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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Calamidade cósmica: o que dizem as impressionantes imagens dos 'pilares da destruição' no espaço



© ESO Região R18, na nebulosa de Carina

ESO Imagens dos pilares de nuvem de poeira e gás Observações foram feitas na nebulosa de Carina, centro de formação de estrelas que se encontra a aproximadamente 7.500 anos luz 1

Pilares gigantescos que simbolizam, ao mesmo tempo, criação e destruição.

As recém-descobertas estruturas foram observadas na nebulosa de Carina a partir de um instrumento instalado no Very Large Telescope (VLT), localizado no observatório astronômico europeu mais avançado do mundo, no Paranal, no Deserto do Atacama, no Chile.

Ao contrário dos famosos "pilares da criação" da nebulosa de Águia, uma das imagens mais icônicas do universo, as estruturas que aparecem nestas imagens poderiam ser chamadas de "pilares de destruição", de acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).

As torres e pilares que aparecem nas novas imagens da nebulosa de Carina são enormes nuvens de poeira e gás dentro de um centro de formação de estrelas, localizado a cerca de 7.500 anos-luz de distância.

Segundo cientistas do ESO, o que observamos nada mais é do que a colorida nebulosa de Carina "devastada por estrelas brilhantes próximas".
Milhares de imagens de uma só vez

O VLT é um conjunto de quatro telescópios e vários instrumentos, incluindo o MUSE (sigla em inglês para Multi Unit Spectroscopy Explorer), explorador espectroscópico que permitiu obter estas imagens espetaculares.

Nebulosa de Carina

O MUSE fornece espectros simultâneos de numerosas regiões adjacentes no céu. E o que faz dele uma ferramenta tão poderosa é a sua capacidade de gerar milhares de imagens da nebulosa de uma só vez, cada uma com um comprimento de onda de luz diferente.


Esse recurso permite aos astrônomos detectar as propriedades químicas e físicas do material em diferentes partes da nebulosa, explica o ESO.

"Em nossa galáxia, a Via Láctea, novas estrelas ainda estão se formando. Estas estrelas são formadas a partir de nuvens gigantes de gás e poeira que, por alguma razão, entram em colapso até que seu interior atinja temperatura suficiente para ativar o mecanismo de produção de energia: a fusão de átomos de hidrogênio em átomos de hélio", disse à BBC Miguel Mass-Hesse, coordenador da rede de transmissão do ESO.

© NASA, Jeff Hester, Paul Scowen Univ. Est. Arizona Pilares da Criação

"Algumas dessas estrelas são relativamente pequenas, como o Sol, mas outras são bem maiores e muito mais brilhantes. À medida que acendem, a luz emitida por estas estrelas evapora e destroi os restos da nuvem em que elas se formaram, dissipando o material ao seu redor até deixar uma cavidade praticamente vazia de gás e poeira. Nestas imagens, podemos ver esse fenômeno em todo o seu esplendor ", acrescenta.


© ESO Nebulosa de Carina


Pontos cor-de-rosa

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, pediu a Mass-Hesse que explicasse em detalhes o que pode ser observado nas imagens, como a que vemos acima: a região R18 da nebulosa de Carina.

"Os pontos rosa são estrelas que ainda se encontram dentro da nuvem de poeira original. A poeira absorve a luz azul, deixando passar apenas o componente vermelho, daí surge a cor que vemos."

"É um fenômeno semelhante ao que acontece no entardecer no verão, em que o sol atravessa a poeira na atmosfera e vemos um tom avermelhado. Em primeiro plano, podemos ver um 'pilar' de poeira que ainda não foi destruído (evaporado) por completo. Este é um processo que requer vários milhões de anos até que se dissipe na região de formação de estrelas. "


"As auras rosa são apenas um efeito de como foram criadas as imagens e representam uma média de cor dessas estrelas."

"A imagem colorida é obtida pela combinação de imagens de diferentes regiões obtidas por meio do MUSE. É bastante semelhante ao que seria a cor natural da região, embora os contrastes sejam acentuados para realçar os detalhes."

"O MUSE é um instrumento muito sofisticado, capaz de fotografar áreas extensas do céu, recebendo centenas de imagens em cores diferentes, do azul ao vermelho. A combinação de registros de distintas regiões nos permite obter imagens sensacionais, mas, acima de tudo, aprender sobre os processos físicos que ocorrem nessas zonas"
'Ironia'

© ESO Região R44, na nebulosa de Carina.

No total, foram observados dez pilares e foi possível identificar uma relação clara entre a radiação emitida por estrelas maciças próximas e as características dos pilares.

Uma das primeiras consequências da formação de uma estrela maciça é que ela começa a destruir a nuvem em que nasceu - fenômeno que o ESO descreve como "ironia".


"A tese de que as estrelas maciças têm um efeito considerável sobre o ambiente ao seu redor não é nova: sabe-se que estas estrelas lançam uma enorme quantidade de radiação ionizante (emissão com energia suficiente para arrancar elétrons de átomos). No entanto, é muito difícil obter evidências da relação entre essas estrelas e o seu entorno".
Estrelas que destroem seus criadores

A equipe do ESO analisou o efeito dessa radiação de energia nos pilares: um processo conhecido como fotoevaporação, quando o gás é ionizado e depois dispersado para longe.

A partir da observação dos resultados da fotoevaporação - que inclui a perda de massa do pilares -, foi possível descobrir a causa.

"Houve uma clara relação entre a quantidade de radiação ionizante emitida por estrelas próximas e a dissipação dos pilares."


De acordo com o ESO, "pode parecer uma calamidade cósmica, com estrelas de grande massa destruindo seus próprios criadores. No entanto, ainda não é completamente compreendida a complexidade dos mecanismos de retroalimentação entre as estrelas e os pilares".

© ESO Imagens dos pilares de nuvem de poeira e gás


Estes pilares podem parecer densos, mas as nuvens de poeira e gás que se formam na nebulosa são, na verdade, muito difusas.

Para o ESO, "essas estruturas celestes surpreendentes têm muito mais a dizer, e o MUSE é o instrumento ideal para provar isso".

E o que será que Mass-Hesse vê nessas imagens?

"Estas imagens nos mostram de forma clara como se formam novas estrelas, a partir de poeira e gás interestelar. Estas partículas de poeira são formadas dentro de outras estrelas maciças que explodiram como supernovas por consumir seu combustível nuclear, espalhando suas cinzas ao redor".

"Ao formar novas estrelas, essa poeira interestelar se condensa na forma de novos planetas rochosos, como a Terra, onde talvez a vida se desenvolva em um futuro ainda muito distante".

"Ao observar essas imagens que mostram como o sistema solar em que vivemos foi formado, entendemos por que, literalmente, não somos nada além do que 'poeira cósmica'."

sábado, 5 de novembro de 2016

Stephen Hawking vai apurar megaestrutura alienígena em estrela



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Um dos mais famosos astrofísicos do mundo, Stephen Hawking, confirmou nesta semana que está focado em projeto com a finalidade de examinar uma estrela curiosa com o rádio-telescópio Green Bank através do projeto Breakthrough Listen. O projeto conta com a parceria do fundador da rede social Facebook, Mark Zuckerberg.

