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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Calamidade cósmica: o que dizem as impressionantes imagens dos 'pilares da destruição' no espaço



© ESO Região R18, na nebulosa de Carina

ESO Imagens dos pilares de nuvem de poeira e gás Observações foram feitas na nebulosa de Carina, centro de formação de estrelas que se encontra a aproximadamente 7.500 anos luz 1

Pilares gigantescos que simbolizam, ao mesmo tempo, criação e destruição.

As recém-descobertas estruturas foram observadas na nebulosa de Carina a partir de um instrumento instalado no Very Large Telescope (VLT), localizado no observatório astronômico europeu mais avançado do mundo, no Paranal, no Deserto do Atacama, no Chile.

Ao contrário dos famosos "pilares da criação" da nebulosa de Águia, uma das imagens mais icônicas do universo, as estruturas que aparecem nestas imagens poderiam ser chamadas de "pilares de destruição", de acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês).

As torres e pilares que aparecem nas novas imagens da nebulosa de Carina são enormes nuvens de poeira e gás dentro de um centro de formação de estrelas, localizado a cerca de 7.500 anos-luz de distância.

Segundo cientistas do ESO, o que observamos nada mais é do que a colorida nebulosa de Carina "devastada por estrelas brilhantes próximas".
Milhares de imagens de uma só vez

O VLT é um conjunto de quatro telescópios e vários instrumentos, incluindo o MUSE (sigla em inglês para Multi Unit Spectroscopy Explorer), explorador espectroscópico que permitiu obter estas imagens espetaculares.

Nebulosa de Carina

O MUSE fornece espectros simultâneos de numerosas regiões adjacentes no céu. E o que faz dele uma ferramenta tão poderosa é a sua capacidade de gerar milhares de imagens da nebulosa de uma só vez, cada uma com um comprimento de onda de luz diferente.


Esse recurso permite aos astrônomos detectar as propriedades químicas e físicas do material em diferentes partes da nebulosa, explica o ESO.

"Em nossa galáxia, a Via Láctea, novas estrelas ainda estão se formando. Estas estrelas são formadas a partir de nuvens gigantes de gás e poeira que, por alguma razão, entram em colapso até que seu interior atinja temperatura suficiente para ativar o mecanismo de produção de energia: a fusão de átomos de hidrogênio em átomos de hélio", disse à BBC Miguel Mass-Hesse, coordenador da rede de transmissão do ESO.

© NASA, Jeff Hester, Paul Scowen Univ. Est. Arizona Pilares da Criação

"Algumas dessas estrelas são relativamente pequenas, como o Sol, mas outras são bem maiores e muito mais brilhantes. À medida que acendem, a luz emitida por estas estrelas evapora e destroi os restos da nuvem em que elas se formaram, dissipando o material ao seu redor até deixar uma cavidade praticamente vazia de gás e poeira. Nestas imagens, podemos ver esse fenômeno em todo o seu esplendor ", acrescenta.


© ESO Nebulosa de Carina


Pontos cor-de-rosa

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, pediu a Mass-Hesse que explicasse em detalhes o que pode ser observado nas imagens, como a que vemos acima: a região R18 da nebulosa de Carina.

"Os pontos rosa são estrelas que ainda se encontram dentro da nuvem de poeira original. A poeira absorve a luz azul, deixando passar apenas o componente vermelho, daí surge a cor que vemos."

"É um fenômeno semelhante ao que acontece no entardecer no verão, em que o sol atravessa a poeira na atmosfera e vemos um tom avermelhado. Em primeiro plano, podemos ver um 'pilar' de poeira que ainda não foi destruído (evaporado) por completo. Este é um processo que requer vários milhões de anos até que se dissipe na região de formação de estrelas. "


"As auras rosa são apenas um efeito de como foram criadas as imagens e representam uma média de cor dessas estrelas."

"A imagem colorida é obtida pela combinação de imagens de diferentes regiões obtidas por meio do MUSE. É bastante semelhante ao que seria a cor natural da região, embora os contrastes sejam acentuados para realçar os detalhes."

"O MUSE é um instrumento muito sofisticado, capaz de fotografar áreas extensas do céu, recebendo centenas de imagens em cores diferentes, do azul ao vermelho. A combinação de registros de distintas regiões nos permite obter imagens sensacionais, mas, acima de tudo, aprender sobre os processos físicos que ocorrem nessas zonas"
'Ironia'

© ESO Região R44, na nebulosa de Carina.

No total, foram observados dez pilares e foi possível identificar uma relação clara entre a radiação emitida por estrelas maciças próximas e as características dos pilares.

Uma das primeiras consequências da formação de uma estrela maciça é que ela começa a destruir a nuvem em que nasceu - fenômeno que o ESO descreve como "ironia".


"A tese de que as estrelas maciças têm um efeito considerável sobre o ambiente ao seu redor não é nova: sabe-se que estas estrelas lançam uma enorme quantidade de radiação ionizante (emissão com energia suficiente para arrancar elétrons de átomos). No entanto, é muito difícil obter evidências da relação entre essas estrelas e o seu entorno".
Estrelas que destroem seus criadores

A equipe do ESO analisou o efeito dessa radiação de energia nos pilares: um processo conhecido como fotoevaporação, quando o gás é ionizado e depois dispersado para longe.

