dizem eles, não haverá mais a civilização humana.

Conforme o canal responsável pela exposição do vídeo no Youtube, o planeta foi testemunhado pela primeira vez sobre o estado da Pensilvânia (EUA). Ao narrar o acontecimento, o interlocutor enfatiza que o astro é o verdadeiro motivo de as luas ficarem ‘vermelhas’ em determinadas épocas.

Embora os entusiastas de tragédias suponham que Nibiru tenha influência na coloração da lua, astrônomos explicam que o episódio, conhecido pelo termo ‘lua de sangue’, é causado pelo posicionamento do Sol e da lua.

No ano passado, por exemplo, tivemos quatro ocorrências de ‘luas de sangue’ em diferentes continentes. Contudo, esse evento continua sendo raro, tendo ocorrido poucas vezes num período de dois mil anos.

A ‘verdade’

Ainda que o narrador do vídeo e milhares de pessoas ‘jurem de pés juntos’ que a cena captada na gravação ocorrida na Pensilvânia tenha relação com a presença do emblemático corpo celeste, especialistas explicam que imagens duplicadas da lua ocorrem devido ao alargamento da lente. Esse processo, no entendimento dos estudiosos, ocasiona uma espécie de reflexo do nosso satélite natural.

Porém, para o autor do vídeo, a argumentação técnica proferida pelos profissionais de imagens já era esperada. "Agora eu sei que muitos de vocês pessimistas dirão que este é um reflexo de lente, mas guardem os comentários para outro momento como este, que é um objeto fixo ao lado da lua, não há absolutamente nenhuma dúvida sobre isso”, insiste o dono do canal.

Mesmo que o alegado planeta Nibiru, ou Planet X, seja apenas uma fábula inventada por Zecharia Sitchin, o fato é que no início de 2016 astrônomos revelaram a presença de um astro errante nos limites do Sistema Solar. Até o momento, eles ainda não identificaram suas características.

A seguir, assista a gravação original. Depois, veja um depoimento de Zecharia Sitchin sobre Nibiru (legendas em português). No entanto, não se esqueça: aprecie a informação com moderação.





segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Astrônomos descobriram uma parte da Via Láctea onde não há estrelas jovens

© Reprodução

Uma equipe de astrônomos descobriu um larga extensão do espaço no centro da Via Láctea onde não não há estrelas jovens. Este deserto estelar fica a 8.000 anos-luz do centro galáctico — e a área não produz novas estrelas há centenas de milhões de anos.

Em um estudo publicado no Monthly Notices, da Royal Astronomical Society, uma equipe de astrônomos lideradas por Noriyuki Matsunaga, da Universidade de Tóquio, descreveu este lugar desértico como um vazio estelar. A análise deles mostra que uma parcela considerável do Disco Extremo Interno do espaço conta com nenhuma estrela jovem, e tem sido assim por um longo período.

Há bilhões de estrelas em nossa galáxia, algumas jovens e outras velhas. Ao medir a distribuição dessas estrelas, os astrônomos podem entender melhor como a Via Láctea se formou e evoluiu.

Um tipo de estrela em particular, a Cefeida, está entre as mais novas de nossa galáxia, datando entre 10 e 300 milhões de anos (comparado com nosso Sol, que tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos, elas são novas). As Cerfeidas são facilmente detectáveis, pois elas pulsam em um padrão previsível. Além disso, esses ciclos de pulsação permitem que astrônomos estimem a distância e idade delas.

Infelizmente, achar Cerfeidas no interior da Via Láctea é difícil, por causa da poeira interestelar que bloqueia nossa visão. Para espreitar essa região e ver se há Cerfeidas no Disco Extremo Interno do espaço, Matsunaga e sua equipe fizeram observações no infravermelho na região usando um telescópio japonês localizado na África do Sul. Eles, então, descobriram que dificilmente há Cerfeidas por lá, o que foi uma surpresa para eles.

Trabalhos anteriores de astrônomos revelaram que havia algumas Cerfeidas no centro da Via Láctea, numa região de raio de cerca de 150 anos-luz. Porém agora eles descobriram que fora desta região há um grande “deserto de Cerfeidas” em uma extensão de 8.000 anos-luz de distância do centro da galáxia. Para colocar em perspectiva, a Via Láctea tem uma extensão de 100 mil anos-luz. Ou seja, é espaço pra caramba sem nenhuma empresa. É um pouco assustador pensar nisso.

Curiosamente, a descoberta coincide com o trabalho de radioastrônomos, que também concluíram que estrelas jovens não nasceram naquela região. Mais para frente, os astrônomos vão estudar o movimento e a composição química de novas Cerfeidas para entender melhor a formação e a evolução da Via Láctea — e por qual razão existe este núcleo estéril.

sábado, 1 de outubro de 2016

Morar na Lua por um ano seria extremamente caro



© Reprodução


Esta semana, Elon Musk anunciou planos de desenvolver uma "cidade autossustentável" em Marte. É um projeto bem ambicioso e sabemos dos desafios técnicos, além do alto custo envolvido. Morar na Lua durante um ano já seria bem caro, como mostra o vídeo da Wendover Productions.