De acordo com o site TN Online, Hawking dá apoio atualmente a uma equipe de cientistas para análise de uma possível "megaestrutura alienígena" orbitando a estrela de Tabby ou estrela do "gato malhado", como também é chamada pelos astrônomos. O padrão intermitente de luz do corpo celeste intriga os astrônomos.

O projeto com orçamento de £ 81milhões (cerca de US$ 100 milhões) objetiva apurar o comportamento misterioso da estrela denominada tecnicamente de KIC8462852.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016


A sonda Curiosity, da NASA, completou sua jornada pelos Murray Buttes, e agora ela se prepara para ir em direção às altas inclinações do Monte Sharp. A intrépida sonda aproveitou, então, para tirar um selfie, com sinal de orgulho pela missão bem sucedida no cenário marciano.

Esta impressionante imagem, tirada em 17 de setembro de 2016, é na verdade uma composição de 60 fotos individuais tiradas pela lente MAHLI (Mars Hand Lens Imager) da sonda. A câmera e o braço não estão incluídos na composição, justamente pela câmera ficar na ponta de um dos braços. Por essa razão que a foto parece ter sido tirada por algum cidadão marciano.

A mesa escura no fundo é chamada de “M12”, e o Monte Sharp fica localizado na parte direita superior. A M12 está 7 metros acima da base de rochas escorregadias, que foram vistas atrás da sonda. Nas últimas semanas, a Curiosity perfurou e coletou amostras de pó na região. Muitas das fotos tiradas durante esta fase da missão estão entre as melhores que já vimos, revelando intrigantes rochas e formações.Você, inclusive, pode baixar as versões do wallpaper da imagem que abre este post.

Com a conquista da região de Murray Buttes, os cientistas da NASA já definiram um próximo destino que vai exigir que a sonda faça uma pequena força para escalar. A Curiosity está programada para subir um morro de 2,5 km, onde ele explorará locais ricos em hematitas de ferro óxido. Além disso, o veículo vai investigar a orientação a exposição de uma rocha rica em argila no planeta vermelho.

Rota feita pela Curiosity: do local onde ela aterrissou há quatro anos à sua localização atual no Murray Buttes. Além disso, há o caminho para o local onde há hematita e argila no Monte Sharp. (Imagem: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)

Ambas estas áreas foram provavelmente originadas de diferentes condições ambientais. No entanto, os cientistas da missão querem ver se algumas delas podem ter tido algum tipo de ambiente habitável; tanto a hematita como a argila são tipicamente formadas em condições de encharcamento.

“Continuamos a atingir camadas mais altas e mais novas no Monte Sharp”, observou Ashwin Vasavada, cientista de projeto da Curiosity, em um comunicado da agência. “Mesmo após quatro anos explorando a região próxima e mesmo a parte superior da montanha, ainda há potencial de que o que acharmos vai nos surpreender.”

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Suposto planeta Nibiru é filmado da Pensilvânia


Gravação de um aparente corpo celeste próximo à lua, gera debates entre crentes e céticos. 



Teóricos temem que Nibiru destrua a Terra (USA-UK News/Youtube)


Segundo os adeptos da teoria dos ‘deuses astronautas’, a civilização suméria, estabelecida ao Sul da Mesopotâmia, onde hoje ficam os países do Iraque e Kuwait, em torno de 5500 a.C., teria descrito a existência de um planeta gigante, que um dia voltaria a se aproximar da Terra e destruir tudo que nela habita. Seu nome, Nibiru (ou Planeta X).

Embora um dos mais polêmicos e notórios pesquisadores daquela civilização, Zecharia Sitchin (1920 - 2010), tenha sido amplamente criticado no meio acadêmico após publicar a obra O 12º Planeta, em meados de 2010, cada vez mais pessoas em todo o mundo alegam filmar o temido astro.

Dessa vez, a gravação do hipotético Nibiru emergindo por trás da lua, divulgada recentemente na Internet, tem gerado preocupação entre os crentes e os teóricos da conspiração.

De acordo com informações do periódico europeu Express, edição de segunda-feira (22), conspirólogos acreditam que num determinado momento (eles não sabem a data), Nibiru chegará tão perto de nós que, devido a sua enorme massa, a atração gravitacional entre ambos os corpos provocará terremotos apocalípticos sobre a Terra. Enfim, se isso acontecer, dizem eles, não haverá mais a civilização humana.

Conforme o canal responsável pela exposição do vídeo no Youtube, o planeta foi testemunhado pela primeira vez sobre o estado da Pensilvânia (EUA). Ao narrar o acontecimento, o interlocutor enfatiza que o astro é o verdadeiro motivo de as luas ficarem ‘vermelhas’ em determinadas épocas.

Embora os entusiastas de tragédias suponham que Nibiru tenha influência na coloração da lua, astrônomos explicam que o episódio, conhecido pelo termo ‘lua de sangue’, é causado pelo posicionamento do Sol e da lua.

No ano passado, por exemplo, tivemos quatro ocorrências de ‘luas de sangue’ em diferentes continentes. Contudo, esse evento continua sendo raro, tendo ocorrido poucas vezes num período de dois mil anos.

A ‘verdade’

Ainda que o narrador do vídeo e milhares de pessoas ‘jurem de pés juntos’ que a cena captada na gravação ocorrida na Pensilvânia tenha relação com a presença do emblemático corpo celeste, especialistas explicam que imagens duplicadas da lua ocorrem devido ao alargamento da lente. Esse processo, no entendimento dos estudiosos, ocasiona uma espécie de reflexo do nosso satélite natural.

Porém, para o autor do vídeo, a argumentação técnica proferida pelos profissionais de imagens já era esperada. "Agora eu sei que muitos de vocês pessimistas dirão que este é um reflexo de lente, mas guardem os comentários para outro momento como este, que é um objeto fixo ao lado da lua, não há absolutamente nenhuma dúvida sobre isso”, insiste o dono do canal.

Mesmo que o alegado planeta Nibiru, ou Planet X, seja apenas uma fábula inventada por Zecharia Sitchin, o fato é que no início de 2016 astrônomos revelaram a presença de um astro errante nos limites do Sistema Solar. Até o momento, eles ainda não identificaram suas características.

A seguir, assista a gravação original. Depois, veja um depoimento de Zecharia Sitchin sobre Nibiru (legendas em português). No entanto, não se esqueça: aprecie a informação com moderação.





domingo, 18 de setembro de 2016

Estranho sinal extraterrestre anunciado pelo SETI intriga cientistas



Poderia ser uma tentativa de comunicação de vida inteligente? O que os cientistas dizem sobre o estranho sinal?


Um sinal intenso e estranho, vindo de uma estrela como o Sol, foi detectado pelos astrônomos, que por sua vez, estão tentando descobrir o que ele significa.

Apesar da notícia ter sido divulgada agora, a detecção foi feita há muito tempo, em maio de 2015, através de um rádio telescópio na Rússia, operado pelo Instituo de Busca por Vida Extraterrestre Inteligente (SETI). O sinal, de acordo com o comunicado oficial, parece se originar de HD 164595, um sistema de estrelas situado a cerca de 94 anos-luz da Terra.


Os astrônomos ainda não publicaram um estudo sobre tal detecção, que ainda deve ser discutida no 67° Congresso Internacional de Astronáutica (IAC), em Guadalajara, no México, de acordo com Paul Gilster, do Centauri Dreams.