A partir da observação dos resultados da fotoevaporação - que inclui a perda de massa do pilares -, foi possível descobrir a causa.

"Houve uma clara relação entre a quantidade de radiação ionizante emitida por estrelas próximas e a dissipação dos pilares."


De acordo com o ESO, "pode parecer uma calamidade cósmica, com estrelas de grande massa destruindo seus próprios criadores. No entanto, ainda não é completamente compreendida a complexidade dos mecanismos de retroalimentação entre as estrelas e os pilares".

© ESO Imagens dos pilares de nuvem de poeira e gás


Estes pilares podem parecer densos, mas as nuvens de poeira e gás que se formam na nebulosa são, na verdade, muito difusas.

Para o ESO, "essas estruturas celestes surpreendentes têm muito mais a dizer, e o MUSE é o instrumento ideal para provar isso".

E o que será que Mass-Hesse vê nessas imagens?

"Estas imagens nos mostram de forma clara como se formam novas estrelas, a partir de poeira e gás interestelar. Estas partículas de poeira são formadas dentro de outras estrelas maciças que explodiram como supernovas por consumir seu combustível nuclear, espalhando suas cinzas ao redor".

"Ao formar novas estrelas, essa poeira interestelar se condensa na forma de novos planetas rochosos, como a Terra, onde talvez a vida se desenvolva em um futuro ainda muito distante".

"Ao observar essas imagens que mostram como o sistema solar em que vivemos foi formado, entendemos por que, literalmente, não somos nada além do que 'poeira cósmica'."

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Suposto planeta Nibiru é filmado da Pensilvânia


Gravação de um aparente corpo celeste próximo à lua, gera debates entre crentes e céticos. 



Teóricos temem que Nibiru destrua a Terra (USA-UK News/Youtube)


Segundo os adeptos da teoria dos ‘deuses astronautas’, a civilização suméria, estabelecida ao Sul da Mesopotâmia, onde hoje ficam os países do Iraque e Kuwait, em torno de 5500 a.C., teria descrito a existência de um planeta gigante, que um dia voltaria a se aproximar da Terra e destruir tudo que nela habita. Seu nome, Nibiru (ou Planeta X).

Embora um dos mais polêmicos e notórios pesquisadores daquela civilização, Zecharia Sitchin (1920 - 2010), tenha sido amplamente criticado no meio acadêmico após publicar a obra O 12º Planeta, em meados de 2010, cada vez mais pessoas em todo o mundo alegam filmar o temido astro.

Dessa vez, a gravação do hipotético Nibiru emergindo por trás da lua, divulgada recentemente na Internet, tem gerado preocupação entre os crentes e os teóricos da conspiração.

De acordo com informações do periódico europeu Express, edição de segunda-feira (22), conspirólogos acreditam que num determinado momento (eles não sabem a data), Nibiru chegará tão perto de nós que, devido a sua enorme massa, a atração gravitacional entre ambos os corpos provocará terremotos apocalípticos sobre a Terra. Enfim, se isso acontecer, dizem eles, não haverá mais a civilização humana.

Conforme o canal responsável pela exposição do vídeo no Youtube, o planeta foi testemunhado pela primeira vez sobre o estado da Pensilvânia (EUA). Ao narrar o acontecimento, o interlocutor enfatiza que o astro é o verdadeiro motivo de as luas ficarem ‘vermelhas’ em determinadas épocas.

Embora os entusiastas de tragédias suponham que Nibiru tenha influência na coloração da lua, astrônomos explicam que o episódio, conhecido pelo termo ‘lua de sangue’, é causado pelo posicionamento do Sol e da lua.

No ano passado, por exemplo, tivemos quatro ocorrências de ‘luas de sangue’ em diferentes continentes. Contudo, esse evento continua sendo raro, tendo ocorrido poucas vezes num período de dois mil anos.

A ‘verdade’

Ainda que o narrador do vídeo e milhares de pessoas ‘jurem de pés juntos’ que a cena captada na gravação ocorrida na Pensilvânia tenha relação com a presença do emblemático corpo celeste, especialistas explicam que imagens duplicadas da lua ocorrem devido ao alargamento da lente. Esse processo, no entendimento dos estudiosos, ocasiona uma espécie de reflexo do nosso satélite natural.

Porém, para o autor do vídeo, a argumentação técnica proferida pelos profissionais de imagens já era esperada. "Agora eu sei que muitos de vocês pessimistas dirão que este é um reflexo de lente, mas guardem os comentários para outro momento como este, que é um objeto fixo ao lado da lua, não há absolutamente nenhuma dúvida sobre isso”, insiste o dono do canal.

Mesmo que o alegado planeta Nibiru, ou Planet X, seja apenas uma fábula inventada por Zecharia Sitchin, o fato é que no início de 2016 astrônomos revelaram a presença de um astro errante nos limites do Sistema Solar. Até o momento, eles ainda não identificaram suas características.

A seguir, assista a gravação original. Depois, veja um depoimento de Zecharia Sitchin sobre Nibiru (legendas em português). No entanto, não se esqueça: aprecie a informação com moderação.





quarta-feira, 28 de setembro de 2016

China confirma que sua estação espacial vai cair na Terra


Após mais de quatro anos no espaço, a primeira estação espacial da China está a caminho da Terra. Porém, seu “pouso” não será nada tranquilo. Segundo a agência de notícias Xinhua, autoridades chinesas revelaram que a estação Tiangong-1 provavelmente vai colidir com a atmosfera do planeta em 2017.