O narrador passa item por item de tudo que é necessário mandar para o espaço para que quatro astronautas consigam sobreviver na Lua por um ano: transporte de ida e volta, sondas lunares, habitação, estufas para cultivar alimentos, água e energia. O total: US$ 36 bilhões, ou US$ 98 milhões por dia.

A estimativa foi feita levando em consideração o uso do foguete Saturn V. Se a SpaceX e outras empresas do setor continuarem a progredir no desenvolvimento de foguetes reutilizáveis (em vez de explodi-los), os custos podem cair consideravelmente.

Confira o vídeo abaixo; ele possui legendas em inglês:


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Nasa anuncia 'atividade surpreendente' na lua Europa de Júpiter



© Fornecido por New adVentures, Lda.

A Nasa marcou para a próxima segunda-feira (26) às 15h (horário de Brasília) uma conferência em que deve anunciar 'atividade surpreendente' na lua Europa do planeta Júpiter. A agência espacial norte-americana deve apresentar imagens obtidas a partir do telescópio Hubble.

O comunicado no site da Nasa afirma que quatro astrônomos apresentarão as conclusões de uma "campanha singular de observação de Europa que resultou em evidências surpreendentes de atividades que podem estar relacionadas à presença de um oceano subsuperficial em Europa".

O áudio da conferência será transmitida em tempo real pelo site da agência espacial.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Astrônomos descobriram uma parte da Via Láctea onde não há estrelas jovens



Uma equipe de astrônomos descobriu um larga extensão do espaço no centro da Via Láctea onde não não há estrelas jovens. Este deserto estelar fica a 8.000 anos-luz do centro galáctico — e a área não produz novas estrelas há centenas de milhões de anos.

Em um estudo publicado no Monthly Notices, da Royal Astronomical Society, uma equipe de astrônomos lideradas por Noriyuki Matsunaga, da Universidade de Tóquio, descreveu este lugar desértico como um vazio estelar. A análise deles mostra que uma parcela considerável do Disco Extremo Interno do espaço conta com nenhuma estrela jovem, e tem sido assim por um longo período.

Há bilhões de estrelas em nossa galáxia, algumas jovens e outras velhas. Ao medir a distribuição dessas estrelas, os astrônomos podem entender melhor como a Via Láctea se formou e evoluiu.

Um tipo de estrela em particular, a Cefeida, está entre as mais novas de nossa galáxia, datando entre 10 e 300 milhões de anos (comparado com nosso Sol, que tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos, elas são novas). As Cerfeidas são facilmente detectáveis, pois elas pulsam em um padrão previsível. Além disso, esses ciclos de pulsação permitem que astrônomos estimem a distância e idade delas.

Infelizmente, achar Cerfeidas no interior da Via Láctea é difícil, por causa da poeira interestelar que bloqueia nossa visão. Para espreitar essa região e ver se há Cerfeidas no Disco Extremo Interno do espaço, Matsunaga e sua equipe fizeram observações no infravermelho na região usando um telescópio japonês localizado na África do Sul. Eles, então, descobriram que dificilmente há Cerfeidas por lá, o que foi uma surpresa para eles.

Trabalhos anteriores de astrônomos revelaram que havia algumas Cerfeidas no centro da Via Láctea, numa região de raio de cerca de 150 anos-luz. Porém agora eles descobriram que fora desta região há um grande “deserto de Cerfeidas” em uma extensão de 8.000 anos-luz de distância do centro da galáxia. Para colocar em perspectiva, a Via Láctea tem uma extensão de 100 mil anos-luz. Ou seja, é espaço pra caramba sem nenhuma empresa. É um pouco assustador pensar nisso.

Curiosamente, a descoberta coincide com o trabalho de radioastrônomos, que também concluíram que estrelas jovens não nasceram naquela região. Mais para frente, os astrônomos vão estudar o movimento e a composição química de novas Cerfeidas para entender melhor a formação e a evolução da Via Láctea — e por qual razão existe este núcleo estéril.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

'Humanos terão que sair da Terra para sobreviver', afirma Hawking





Um dos mais famosos físicos do mundo, o britânico Stephen Hawking, afirmou, sexta-feira (25), em entrevista ao jornal espanhol El País que a sobrevivência da raça humana "vai depender da capacidade de encontrarmos novos lugares do Universo".

"O risco de que um desastre destrua a Terra é cada vez maior. Então, eu gostaria de despertar o interesse do público pelos voos espaciais . Eu aprendi a não olhar para o futuro distante e a me concentrar no presente. Ainda há muito mais coisas que eu quero fazer", concluiu o cientista ao ser perguntado sobre o destino da raça humana.

Ao ser questionado o que seriam as coisas que gostaria de fazer, disse: "Viajar ao espaço com a Virgin Galactic (empresa de turismo espacial)". O cientista está em Tenerife, nas Ilhas Canárias, para o festival científico Starmus.