Rádio Telescópio RATAN-600, localizado na Rússia, responsável pela detecção do estranho sinal de HD 164595.


Os astrônomos já sabem que HD 164595 abriga um planeta com massa equivalente ao nosso gigante Netuno, mas que ele orbita sua estrela numa proximidade maior do que aquela que seria ideal para suportar a vida como conhecemos. No entanto, é possível que existam outros mundos ainda não descobertos no sistema, disse o astrônomo Seth Shostak, do Instituto SETI.

Os cientistas responsáveis pela detecção são pesquisadores respeitados, e o sinal, segundo eles, é forte o suficiente para ser distinguido de um ruído aleatório. Além disso, o sinal é consistente com aquilo que poderíamos esperar de uma civilização extraterrestre inteligente, disse Seth. "E se realmente foram alienígenas que enviaram esses sinais, certamente eles são muito mais avançados do que nós", acrescentou.


"Com base nas características do sinal recebido, a hipotética civilização extraterrestre teve que gerar cerca de 100 bilhões de bilhões de watts de energia para lançá-lo em todas as direções. Por outro lado, se a intenção seria de enviar o sinal na direção da Terra (por alguma razão), eles teriam que produzir mais de 1 trilhão de watts", disse Seth. "O primeiro número é centenas de vezes mais intenso do que toda luz solar que incide sobre a Terra. Essa é uma conta de energia muito grande."

O Instituto SETI mirou o Allen Telescope Array (ATA), um sistema de rádio telescópios localizado na Califórnia, EUA, na direção de HD 164595, e novas observações devem ocorrer futuramente. Os astrônomos estão apreensivos com os resultados dessas pesquisas, mas por outro lado, Seth suspeita que há chances do sinal não ter origem em uma civilização avançada.



Allen Telescope Array, Califórnia, EUA. 
Por exemplo, é possível que seja uma interferência causada por um satélite em órbita da Terra, ou por um objeto mais próximo. Segundo Seth, sua aposta no momento seria alguma interferência que tenha causado o estranho sinal.


Outra possibilidade, muito possível, é que nós nunca saberemos. A equipe responsável pelo rádio telescópio russo já observava o sistema HD 164595 há algum tempo antes de detectar esse estranho sinal. Mais precisamente, eles fizeram 39 observações, e o sinal foi detectado apenas uma única vez. "Se ninguém conseguir detectar esse sinal novamente, é provável que ele se torne mais um grande mistério ao estilo do famoso Sinal Wow, de 1977", disse Seth.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Nibiru (Planeta X) vai chegar? Novo planeta dá fôlego a teorias da conspiração



Indícios de novo planeta foram anunciados por cientistas em janeiro, mas para alguns se trata de lendas antigas

Nibiru, Hercólubus, Segundo Sol, Nêmesis. Você com certeza já ouviu falar de pelo menos um destes termos astronômicos – nem que seja na música popular. Cássia Eller à parte, as teorias que envolvem tais nomes apresentam diferenças, mas combinam em um ponto: um corpo celeste se aproxima da Terra e causa transformações em nosso planeta. A tese foi bastante divulgada até 2012 (lembra do "fim do mundo"?), mas depois foi deixada de lado. Agora, ganhou novo fôlego com os indícios de um novo planeta em nosso Sistema Solar. Mas do que se trata?

"A Nasa esconde da gente"


Elizabeth Garcia tem 51 anos e trabalha em uma clínica de estética na região da avenida Paulista, em São Paulo. Em parte das horas vagas, se dedica a pesquisar sobre Nibiru (para ela, todos os termos se referem ao mesmo objeto) e divulgar na internet. A página do Facebook da qual é dona ("Nibiru – O Segundo Sol") começou como um arquivo pessoal para guardar supostas fotos do "Segundo Sol", mas agora tem quase 13 mil seguidores e quatro administradores.

Nos contatos preliminares com a reportagem, ela deixa logo claro: "não é lenda urbana, é fato". A certeza dela veio após uma dica da irmã sobre o assunto, observações em Itanhaém (SP) e pesquisas em supostos sites fechados pela Nasa. O argumento de Elizabeth, por sinal, passa pelo mesmo de toda teoria conspiratória e é parecido com os que acreditam na Terra Plana: "a Nasa esconde da gente", afirma ela.

Elizabeth faz parte dos crédulos de que Nibiru (ou Segundo Sol) é uma estrela anã-marrom, um corpo celeste com pouco brilho, que se aproxima da Terra. A aproximação seria a responsável por mudanças climáticas e atividades da natureza, como terremotos. Para ela, é exatamente ele o suposto novo planeta apontado por cientistas.


Foto tirada por Elizabeth mostra suposto "Segundo Sol" - para astrônomo consultado pelo UOL, não passa de um buraco entre as nuvens por onde a luz passa


"Nós achamos que é o planeta Nibiru, mas que eles estão tentando dar uma forma de divulgar para a gente isso", alega, para depois dizer que o corpo não deve colidir com a Terra, como antes alguns fanáticos apontavam. "Ele não vai colidir, vai fazer sua passagem pelo Sistema Solar e vai afetar todos os planetas. Teremos mais terremotos, vulcões, tsunamis, secas, inversões dos nossos polos. São coisas que já vêm acontecendo", diz, baseada em sua pesquisa particular na internet.

De fato, a sua página vai além da simples discussão sobre Nibiru e divulga também qualquer dado relacionado a eventos da natureza na Terra. A comunidade é dinâmica: de acordo com Elizabeth, há gente de todas as idades e até quem aparece só para chamá-la de louca, mas também quem participa enviando imagens.
"Loucura total"

Mike Brown, o principal responsável pelo estudo recente que dá fortes indícios de um suposto novo planeta no nosso Sistema Solar, afirmou, que a lenda de Nibiru e afins é "loucura total". Quem vai na mesma linha é o astrônomo brasileiro Renato Las Casas, chefe de astronomia do Icex da UFMG (Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais).

"Este corpo, nessas condições, não existe. Acreditamos que o Sistema Solar atingiu um equilibro pelo menos para os grandes corpos. Um planeta causar uma grande perturbação, como maremotos e afins, não tem a mínima chance. A gente já estaria vendo esse planeta há muito tempo. Na ciência a gente nunca pode dizer que algo é impossível, mas têm algumas coisas que é viajar na maionese", também refutando a tese da Nasa esconder a informação.


Frederic J. Brown/AFP

Mike Brown, responsável pelo estudo do novo planeta, diz que lendas de Nibiru e afins são "loucura"


"A Nasa esconder uma coisa como um corpo enorme perto da Terra é impossível. Não é só a Nasa que obtém essa informação, existem outras pessoas e instituições mundo afora. Mas poxa, o pessoal da Nasa também é gente, são humanos. Guardar um segredo desse? Impossível", afirma Las Casas.

O fato de Nibiru, nos moldes defendidos por alguns grupos, ser impossível para Las Casas não quer dizer, contudo, que outro corpo celeste grande não apareça. Para o astrônomo, é possível existir um planeta longínquo, mas não em rota de passagem pela Terra. O astrônomo da UFMG ainda deixa claro que a ciência estuda inúmeras possibilidades de fim do mundo, mas nenhuma envolvendo um corpo como o "Segundo Sol".