O anúncio confirma o que astronômos especulam há meses: a China perdeu o controle de um dos módulos da estação. Jonathan McDowell, renomado astrofísico de Harvard, disse em entrevista ao The Guardian que o comunicado sugere que a estação espacial chinesa irá adentrar a atmosfera de maneira "natural".

Caso essa suspeita se confirme, será impossível prever onde os destroços da Tiangong-1 irão cair. "Nós, provavelmente, só saberemos quando ela irá cair seis ou sete horas antes de acontecer. Não saber quando irá cair traduz como não saber onde irá pousar", disse o astrofísico.

Wu Ping, vice-diretor do escritório de engenharia espacial da China, disse em conferência que a entrada abrupta da estação na Terra não irá causar problemas. “Com base em nosso cálculo e análise, a maior parte do laboratório espacial irá queimar durante a queda”, afirmou.

Para McDowell, algumas partes, como os motores de foguetes, são tão densas que não irão queimar completamente. "Sobrarão pedaços de 100 quilogramas ou mais", disse ele.

A Tiangong-1, que significa Palácio Celestial em chinês, ainda está orbitando a Terra a uma altitude de 370 km – um pouco abaixo da altitude de 400 km da estação espacial internacional – de acordo com as autoridades do país.

© Lintao Zhang/Getty Images Estação espacial chinesa: módulo foi lançado em 2011 e orbitou a Terra por mais de quatro anos

Lançada em setembro de 2011, a estação espacial tem dez metros de comprimento e pesa 8,5 toneladas. Durante sua estadia no espaço, a Tiangong-1 recebeu três naves espaciais: Shenzhou-8 em novembro de 2011, Shenzhou-9 em junho de 2012 e Shenzhou-10 em junho de 2013. As duas últimas missões somadas transportaram seis astronautas chineses.

A estação terminou suas atividades em março de 2016. Desde então, vários astrônomos começaram a suspeitar que a estação estava fora de rumo. O governo chinês nunca tinha emitido, até então, um comunicado sobre o assunto – o que aumentava as incertezas sobre o assunto.

A China lançou recentemente uma nova estação espacial experimental, a Tiangong-2. O país planeja ter uma estação espacial completa até o início da próxima década.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

SpaceX ainda não sabe o que ocasionou a explosão de um de seus foguetes Falcon


A causa da enorme explosão que na semana passada destruiu um foguete Falcon 9 da SpaceX, assim como um satélite de internet de US$ 95 milhões de Mark Zuckerberg, permanece desconhecida. E pode levar um tempo até que a SpaceX consiga solucionar o mistério, julgando pela forma como Elon Musk tuitou na manhã de sexta-feira (9).

Foguete da SpaceX explodiu na base de lançamento e destruiu um satélite
Dona do satélite destruído com o foguete da SpaceX quer US$ 50 milhões

Pela primeira vez desde a "anomalia" absolutamente estranha (tecnicamente, a SpaceX não vai chamá-la de explosão) que incinerou o foguete e talvez uma boa parte da plataforma de lançamento do foguete em 1° de setembro, Elon Musk foi ao Twitter falar sobre o seu dia terrível:

https://twitter.com/elonmusk/status/774150065166229504

Ainda trabalhando na investigação da bola de fogo da Falcon. Está se tornando a falha mais difícil e complexa que tivemos em 14 anos.

https://twitter.com/elonmusk/status/774150289314029568

Importante notar que isso aconteceu durante uma operação de rotina. Os motores não estavam ligados e não havia fonte aparente de calor.

https://twitter.com/elonmusk/status/774152037927792640

Suporte e conselhos da NASA, FAA, AFPAA & outros muito bem vindos. Por favor, enviar gravações do evento para report@spacex.com.

Os tuítes de hoje são as primeiras novas informações que temos da explosão desde um comunicado emitido pela SpaceX na semana passada. A SpaceX ainda não disse quanto a plataforma de lançamento foi danificada, ou como o desastre da semana passada vai impactar em seus planos de lançamentos governamentais e comerciais.

Uma coisa, no entanto, parece clara: a SpaceX precisa descobrir o que foi que aconteceu antes de recuperar a confiança do resto do mundo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Por que não conseguimos prever sempre quando um asteroide está se aproximando da Terra?


Astrônomos descobriram um novo asteroide — bem quando ele passava a um décimo da distância entre a Lua e nós. É a segunda vez que isso acontece em duas semanas. O que fizemos para irritar vocês, caros deuses espaciais?

Este asteroide mais recente, o 2016 RBI, era ao mesmo tempo um pouco menor e passou um pouco mais próximo de nós que o QA 2016, um outro asteroide que “raspou” nosso planeta no fim de agosto. Ainda assim, suas características são bem similares. A medida do 2016 RB1 é algo entre 8 metros e 15 metros e passou a uma distância de 40 mil km da gente ontem. O 2016 QAS2 estava há cerca de 80 mil km da gente e media cerca de 15 metros.


Apesar das aproximações, nenhum dos dois asteroides estava no caminho para atingir a Terra. Ainda assim, só o fato de eles passarem tão próximos — e nós não tínhamos nem ideia deles até se aproximarem tanto — é surpreendente.