"Fim do mundo é quase certo. Vai ser daqui 4,5 bilhões de anos, quando o Sol virar uma estrela vermelha. Agora, o fim da humanidade, se não se espalhar por outros planetas, vai vir muito antes disso. A ciência cita umas 20 possibilidades para isso, sendo que algumas teriam origem astronômica. Uma delas pode ser a colisão de um grande corpo com nosso planeta. Não um outro planeta, mas talvez um grande asteroide", conta Las Casas.
Imaginário popular

Os dois astrônomos têm suas opiniões sobre o motivo da astronomia atrair tanto interesse e teorias diferentes, algumas delas conspiratórias. Para Mike Brown, é porque "faz parte da nossa vizinhança". Já Las Casas acredita que é porque o campo remete a "questões transcendentais" (de onde viemos? Para onde vamos?). Não à toa, alguns dos nomes citados no início do texto fazem parte da cultura popular.

A teoria do "Segundo Sol", eternizada na voz de Cássia Eller, faz menção ao nosso Sistema Solar ser binário, com o Sol ligado a uma outra estrela. Já Hercólubus está relacionado a um livro do ocultista V. M. Rabolú que prevê um corpo que estaria se aproximando da Terra e que foi o responsável por destruir Atlântida, a cidade perdida, há milhares de anos.

Nêmesis seria um objeto grande que atrairia cometas para a Terra e explicaria destruições em massa do nosso planeta, mas foi praticamente descartado após a sonda Wise, da Nasa, não achar nada do tipo. Nibiru, por sua vez, tem sua origem em supostos escritos dos sumérios traduzidos pelo arqueólogo Zecharia Sitchin que mostrariam uma interação de antigas civilizações com seres humanoides deste planeta, chamados "anunnaki".

Um dos poucos cientistas que defendeu a aproximação de um corpo celeste grande causador de transtornos na Terra foi o chileno Carlos Muñoz Ferrada, que ficou famoso por avisar sobre um terremoto no Chile que depois causaria milhares de mortes. Ele diz que seria um "planeta-cometa", por ter massa planetária e órbita de um cometa. A ciência, por enquanto, não conseguiu provar nenhuma dessas teorias.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Misteriosa pedra alienígena é encontrada na Suécia



Cientistas acreditam ter encontrado o primeiro exemplar do chamado meteorito "extinto", em uma pedreira na Suécia.

A pedra alienígena, do tamanho de uma bolacha, seria parte de uma rocha muito maior e teria caído na Terra há 470 milhões de anos. De acordo com o líder do estudo sobre o achado, o geologista Birger Schmitz, essa pedra espacial seria diferente de tudo o que já foi encontrado anteriormente no nosso planeta. Esse raro objeto também pode dar aos cientistas informações mais detalhadas sobre o início da história do nosso Sistema Solar.

"Este pode ser o primeiro exemplo documentado de um meteorito "extinto", isto é, um tipo de meteorito que não cai mais na Terra hoje porque o seu corpo original já foi consumido por colisões. Os meteoritos encontrados na Terra hoje, aparentemente, não dão uma representação completa do tipo de corpos do cinturão de asteroides [entre Marte e Júpiter]", disse Schmitz, que é professor da Universidade de Lund, na Suécia.

Chuva de meteoros

Imagina-se que, em um passado remoto, o pequeno meteorito - batizado de Österplana 065 (Öst 65) - tenha feito parte de um pedaço de rocha muito maior, um asteroide com 20 a 30 quilômetros de largura, formado há 3 bilhões de anos. Esta enorme pedra, centenas de milhões de anos atrás, colidiu com outro corpo enorme, resultando em uma chuva de meteoros nos céus de uma então jovem Terra.

Este meteorito é classificado como um condrito, que provavelmente teve origem no cinturão de asteroides. Juntamente com cerca de 100 partes de condritos até agora descobertos, este novo fragmento alienígena originalmente afundou no oceano, que mais tarde se transformou no que hoje é a pedreira na cidade de Thorsberg, onde a rocha foi descoberta. 

A pedra é rica em elementos como o irídio, que é relativamente raro na Terra, e de um isótopo particular do neônio, em proporções diferentes dos condritos que são encontrados na região.

O estudo sobre o meteorito Öst 65 foi publicado na revista Nature Communications.



Fontes: Huffington Post , Nature Communications , Phys.org

Pesquisa dores podem ter descoberto fora da Terra a origem do ouro

Cientistas buscam a origem de alguns dos materiais mais preciosos da Terra (como ouro, prata e platina) há quase seis décadas.


Agora eles podem ter encontrado uma solução. E a resposta aponta para o espaço.

Elementos pesados e valiosos como esses necessitam de uma grande quantidade de energia para serem produzidos. Até agora, ninguém consegue explicar como eles surgiram no universo. Mas a descoberta de que uma galáxia-anã chamada Reticulum II (situada a cerca de 98 mil anos-luz da Terra) possui estrelas que contêm uma quantidade colossal desses metais pode colocar fim a esse mistério.

De acordo com a Anna Frabel, cientista do MIT, entender como esses elementos pesados são formados é um dos maiores desafios da física nuclear. “A produção deles demanda tanta energia que seria quase impossível cria-los experimentalmente. O processo de criação deles não parece funcionar na Terra. Então temos que usar as estrelas e os objetos no cosmo como nosso laboratório”, diz.

Mas como todo esse ouro, prata, urânio, chumbo, platina vieram parar na Terra? A equipe da pesquisadora acredita que eles foram criados em explosões de nêutrons provocadas pela colisão de estrelas em galáxias-anãs como a Reticulm II. Em seguida, eles se incrustaram em asteroides, que transportaram os elementos para nosso planeta.


Fonte: Science Alert

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Como astrônomos vão solucionar o mistério da “megaestrutura alienígena”




A KIC 8462852 rapidamente se tornou um dos maiores mistérios astronômicos da década. Ainda vai demorar um tempo até termos respostas concretas sobre essa estranha estrela brilhante, mas os astrônomos pretendem ir a fundo para descobrir o que ela significa. Como eles vão fazer isso?


“Se conseguirmos observá-la novamente no ato de escurecimento, isso ajudaria bastante,” disse Jason Wright, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, ao Gizmodo.

Wright é o astrônomo que fez a KIC 8462852 ficar famosa no ano passado ao sugerir que a estrela poderia ser obstruída por uma megaestrutura alienígena. Ele, junto com vários outros astrônomos com quem falei recentemente, concorda que a melhor forma de entendermos esta estrela estranha é observando-a enquanto faz alguma coisa estranha.

A KIC 8462852, também conhecida como “estrela de Tabby”, foi inicialmente detectada nos dados do telescópio espacial Kepler em setembro passado. Apesar de ser uma estrela comum da sequência principal tipo F – um pouco maior e mais quente que nosso sol – ela chamou a atenção de astrônomos. Durante a observação de dados coletados ao longo de quatro anos, a emissão de luz da estrela diminuiu intermitentemente, algo que não é consistente com nenhum fenômeno astronômico que conhecemos. Explicações para o bizarro comportamento da estrela vão de um enxame de cometas, passando por gravidade escurecendo, e também megaestruturas alienígenas. É fácil saber qual dessas possibilidades desencadeou uma histeria global.

Mas a KIC 8462852 não parou ainda de nos surpreender. O mistério se aprofundou na semana passada quando Bradley Schaefer, da Universidade do Estado de Louisiana decidiu observar placas fotográficas antigas da estrela no céu. O que ele percebeu foi impressionante: ao longo do último século, a emissão total de luz da estrela caiu cerca de 19%. A estrela não estava apenas pulverizando – ela está desaparecendo completamente.

“Não há precedentes para uma estrela da sequência principal variar tanto em brilho como essa,” Schaefer disse ao Gizmodo. “Ver essa estrela escurecer em 20% em um século é mais do que apenas espantoso.”



Mudanças no brilho da KIC 8462852 ao longo de um período de 1500 dias observados pelo Kepler. Os painéis de baixo são versões do de cima concentradas entre os dias 800 e 1500. Via Tabetha Boyajian.

“Estávamos perplexos quando vimos isso nos dados do Kepler, e se fosse apenas isso ainda estaríamos perplexos”, disse Wright. “A hipótese do cometa era ótima porque podia explicar quase qualquer coisa, mas ela não funciona com esses novos dados.”

O que sabemos, de acordo com Wright, é que o que quer esteja obstruindo a estrela, não está emitindo nada com força no espectro infravermelho, o que significa que não é algo quente. Isso significa que estamos falando em algo que está em uma órbita distante, o que não melhora nossas possibilidades de dar uma boa olhada no que é.


A KIC 8462852 escurecendo com o passar do tempo. Os diamantes azuis representando medidas feitas entre 1890 e 1989, enquanto as linhas sólidas e pontilhadas são tendências ajustadas. Via Schaefer.

Mas tem um jeito dos astrônomos entenderem o que está causando o escurecimento da estrela – e para isso eles precisam olhar para a KIC 8462852 durante esse evento.

Quando o Kepler observou a KIC 8462852 escurecer anos atrás, ele só estava coletando luz branca – agregando informações ao redor do espectro visível. Tudo o que podemos fazer com esses dados é determinar os eventos de escurecimento. Mas se acontecer novamente, os astrônomos estariam preparados para fazer as medidas precisas em uma gama maior de comprimentos de onda. Conforme a luz estelar da KIC 8462852 passa através de qualquer que seja o material que a está obstruindo, certas cores são absorvidas mais do que outras. Isso nos daria uma impressão digital espectral, que poderia ser usada para definir para qual tipo de material estamos olhando.

“A partir do espectro, podemos ver linhas de absorção de qualquer gás associado com o ‘ocultador'”, disse Shaefer. “Podemos ver uma vermelhidão que apontaria para o ocultador sendo principalmente poeira, ou poderíamos ver uma cor neutra que apontaria para um corpo sólido. Isso diminuiria bastante as possibilidades.”

Nos próximos meses, astrônomos vão se concentrar nisso. A KIC 8462852 está atrás do Sol e só é visível a luz do dia, tornando-a impossível de ser observada do solo. De acordo com Tabetha Boyajian, a astrônoma de Yale que descobriu a estrela, alguns poucos satélites a estão observando, mas a cobertura temporal não é ótima. “No geral, estamos usando esse tempo para nos preparar para o que fazer quando a estrela ficar visível novamente dentro de alguns meses,” disse.

Isso inclui a discussão de diferentes cenários, e descobrir quais dados vão ser necessários para confirmar ou refutar cada um deles. “Quando o escurecimento começar novamente, estaremos preparados para observá-los com tudo o que temos,” disse.

Wright também disse que apesar de duas pesquisas independentes não terem detectado nenhuma evidência de tecnologia extraterrestre, o programa SETI da Universidade da Califórnia em Berkeley agora está trabalhando com a iniciativa bilionária de caça a extraterrestres Breakthrough Listen, e planeja conduzir uma varredura ampla das redondezas da estrela ao longo dos próximos meses. A possibilidade de estarmos observando algo como uma estrela de Dyson é bastante improvável, no entanto… não foi completamente descartada a hipótese.

“A hipótese de ETs é pouco provável,” disse Wright, lembrando que ela pode ser invocada para praticamente qualquer coisa – a falácia de envolver alienígenas em tudo o que não conseguimos explicar em um primeiro momento.

De qualquer forma, podemos apostar que os astrônomos não vão descansar até descobrirem uma explicação para tudo isso.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Humanos devem ser todos ciborgues no futuro próximo



Ciborgues como Robocop, Inspetor Bugiganga e o Homem de Seis Milhões de Dólares fazem parte há anos do nosso imaginário popular.


Até pouco tempo, esses humanos com membros biônicos eram exclusividade do mundo da ficção. Mas no futuro, provavelmente todos serão um pouco ciborgues. 



Hoje em dia nós já usamos a tecnologia para repor partes defeituosas dos nossos corpos. A tendência é que essa prática se torne cada vez mais comum e avançada. Nos Estados Unidos, a Agência de Projetos Avançados de Pesquisas de Defesa (DARPA, na sigla em inglês), planeja desenvolver um implante cerebral que conecta cérebros humanos a computadores. O programa chanado Sistema de Design de Engenharia Neural pretende atuar como tradutor entre o cérebro e o mundo digital, oferecendo aos humanos visão e audição aprimoradas. 



Além desse, o órgão atualmente trabalha com oito projetos que visam aprimorar as capacidades físicas e cognitivas por meios tecnológicos. Entre eles estão o uso da nanotecnologia para estimular que os órgãos se curem sozinhos, um implante de memória e sensores capazes de fazer pessoas amputadas desenvolverem a sensibilidade através de suas próteses.  



Graças a interfaces entre cérebros e computadores, pessoas com problemas físicos já podem controlar órgãos biônicos com a mente. O desenvolvimento de exoesqueletos também ajudará pessoas com dificuldades de locomoção voltarem a andar. As possibilidades de aprimoramento de nossas capacidades por meio de tecnologia são infinitas. Só o tempo dirá como nossa integração com as máquinas afetará o destino humano.  

Fonte: Daily Beast

Imagem: Ase/Shutterstock.com

Segundo NASA, Lua de Júpiter pode abrigar vida.



Um novo estudo da NASA sobre Europa, uma das luas de Júpiter, levou a uma descoberta surpreendente.


De acordo com os cientistas da agência espacial norte-americana, o satélite pode ter as condições químicas ideais para abrigar vida. O estudo se baseia na teoria de que existe um oceano de água salgada abaixo de sua superfície.   



Segundo a pesquisa, o equilíbrio na produção de hidrogênio e oxigênio na pequena lua é comparável ao da Terra, o que significa que a base para a criação da vida pode estar presente. Durante o estudo, a equipe descobriu que a produção de oxigênio em Europa é 10 vezes maior que a de hidrogênio, proporção similar à de nosso planeta. 



O pesquisador da NASA Kevin Hand comparou a interação entre a superfície da lua e seu mar abaixo do gelo com uma bateria gigante que poderia gerar vida no oceano.  “Os oxidantes do gelo são como o polo positivo da bateria, e os elementos químicos do fundo do mar, chamados de redundantes, são como o polo negativo”, explica. “Descobrir se o processo biológico completa o circuito é uma das motivações para explorarmos Europa”, completa. 


A NASA atualmente planeja uma missão à Europa. O objetivo é enviar uma sonda que passará próxima à superfície do satélite para obter imagens em alta resolução. A missão está em seu estágio inicial, mas deve ser colocada em prática na década de 2020. Durante anos a sonda deve coletar uma grande quantidade de dados para determinar se a lua de Júpiter pode mesmo abrigar vida.  