Parte disso ocorre por causa de um problema espacial clássico: o espaço é muito grande e é fácil não perceber que coisas estão próximas de chegarem próximo à nossa órbita. O outro problema é que fica cada vez mais difícil prever o que asteroides vão fazer ao se aproximar de nós, por causa de um curioso efeito de aproximação do Sol no caminho dos asteroides.



Os asteroides giram conforme eles se aproximam do Sol, fazendo com que o lado mais próximo do astro-rei seja aquecido. Este calor pode, então, empurrar o asteroide a quilômetros de um caminho esquisito que é bem difícil de prever.

Na noite desta quinta (8), a NASA vai lançar sua primeira missão para capturar vestígios de um outro asteroide que está próximo de nosso planeta, no caso o Bennu. Mas eles também têm a esperança de que a viagem ajudará a dar uma melhor ideia de como estes empurrões provocados pelo Sol, chamados de efeito Yarkovsky, funcionam. Se eles conseguirem, nós poderíamos melhorar as formas de previsão de aproximação de asteroides, antes que eles se aproximem da gente.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Estudo sugere que megatsunamis teriam "esculpido" Marte

Um novo estudo sugere que Marte passou por pelo menos dois megatsunamis, num passado remoto, quando o planeta era supostamente selvagem e possuía água em abundância.


O trabalho, publicado na última quinta na revista Scientific Reports, aponta para a evidência geológica de dois tsunamis - cada um ocorrido há, aproximadamente, 3,4 bilhões anos, com o intervalo de poucos milhões de anos entre eles. Os pesquisadores acreditam que as ondas gigantes foram desencadeadas pelos impactos de asteroides. Vale lembrar que neste período, a vida estava apenas começando na Terra. 


Os investigadores liderados por Alexis Rodriguez, do Instituto de Ciência Planetária em Tucson, no Arizona, acreditam que os tsunamis ocorreram por causa de algumas marcas costeiras encontradas. Rodriguez e sua equipe traçaram os pontos de origem das ondas gigantes, a parir de duas crateras, de cerca de 30 quilômetros de diâmetro cada. As conclusões são baseadas em mapeamentos geológicos que podem oferecer novas pistas para a busca por vida em Marte.  




De acordo com o estudo, os tsunamis cobriram as planícies do norte do planeta, redefinindo radicalmente as bordas dos antigos mares de Marte.  



As ondas gigantes teriam em média em torno de 50 m de altura, mas poderiam atingir até 120 m (o equivalente a um prédio de 30 andares). Os dois tsunamis submergiram áreas do tamanho da França e da Alemanha juntas. 



Nem todos os cientistas concordam com o estudo. Outros pesquisadores argumentam que os indícios encontrados também podem caracterizar algum outro tipo de fenômeno antigo e não exclusivamente tsunamis. 



Fontes: Zero Hora e The Washington Post

Imagem: Amanda Carden/Shutterstock.com

sábado, 21 de maio de 2016

Nibiru pode ser visto pelo google Sky

Google Sky acaba descoberto uma área no espaço que foi anteriormente censurado, ou oculto, mostrando-nos o que parece ser o Planeta X, também conhecido como Nibiru e de acordo com estudos aprofundados, que supostamente está sendo dirigido para a terra! NASA tem sido claramente mentindo para nós, mais sobre isso abaixo! Eles poderiam estar mentindo para nós sobre outros eventos que as pessoas foram soar o alarme sobre? A resposta é SIM! Mas primeiro ...
A partir de um artigo no site da NASA  publicou:
Depois de pesquisar centenas de milhões de objetos em todo o nosso céu, Wide-field Infrared Survey Explorer da NASA (WISE) transformou-se nenhuma evidência do corpo celeste hipótese em nosso sistema solar comumente chamado de "Planeta X."
Os pesquisadores já haviam teorizado sobre a existência deste corpo celeste grande, mas invisível, suspeito de estar em algum lugar além da órbita de Plutão. Além de "Planeta X", o corpo tinha atraído outros apelidos, incluindo "Nemesis" e "Tyche".
Este estudo recente, que envolveu uma análise de dados WISE cobrindo todo o céu em luz infravermelha, não encontrou nenhum objeto do tamanho de Saturno ou maior existe a uma distância de 10.000 unidades astronômicas (UA), e nenhum objeto maior do que Júpiter existe para 26.000 au. Uma unidade astronômica é igual a 93.000 mil milhas. Terra é uma au, e Plutão cerca de 40 au, do sol.
E, dentro de 24 horas da descoberta original de volta em 1983, a mídia estava em completo silêncio! Veja aqui uma citação de um artigo publicado no Intellihub 07 de junho de 2014:
"Em novembro de 1983 IRAS da NASA descobriram um telescópio infravermelho incrivelmente enorme, enorme, que parecia ser uma estrela queima lentamente, um grande objeto, dirigido para a direita em direção ao nosso sistema solar a partir da região de Orion", declarou o Dr. Jaysen Rand, pesquisador e autor do livro  Retorno de Planeta X , em seu discurso de abertura durante a entrevista histórica, apontando como abertamente e bem anunciou a descoberta foi que dia.
No entanto, como um relógio, 24 horas mais tarde, a mídia estava em completo silêncio sobre o assunto e você não ouviu sequer um pio como protocolos de segurança nacionais foram implementados nos mais altos níveis do governo e da mídia. A partir de então, seria quase um apagão informativo completo.
"O público não revelou o nome do Planeta X, o governo fez [...] que é a primeira regra do Planeta X 101", Rand assinalou apaixonadamente. Rand, em seguida, fez menção de um 1984 US News and World Report artigo que revelou ainda uma outra pista para o que a NASA encontrou. "Eles nomearam uma  estrela anã marrom ", disse Rand.