Fonte: The Independent
Imagem: NASA/JPL-Caltech/ SETI Institute

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Pesquisa aponta que mamíferos podem se desenvolver no espaço

Uma recente experiência realizada por cientistas chineses aponta para um resultado extraordinário.


Pela primeira vez na história, foi provado que os estágios iniciais de embriões de mamíferos podem se desenvolver completamente no ambiente espacial. A pesquisa foi feita com a ajuda do primeiro satélite de microgravidade do país, o SJ-10.


Fotos de alta-resolução enviada pelo SJ-10 mostram que embriões de camundongos levados em uma cápsula do satélite completaram o processo de desenvolvimento em 96 horas. Essa foi a primeira vez que isso ocorreu no espaço de forma bem-sucedida. Foram levados mais de seis mil embriões de camundongos em uma câmara fechada do tamanho de um micro-ondas.  

“A raça humana ainda tem um longo caminho pela frente antes de colonizar o espaço. Mas antes disso, temos que descobrir se é possível sobreviver e se reproduzir em um ambiente fora da Terra”, disse Duan Enkui, cientista que participa das pesquisas. De acordo com ele, agora está provado que o passo mais crucial na reprodução – o desenvolvimento inicial do embrião – é possível no espaço. 


Fonte: China Daily
Imagem: Andrii Vodolazhskyi/Shutterstock.com

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Bilionário excêntrico pretende mandar espaçonave para Marte em 2018

Uma empresa de transporte espacial privada promete mandar uma missão a Marte em 2018.



Será que a SpaceX tem mesmo cacife para isso? O bilionário excêntrico Elon Musk, dono da companhia, garante que sim.  



A ideia é enviar a cápsula Dragon 2, em missão não tripulada, para explorar o planeta vermelho. O veículo é uma versão aprimorada da cápsula Dragon, que hoje em dia é usada paa enviar suprimentos para a Estação Espacial Internacional. Entre as melhorias que a aeronave ganhou está a instalação de quatro conjuntos de dois motores poderosos, batizados de propulsores SuperDraco. De acordo com a empresa, eles são capazes de fazê-la realmente chegar em Marte. 



Para realizar a propulsão da cápsula, está prevista a utilização do foguete Falcon 9, também fabricado pela SpaceX.  Em parceria da empresa com a NASA, o foguete já foi utilizado em outras missões. A empresa de Musk pretende agora intensificar os testes para que a viagem até Marte se concretize. No próximo ano uma tripulação deve ser enviada ao espaço usando o Dragon 2.  


O sucesso da missão a Marte depende de exaustivos testes tanto da cápsula Dragon 2 quanto do foguete Falcon 9. Se a tarefa for bem-sucedida, ela deve o primeiro passo de um plano ambicioso de Elon Musk. O empresário já revelou em entrevistas que pretende povoar o planeta vermelho. “Os humanos precisam ser uma espécie multiplanetária”, chegou a dizer. 


Fonte: Slate

Imagem: SergeyDV/Shutterstock.com

Nós estamos sozinhos? Veja o que prova a matemática

Uma dupla de pesquisadores desenvolveu um cálculo que comprovaria o que muitos defendem: as chances de estarmos sozinhos no Universo são realmente muito pequenas. 


Os cientistas Adam Frank, da Universidade de Rochester, e Woodruff Sullivan, da Universidade de Washington, resolveram revisitar a famosa fórmula do astrofísico Frank Drake. Em 1961, ele desenvolveu uma equação para estimar o número de civilizações avançadas que poderiam existir na Via Láctea com as quais seria possível estabelecer comunicação. O grande problema é que os termos da equação eram considerados incertos demais para que se chegasse a um cálculo razoável.  

Somos os únicos?


Frank e Sullivan resolveram modificar a forma e também o objetivo da equação de Drake, amparados pelos recentes avanços nas pesquisas dos exoplanetas. Eles decidiram trabalhar sobre a probabilidade de que uma ou mais espécies tecnológicas evoluíram em qualquer lugar e em qualquer momento na história do Universo observável. Para isso, remodelaram a equação de Drake e fizeram uma nova pergunta: "será que somos a única espécie tecnológica que já surgiu?" 

Ou seja, a equação de Drake ficou invertida: em vez de calcular as chances do desenvolvimento de civilizações avançadas, a dupla calculou as probabilidades contrárias à sua existência, com o objetivo de verificar se a humanidade é a única civilização que já ousou existir. 

E você sabe qual foi o resultado? 

Uma chance em 10 bilhões de trilhões (1 x 10-²², ou 0,0000000000000000000001) de que nunca tenha existido outra civilização tecnologicamente comparável à nossa no Universo. 

"Um em cada 10 bilhões de trilhões é incrivelmente pouco," disse Frank.  

"Para mim, isso implica que outras espécies inteligentes e produtoras de tecnologia muito provavelmente evoluíram antes de nós", completou. 

Para partes mais restritas do Universo, os resultados são também. Quando o cálculo é feito com base no número de estrelas e planetas habitáveis que acredita-se que existam na Via Láctea, as chances de estarmos sozinhos são de uma em 60 bilhões.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Astrônomos podem ter desvendando mistério da origem da vida na Terra

Cientistas afirmam terem resolvido um mistério capaz de explicar as origens da vida na Terra.


 A nova teoria está relacionada com a atividade solar registrada há quatro bilhões de anos. De acordo com eles, o clima espacial extremo da época pode ter criado a fagulha que permitiu o surgimento dos seres vivos. 


Hoje em dia, se uma tempestade solar atingisse nosso planeta, poderia haver consequências catastróficas. Mas nos primeiros anos da Terra, esses eventos eram comuns. Utilizando o Telescópio Espacial Kepler, da NASA, pesquisadores observaram as atividades de estrelas jovens similares ao nosso Sol. Esses corpos celestes são extremamente eruptivos, capazes de liberar quantidades gigantescas de energia por meio de “superlabaredas solares”.  


O cientista Vladimir Airapetian, da NASA, acredita que se nosso Sol era igualmente ativo há quatro bilhões de anos, ele pode ter criado as condições para o surgimento da vida na Terra. De acordo com a teoria do pesquisador, quando as superlabaredas atingiram nossa atmosfera, elas deram início a reações químicas que criaram um clima de efeito estufa através de gases, além de terem estimulado outros elementos essenciais para produzir vida.  


Airapetian descobriu que estrelas do tipo G, como o Sol, são pura dinamite durante seus anos iniciais, liberando pulsos de energia equivalentes a 100 trilhões de bombas atômicas. Nos primórdios do nosso planeta, as partículas solares resultantes dessas explosões teriam colidido com nitrogênio, dióxido de carbono e metano. “Essas partículas interagiram com moléculas que estavam na atmosfera, criando novas moléculas – como uma reação em cadeia”, explica. 



A interação solar-atmosféricas teria produzido óxido nitroso, um gás com 300 vezes mais potencial de aquecimento do que o CO2. Outro produto resultante das tempestades solares, o cianeto de hidrogênio poderia ter fertilizado a superfície da Terra com o nitrogênio necessário para formar os blocos de construção da vida.  Outros cientistas estão agora usando a teoria de Airapetian para comprovar sua veracidade. 