O artigo Intellihub continua a dizer:
Zecharia Sitchin, reconhecido pesquisador e autor, afirmou que o Planeta X voa através do espaço em uma órbita altamente elíptica, aproximando-se terra do sul em uma planície angular, então slingshoting em torno da parte de trás do sol antes de sair de volta para fora do nosso sistema solar a cada 3600 -years.
Também foi dito que você só pode ver a estrela anã marrom se aproximando no horizonte de um ponto de vista do hemisfério sul terras, tornando avistar o planeta no início difícil para a maioria da população do mundo.
E, também intrigante em relação ao seu nome, Nibiru,  em uma  Wikipedia entrada em Zecheria Sitchin, ele afirma:
Segundo a interpretação de Sitchin da iconografia da Mesopotâmia e simbologia, esboçada em seu livro de 1976 O 12º Planeta e suas seqüelas, há um planeta ainda não descoberto além de Netuno que segue uma órbita muito tempo, elíptica, atingindo o sistema solar interior aproximadamente a cada 3.600 anos. Este planeta é chamado de Nibiru (embora Júpiter era o planeta associado com o deus Marduk na cosmologia babilônica). De acordo com Sitchin, Nibiru (cujo nome foi substituído por MARDUK em lendas originais pelo governante Babilônico de mesmo nome, na tentativa de cooptar a criação para si próprio, levando a uma certa confusão entre os leitores) colidiu com Tiamat catastroficamente (a deusa em o mito babilônico criação do Enuma Elish), que ele considera ser um outro planeta, uma vez localizado entre Marte e Júpiter. Esta colisão supostamente formado o planeta Terra, o cinturão de asteróides e cometas. Sitchin afirma que, quando atingido por uma das luas do planeta de Nibiru, Tiamat dividido em dois, e depois em uma segunda passagem próprio Nibiru atingiu os fragmentos quebrados e metade de Tiamat tornou-se o cinturão de asteróides. A segunda metade, atacou novamente por uma das luas de Nibiru, foi empurrado para uma nova órbita e tornou-se hoje o planeta Terra.
Poderia esta conta para as crescentes mudanças no tempo, estações, marés, atividade vulcânica, atividade tectônica e mais ... até mesmo tornados agora golpear já em junho? Como afirmei no meu vídeo recurso no início deste artigo, corpos celestes que se aproximam a atmosfera da Terra, de fato, causar mudanças significativas na atividade magnética.
Por muitos anos, os governos têm plena consciência de um corpo celeste se aproximando (aka um anão estrela marrom), bem como o seu ciclo de destruição 3,600 anos, claramente discutido em selos cilíndricos sumérios antigos, bem como outros documentos antigos.
A  Washington Post  artigo datado de 30 de dezembro de 1983, na página A1 - afirma:
Um corpo celeste possivelmente tão grande quanto o planeta gigante Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da constelação de Orion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho EUA. Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se é um planeta, um cometa gigante, um "proto-estrela" próxima que nunca got quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de sua primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma da luz lançada por suas estrelas nunca fica completamente.
"Tudo o que posso dizer é que nós não sabemos o que é," Dr. Gerry Neugebauer, cientista chefe IRAS para Jet Propulsion Laboratory da Califórnia e diretor do Observatório Palomar do Instituto de Tecnologia da Califórnia, disse em uma entrevista.

Veja também este artigo da Disovery Notícias referindo-se Nibiru como um planeta imaginário e criticando duramente aqueles que acreditam em uma coisa dessas!
A partir de um artigo emissão de uma declaração NASA foi forçada a fazer publicamente apenas algumas semanas atrás:
'Nasa não conhece nenhum asteróide ou cometa atualmente em rota de colisão com a Terra, então a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena ", disse um porta-voz da Nasa.
"Na verdade, o melhor que podemos dizer, sem objeto grande é susceptível de atingir a Terra a qualquer momento nos próximos cem anos."
E agora o Google Sky descobre uma área no espaço que foi anteriormente censurado, ou oculto, mostrando-nos o que parece ser o Planeta X, também conhecido como Nibiru:
Intellihub: Por anos especulou-se por teóricos da conspiração e alguns astrônomos que o Google Sky tinha sido censurando o que é conhecido comoPlaneta X  ou  Nibiru  da vista do público em geral online. Agora, surpreendentemente, uma faixa enorme de Google Sky que anteriormente tinha sido apagado e censurada foi feita visível pelo Google para o seu prazer.A imagem abaixo mostra o sistema como censurado pelo Google por anos. 
A partir de agora, é atualmente desconhecido por acesso irrestrito Google para o sistema planetário que foi o foco da tarde  Zecharia Sitchin  , que escreveu numerosas publicações sobre o planeta Nibiru. Na imagem abaixo, filmado em 2015, você pode ver claramente o disco alado como descrito por Sitchin e outros. É quase sobrenatural. O sistema está atualmente localizada em:  5 h 42m 21.0s 22 ° 36 '45,7
Abaixo, vou mostrar-lhe uma fotografia real do Planeta X / Nibiru e uma fotografia real do que o Google Sky acaba descoberto.
(ABOVE: Planeta X / Nibiru)
(ACIMA: O que foi revelado pelo Google Sky que anteriormente tinha sido escondido)
(ACIMA: Esta é uma fotografia das mesmas coordenadas antes da remoção do Google faixa)
INTERESSANTE SIDE NOTA
Gill Broussard do Canal Youtube, Planeta 7X , com base em seus cálculos, acredita Nibiru deve ir além da terra em 26 de março de 2016 na Páscoa. Ele também acredita que, com base em sua pesquisa em profundidade, este sempre trouxe algum grande evento bíblico! 
Aqui é o seu recurso de vídeo do seu canal! Definitivamente um deve ver! Além disso, na página dois deste artigo, há um vídeo de Paul Begley, onde ele menciona isso também.