Fonte: Gizmodo
Imagem: NASA/Divulgação

Embrião metade humano metade suíno é criado nos EUA

A produção de órgãos humanos novinhos para salvar vidas é um sonho antigo da ciência.



Isso representaria a cura de determinadas doenças que só se resolvem com transplantes, como no caso do pâncreas. Mas como isso seria possível? 

Cientistas acreditam que uma quimera poderia ser a solução. Trata-se de um animal que possui partes do corpo de outro animal. Pesquisadores tentam fazer isso desenvolvendo um pâncreas humano em um porco. 

A tentativa está por conta da equipe de Pablo Ross, um biólogo reprodutivo da Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos. Em seu trabalho com embriões de porcos, ele realizou uma técnica de "edição de genes", retirando os genes responsáveis pelo desenvolvimento do pâncreas suíno. 

Na sequência, foram injetadas células-tronco humanas pluri potenciais, que poderão se desenvolver em qualquer parte humana, em 25 embriões implantados nas porcas. 

Os embriões suínos poderão se desenvolver somente até o 28° dia por questões éticas. Após este período, serão retirados e dissecados. A próxima etapa consiste na análise do desenvolvimento dessas células-tronco humanas no embrião para ver se alguma delas evoluiu para um pâncreas. Há a possibilidade de que elas tenham migrado para outro lugar e virado alguma outra coisa. 

Na verdade, esse é o grande risco da técnica, já que essas células humanas podem fazer qualquer coisa dentro do embrião do porco. Não haveria como direcioná-las exatamente para criar um pâncreas. Elas poderiam, por exemplo, afetar o desenvolvimento do cérebro do porco e gerar alguma parte humana ali dentro. 

De qualquer maneira, se o experimento obtiver êxito, os animais seriam doadores perfeitos, já que as células-tronco viria do próprio paciente, sem risco de rejeição.

fonte:History

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Bob Lazar

Robert Scott Lazar (Coral Gables26 de janeiro de 1959), também conhecido por Bob Lazar, é um físico norte-americano que se notabilizou pela polêmica causada nas discussões sobre OVNIs acerca da Área 51. Lazar alega ter trabalhado de 1988 a 1989 como físico em uma área chamada S-4, localizada perto deGroom LakeNevada, próximo à Área 51. De acordo com Lazar, S-4 servia como um esconderijo militar para o estudo de discos voadores extraterrestres. O físico diz ter visto nove discos diferentes lá. Ele também fornece detalhes sobre o modo de propulsão das naves.


O repórter George Knapp foi o único que, através de sua entrevista com Bob Lazar há quase três décadas, trouxe ao mundo, informações sobre a Área 51 e a engenharia reversa aplicada a naves alienígenas recuperadas. 
No aniversário desta entrevista, Knapp conseguiu convencer um relutante Lazar de viajar para Las Vegas para discutir a Área 51 novamente e até mesmo para uma exibição que será realizada neste sábado, no Museu Nacional do Teste atômico.


Em 1989, Lazar afirmou ter trabalhado em engenharia reversa aplicada a tecnologia alienígena em uma instalação secreta chamada S -4, que foi construída ao sul do principal sítio de Área 51. Alegou que foi demitido do lugar depois que eles descobriram como ele estava vazando informações e alertando seus amigos sobre os melhores locais para observar os voos de teste de naves movidas com tecnologia alienígena, tecnologia em que trabalhou para tentar replicar . Críticos descartam as afirmações deste cientista baseado principalmente na falta de provas e a falta de documentação que apoie a sua educação e trabalho. Mas Lazar defendeu afirmando que o governo suprimiu estes documentos e arquivos, e diz que mantém firmemente o que ele disse .

Em agosto de 2013, a CIA desclassificou e reconheceu a existência da Área 51. Quando a NBC News contatou Lazar para perguntar o que ele achava, ele mostrou pouco impressionado. “Houve um minúsculo passo de bebê a frente … Talvez em uma década daqui pra frente percebam sobre a existência de uma área S -4 . ” Nos últimos anos , os cientistas têm mantido um perfil baixo e não querem falar sobre isso. Na verdade , o repórter que o entrevistou em 1989 teve de se empenhar para obter uma declaração para esta ocasião especial . E , embora ele Lazar continua a defender o que ele disse há 25 anos, não está interessado em que alguém acredite ou não acredite nele .
“Olha, eu não estou disponível para conferências de OVNIs e outras produções. Isto não é um negócio para mim. Estou tentando ir bem no meu negócio e se eu sou um cientista rotulado ‘de UFOs’, acho que é realmente difícil. Me beneficia se as pessoas não crerem na minha história”, disse ele a Knapp . Junto com sua esposa, o entrevistado tem um negócio de equipamentos científicos em Michigan chamada United Nuclear. Na mente de Bob Lazar não existe nenhuma dúvida sobre a tecnologia alienígena na Área 51 , “Eu sei que o que aconteceu é verdade. Eu não tenho nenhuma dúvida. Ponto.”
Lembro que lá na década de 80, Bob Lazar disse que o elemento 115, inexistente na nossa tabela periódica, era parte de um segredo, um combustível para os discos voadores. No entanto só no de 2013, cientistas suecos confirmaram a descoberta de cientistas russos, de que o elemento 115 realmente existe, embora o mesmo não exista de forma estável na natureza. 

Bob Lazar e o Elemento 115

governo dos Estados Unidos da América esconde, no Deserto de Nevada, fatos que afetam a nossa História, nossa Filosofia, nossa vida e até a nossa religião. Talvez sabendo disso, o próprio Vaticano quis contatar-me. Em 1991, o Papa em pessoa solicitou ao repórter George Knapp, de Las Vegas, informações a meu respeito e sobre como encontrar-me”.

Será, por certo, muito difícil que Sua Santidade, mesmo utilizando-se de toda sua poderosa influência, consiga localizar o físico e cientista nuclear Robert Lazar, o qual trabalhou sob contrato para o governo americano durante algum tempo e hoje acha-se em local ignorado, por razões extremas de segurança pessoal!

Lazar começou a sua espantosa aventura precisamente em 1988 quando foi contratado para trabalhar em projetos especiais na área de testes da Base Aérea de Nellis (porém em local bem distante dela, ao qual somente tinha acesso o pessoal devidamente autorizado), onde se engajou numa atividade ultra-sigilosa – associada a um projeto denominado GALILEU.

Esse projeto era especificamente destinado ao estudo e avaliação quanto às formas de propulsão dos diversos tipos de Discos Voadores ali guardados e que de alguma forma vieram a se tornar propriedades do governo americano. Em princípio, Lazar foi alocado para atuação no sistema de reação/propulsão/gravidade de uma dessas naves, recuperada intacta. Nos diversos documentos aos quais tivera acesso, pôde efetivamente examinar dezenas de fotografias de outras máquinas alienígenas recuperadas, além de informações pertinentes às conclusões dos técnicos que o tinham precedido nessas atividades.