Um resumo dos eventos do Planeta-7X

Aqui está o que Broussard afirma em sua seção "About" em seu canal no YouTube:
É Planeta-X Real & É bíblico?
Meu foco principal é o de informar os telespectadores de novas descobertas no campo da astronomia bíblica e como estas anomalias resultantes correlacionar com os registros bíblicos. Três anos de pesquisa, juntamente com modelos de software astronômicas de cada evento que tem uma sobreposição de repetição para uma profundidade e grau em que os dados validados cruz-em si foi além das expectativas! Este site contém:
1.) Uma parcela representativa das informações coletadas.
2.) Tabelas, gráficos e outros dados que justifiquem a existência de um "planeta mistério" que eu chamo de Planeta-7X (por 7 vezes o diâmetro da Terra).
3.) Há evidência muito forte indicando que é IMINENTE APARÊNCIA tempo do fim.
Não tenho a pretensão de ter todas as respostas, mas a pesquisa considerável Tenho realizado é preciso para a extensão da minha capacidade de correlacionar os dados.
Minhas descobertas e pesquisas estão abertos e disponíveis para análise no exterior

Via: beforeitsnews

Teóricos dizem há possibilidade que Nibiru colida com a Terra em 2016.

Segundo afirmações feitas por teóricos da conspiração ao site israelense Breaking Israel News, a Terra está com seus dias contados, pois uma suposta grande colisão acontecerá em 28 de setembro de 2016. E dessa vez, a história teria ficado ainda mais séria: não será um asteroide, um cometa, ou qualquer outra coisa menorzinha não... será um planeta! Se o seu palpite é Nibiru, acertou! (na verdade isso já está escrito no título da matéria...)

Portanto, segundo alguns teóricos conspiracionistas, o Planeta X destruirá a vida na Terra, para sempre! Mas será que isso é verdade?

Quem não se lembra que no ano passado, conspiracionistas também afirmaram que a Terra iria acabar em 28 de setembro de 2015? Pois é. Eles só mudaram o ano... A polêmica do ano passado foi exatamente a mesma, exceto pelo objeto que iria colidir com a Terra. Na ocasião, seria um asteroide, e não um planeta. Mais precisamente um asteroide chamado 2015 PDC.

Bom, não precisa ser nenhum gênio para ver que eles estavam errados, afinal de contas, estamos todos aqui, e nenhum asteroide aniquilou a Terra em setembro de 2015.


A Terra vai mesmo acabar em 28 de setembro de 2016?

Não. O suposto Planeta X, que teria cerca de 10 vezes a massa da Terra, ainda não foi confirmado, mas se ele realmente existir, sua órbita (apesar de haver indícios de que seja alongada) passaria bem longe do nosso planeta. Além disso, existem programas especializados na detecção de Objetos Próximos da Terra, como o NEO, por exemplo. Tudo bem que esse programa não é 100% confiável, mas é o melhor que temos, e segundo ele, não há, pelo menos no momento, qualquer objeto em rota de colisão com a Terra, muito menos um planeta.

Segundo os teóricos da conspiração, o 'nono planeta' seria exatamente aquele descrito pela antiga civilização dos Babilônios, e que teria grandes chances de colidir com a Terra de tempos em tempos.

colisão de planeta gigante com a Terra
Ilustração artística de um grande planeta colidindo com a Terra.
Créditos: Melancholia movie / Zentropa Entertainments



quinta-feira, 5 de março de 2015

EX-NASA EXPÕE PROVAS DA CHEGADA DE NIBIRU


Pattie L. Brassard, que já trabalhou para o exército dos EUAMicrosoft NASA, revelou em entrevista dada à Veritas Radio em 6 e 7 de agosto que alguns eventos catastróficos ocorrerão a partir deste mês, com ênfase no dia 23 - data dada por Rasputin como o fim do mundo.




(As informações abaixo foram retiradas da entrevista e de páginas com conteúdos referentes a Pattie L. Brassard; nada foi copiado por extenso, sem necessidade de crédito; nossas observações estarão assinaladas com [colchetes])
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Brassard revelou também alguns eventos referentes à aproximação final de Nibiru, que teria começado em março de 2011 - cujo evento principal foi o terremoto de 9 graus e consequente tsunami no Japão. O megaterremoto / tsunami japonês teria ocorrido por causa do alinhamento do gigante Nibiru com nosso Sistema Solar. Segundo os cálculos e segredos acessados pela ex-NASA, o planeta destruidor poderá ser visto a partir do fim de 2013.

"As coisas só vão piorar daqui em diante. Um evento parecido com o do Japão vai ocorrer em Seattle nos próximos dias", disse Brassard em 7 de agosto.

[quer tenha sido pura sorte ou não, um raro terremoto de 6,8 graus atingiu Seattle ontem (20 de agosto) por volta das 15h55; o último grande evento na região havia sido um terremoto de 6.5 graus, registrado em 1965]

Brassard apontou alguns acontecimentos que demonstram a preparação dos governos, principalmente o americano, para a catástrofe iminente:

"Há um motivo pelo qual se construiu o gigantesco telescópio no Atacama em tempo recorde; há um motivo pelo qual o Vaticano renovou seu poderoso telescópio às pressas, e tem uma razão por trás das sondas que enviamos para a órbita de Marte. Por este mesmo motivo é que estamos vendo um aumento na queda de meteoritos na Terra, como o gigante que atingiu Chelyabinsk em fevereiro; por isso a FEMA corre para estocar alimentos e munição e por isso também estamos construindo cidades subterrâneas em ritmo acelerado".

[cientistas espanhóis descobriram que pelo menos 20 meteoritos de tamanho médio poderão colidir com a Terra em breve]

Pattie Brassard afirma que novembro de 2013 será o pior momento da aproximação. Para ela, os planetas terão suas órbitas perturbadas (o que causaria terremotos), o campo magnético daTerra estará próximo de 0% e o planeta diminuirá sua rotação (o que também causaria terremotos).

Tudo isso não será causado apenas pelo dito "Segundo Sol", Nibiru, mas também pelo conjunto massivo de "acompanhantes" que ele traz. Este "segundo Sistema Solar" é relativamente pequeno - tem 1/10 do tamanho do Sol -, mas possui sete planetas em sua órbita, um deles é 4 vezes maior que Júpiter - podendo ser encarado como o Kachina Azul dos índios Hopi, que traria o fim do mundo em suas profecias.

"As chemtrails estão sendo espalhadas pelo céu para evitar ao máximo que possamos ver essa aproximação e as aberrações atmosféricas causadas por ela. Mas de nada vão adiantar, elas só servirão ao propósito secundário, que é envenenar parte da população para que as mortes mundiais pelo evento não sejam absurdas", afirma.

[isso explica um pouco os 5 milhões de caixões encomendados pela FEMA]

Brassard relata com veemência:

"Minhas pesquisas e informações acessadas mostram que o Sol ficará mais escuro porque as nuvens espessas desse segundo Sol começarão a cobrí-lo. Veremos raios caindo freneticamente em todos os lugares e as pessoas ficarão sem energia elétrica de uma hora para outra. E posso dizer com certeza de que nosso polo magnético mudará para o Alasca. Esse evento galático é inevitável e minhas pesquisas mostram que ele ocorreu pelo menos cinco vezes em 300 milhões de anos, e 87% da vida da Terra morreu em todas as vezes. Meu conselho é para que todos se preparem, tenham água estocada, um gerador e Gaiolas Faraday, porque a energia elétrica estará descontrolada pelo planeta.".

[eventos parecidos foram previstos por famosos videntes como Edgar Cayce, nos anos 40]
[alguns estudos apontam que as pirâmides das diversas culturas antigas pelo mundo são perfeitas Gaiolas Faraday]

A previsão mais alarmante diz respeito a um imenso terremoto que atingirá a Califórnia. "Este terremoto arruinará completamente aquela região, e talvez chegue a afundá-la no oceano", disse.

[a Califórnia é basicamente um pedaço de terra pendurado no continente norte-americano, bastando um terremoto de magnitude maior que 6 para que ela se quebre e caia na água, provocando uma enorme tsunami pacífica e um terremoto devastador, talvez o tão esperado evento de 10,5 graus que racharia a Terra ao meio]
[um terremoto gigantesco como este faria com que o monte Cumbre Vieja, nas Canárias, deslizasse para dentro do oceano - o que ocorrerá naturalmente daqui a alguns milhares de anos - e provocasse uma tsunami atlântica que engoliria boa parte da costa do Brasil apenas 6 horas após seu início]

Brassard também falou sobre o nível dos oceanos, que subirá e engolirá diversos países costeiros. Também  haverá um eclipse de três dias quando Nibiru finalmente passar na frente do Sol.

[tanto a questão dos oceanos e do eclipse já foram previstas por grandes nomes da vidência, como o brasileiro Cláudio Heckert, Edgar Cayce, e outros]
[a previsão dos 3 dias de escuridão também está na Bíblia]

Pattie Brassard também relata que o cometa ISON (que passará em frente ao Sol em novembro de 2013 e deverá ser visto da Terra com o mesmo brilho e tamanho da Lua cheia) é muito maior do que foi revelado - teria o tamanho da Austrália - e provavelmente seja um dos primeiros fragmentos trazidos por Nibiru a adentrar nosso Sistema Solar.