Debaixo de um rígido esquema de segurança ele e outros cientistas dedicavam-se à procura da solução para o grande mistério representado pelo mecanismo, ou sistema, que os impulsionava. Robert Lazar chegou, de fato, a penetrar no interior do OVNI o qual estudava, relatando que este possuía 3,5 de altura por 15 metros de diâmetro. Sua constituição era semelhante ao aço ou alumínio polido, porém de um material extremamente resistente e desconhecido. Nele não se viam emendas ou arrebites, parecendo ter sido moldado em uma única peça, talvez por sistema de injeção – assim como fazemos com os artefatos plásticos!

No seu interior achavam-se pequenos assentos, impossíveis de serem utilizados por humanos normais, além de o teto ser excessivamente baixo, obrigando-o a se curvar em alguns pontos da nave. Inexistiam ângulos retos, apenas formas bem arredondadas e suaves. O tão esperado sistema de propulsão era composto por algo que se assemelhava a um reator nuclear, produzindo ANTIMATÉRIA e reagindo com a matéria através de uma espécie de aniquilação.

De reduzidas dimensões, 30 centímetros de altura por apenas 45 cm de diâmetro, esse fantástico artefato tecnológico e que se situava em uma região central do disco, operava harmoniosamente em função dos padrões estruturais do próprio aparelho! Segundo Lazar, a forma como esse dispositivo acelerava prótons no reator e a maneira como o calor era convertido em um certo tipo de eletricidade faziam-se incrivelmente uniformes, obtendo assim uma eficácia dinâmica que atingia aos 100% da sua capacidade – estando, portanto, muito à frente daquilo que iremos conhecer nos próximos dois ou três séculos, opinião que, aliás, torna-se procedente já que os documentos aos quais teve acesso diziam que essas naves são provenientes de civilizações muitos milênios adiante da nossa!

Esse insólito mini-reator mostrou ser alimentado por um tipo de elemento não existente na Terra. Após proceder extensas pesquisas relativas à Tabela Periódica dos Elementos e à sua associação, ou interação, com o estranho propulsor, Robert Lazar constatou que ele não se ligava de forma alguma àquilo que era conhecido. Portanto, para fins de atribuição de uma identidade, os membros da sua equipe de estudos batizaram-no de ELEMENTO 115.

Ora, tal elemento inteiramente novo demonstrou de fato ser possuidor de notáveis propriedades: tornava-se em alguns momentos estável e deixava de ser radioativo. Podia ser utilizado no interior do reator como propelente e também como gerador de campos energéticos, os quais por sua vez eram aumentados ou amplificados pelos campos gravitacionais gerados pela própria nave!

Foi encontrada uma grande quantidade desse curioso elemento no interior daquele OVNI, sob a forma de reduzidos discos destacáveis, a partir dos quais pequenos pedaços triangulares podiam ser retirados para fins de alimentação do reator. Esses pequenos triângulos eram dotados de tonalidade alaranjada e extremamente pesados, sendo manuseados com muita cautela pelos cientistas envolvidos na Operação Galileu – muito embora não aparentassem emitir radioatividade.

Nos OVNIs guardados naquelas instalações super-secretas, existiam três poderosos amplificadores de natureza gravitacional. Suas funções, ao que descobriu, eram exatamente ampliar as ondas de gravidade em contraposição às da Terra. Ômicron e Delta foram batizadas como as formas de operação daquelas naves, já que o funcionamento desses amplificadores eram sincronizados de acordo com o modus-operandi do deslocamento ou da inércia em pleno ar!

Foi ainda verificado que pelo menos naquele tipo particular de OVNI o qual ele estudava, eram produzidos seus próprios e específicos campos gravitacionais, com o propósito específico de DISTORCEREM DE ALGUMA FORMA O TEMPO E O PRÓPRIO ESPAÇO! A equipe de Lazar conseguiu efetivamente colocar em funcionamento esse aparelho, tendo os pilotos de testes designados para a missão conseguido elevá-lo a cerca de 10 metros do solo – sem a emissão de qualquer ruído, aliás uma das características predominantes dos OVNIs.

Segundo apurou na detalhada documentação a essa nave pertinente, sua origem seria um aglomerado de estrelas de ZETA RETICULI. Como chegara até a Base de Nellis jamais conseguiu saber! Nesses mesmos documentos, havia menções esparsas relativas a um contato mantido entre as autoridades governamentais e militares dos EUA e representações alienígenas. Certos dados associados às datas e resoluções decorrentes desses encontros estavam cifrados por códigos, aos quais por razões de segurança não tivera o devido acesso.

Outras informações complementares davam conta que alguns seres extraterrestres, portadores de um estágio evolutivo imensamente superior ao nosso, estavam visitando o nosso planeta há pelo menos 10 mil anos e que nós seríamos de certa forma os seus próprios descendentes!

Lazar, que diante dessas incríveis revelações passou a demonstrar um interesse além do científico pelo assunto, foi subitamente alijado de certos níveis de segurança que permitiam seu acesso aos pontos mais avançados da questão alienígena. Suas ligações telefônicas passaram a ser descaradamente interceptadas e sob a alegação que estaria enfrentando problemas de relacionamento conjugal, o que, segundo alegações dos seus superiores, viria a representar um eventual fator de desequilíbrio e instabilidade emocional, foi subitamente e sem maiores explicações dispensado do Projeto Galileu, tendo sido o seu contrato de trabalho inapelavelmente rescindido.

Já inteiramente afastado daquelas atividades começou a falar demais e até levou certas pessoas do seu relacionamento para as proximidades daquela área secreta de testes, onde efetivamente foram vistos e até fotografados os vôos experimentais dos OVNIs recuperados!

Percebendo que a essas alturas a sua integridade física e por extensão a sua própria vida passaram a correr riscos, uma vez que aquilo que classificou de SILENCIADORES passaram a caçá-lo, por sugestão do repórter George Knapp, da TV-KLAS de Las Vegas, literalmente “botou a boca no trombone” revelando publicamente estes fatos – pois se viesse a ser assassinado, a opinião pública ficaria ciente quanto à veracidade dessas declarações e por sua vez o governo americano ficaria definitivamente em maus lençóis.

Vigiado ostensivamente 24 horas por dia a partir de 1990, quando ocorrera a sua dispensa do Projeto Galileu, dedicou-se a uma firma de sua propriedade ligada à área de Informática e sistemas avançados de segurança. recebeu então um chamado para efetuar a automatização de um luxuoso bordel, situado nas cercanias de Las Vegas. Obviamente vítima de uma armadilha que visava a desmoralizá-lo perante a opinião pública, foi detido em razão de nada menos que seis acusações por delitos graves que lhes foram imputadas, inclusive exploração de lenocínio e a absurda suspeita de ser proprietário daquele prostíbulo!

Por sua vez, a USAF declarou publicamente desconhecer o tal Robert Lazar, de acordo com os seus comunicados à imprensa, um cientista que jamais trabalhara no seu quadro funcional, muito menos na Base aérea de Nellis.

Esse foi decididamente o golpe final na carreira do outrora brilhante físico nuclear que se atrevera a falar demais. Tendo sido obviamente absolvido das estapafúrdias acusações das quais fora vítima, resolveu sumir do mapa antes que as coisas piorassem. Já que a partir desses fatos, muito bem orquestrados por sinal, tornara-se um alvo extremamente fraco e vulnerável! Na verdade, ninguém iria mesmo se importar se acaso alguém rotulado como cáften além de tudo impostor e mentiroso, assim como pretendiam as autoridades, fosse justiçado em uma esquina qualquer de uma cidade grande.