Ainda segundo a ex-NASANibiru e alguns de seus planetas circundantes já podem ser vistos ao lado do Sol nas primeiras horas do amanhecer.

NASA rastreia em segredo enorme objeto se aproximando da Terra

maldek-secchi-imagemSeria um corpo celeste tão grande quanto o planeta Júpiter
Os EUA (a NASA) estão rastreando EM SEGREDO um imenso objeto celeste que se aproxima do nosso sistema solar em uma órbita excêntrica, via polo sul. (o Abzu, o abismo cósmico)
A NASA instalou o South  Pole Telescope (SPT), no Polo Sul, na base Amundsen Scott dos EUA, na Antártica, um local incrível para se instalar um equipamento tão caro e sensível. 

Um corpo celeste se aproxima do nosso sistema solar, possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente tão perto da Terra que seria parte do nosso sistema solar e que foi descoberto por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS) há quase 32 anos atrás, em 1983.

Acima: O Satélite Astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS) que fez a descoberta do NOVO CORPO CELESTE em 1983.
Um Telescópio dos EUA foi criado para ser o rastreador de um novo objeto cósmico, que poderia ser um Planeta, uma Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf ) que esta entrando em nosso sistema solar pelo HEMISFÉRIO SUL celeste, perpendicular à eclíptica (eixo leste-oeste das órbitas planetárias) celeste que foi instalado na Antártica (o sul, o Abismo da Bíblia, o ABZU, comandado por Enki-Ea, o deus da cultura suméria que criou o homem no E-Din).
Jacco van der Worp – Prefácio de Masters Marshall
Quando eu comecei este site em 1999, juntamente com Jacco van der Worp, Steve Russell e Janice Manning, o nosso foco foi centrado apenas sobre as mudanças na Terra. Ao invés de centrar um debate apenas seguindo os passos das mudanças na Terra centrada no impacto provocado pela humanidade sobre a biosfera, também se optou por ver se havia uma causalidade NÃO PERCEBIDA pelo mundo. 
No final de 2000, determinou-se que havia, e isso nos levou aos nossos esforços de pesquisa atuais no que diz respeito ao astro intruso, o Planeta X, Nibiru, Nêmesis, Hercólobus, Estrela Anã Marrom (Brown Dwarf Star), ou como quiserem chamá-lo.
A pessoa-chave no conteúdo revelador deste artigo é um antigo oficial da inteligência do governo dos EUA com o nome de John Maynard. Nos dias atuais, ele é mais conhecido por seu envolvimento com o Dr. Steven Greer no Projeto Disclosure  (revelação da existência de vida extraterrestre e nosso contato com esses seres de outros sistemas estelares/planetários). 
Com relação a este artigo, a sua explicação de como  o nosso governo primeiro começou a acompanhar o Planeta X já desde 1983, quando teria sido descoberto, a sua existência está agora sendo corroborada com a instalação do Telescópio do Pólo Sul, chamado de (South Pole Telescope SPT), na fria e congelante Antártida.
No final de 2000, também tive várias conversas com John Maynard sobre o Planeta X. Na verdade, eu o provei duro o bastante. John havia trabalhado em Denver no projeto de satélite Space Imaging  para a Lockheed Martin, eu sabia que se um objeto grande e inusitado tivesse entrado no sistema solar e que estava a caminho de seu interior, o Hubble ou algum outro “pássaro” do governo dos EUA no espaço profundo provavelmente tinha tomado e registrado isso em imagens. Meu palpite era muito forte.
Então John finalmente me disse que ALGO GRANDE tinha sido fotografado pelo satélite da NASA, de sensoriamento infravermelho, o IRAS em 1983 (n.T. Significa que o círculo fechado de cientistas e o governo dos EUA já sabem disso há exatos 30 anos) e que a história de sua falha mecânica foi utilizada como uma cobertura para nada revelar ao público (lá vamos nós de novo com a teoria daconspiração…). Como ele me explicou, os dados do satélite IRAS começaram a chover, e é aí que eles descobriram o Planeta X.
Notícia publicada no jornal The Washington Post de 30 de dezembro de 1983 sobre a descoberta do corpo celeste estranho:

A seguir a tradução da notícia: Por Thomas O’Toole, publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1
“Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível.
Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. “Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

Durante uma varredura dos céus, ele se destacou como um objeto do tamanho de um polegar, pior ainda, ele estava se aproximando do Planeta Terra (do sistema solar)  VINDO PELO HEMISFÉRIO SUL (o Abismo bíblico, o ABZU sumério)
Isso era especialmente uma má notícia, porque a grande maioria dos observatórios astronômicos mais capazes do mundo estão ao norte do equador, no hemisfério Norte do Planeta, então foi  tomada a decisão de dedicar a vida útil remanescente do satélite IRAS para a observação da aproximação desse objeto.

Tamanho comparativo de uma estrela Anã Marrom (Brown Dwarf) em relação à Terra e outros corpos celestes, como o sol.
Então a América gastou enormes somas de dinheiro para implantar um enorme telescópio do Pólo Sul (SPT-South Pole Telescope), na Antártica. A instalação final do complexo é do tamanho de um mini-shopping e exigiu um esforço enorme  de transporte aéreo em aviões Hércules C-130 para o transporte de módulos pré-montados desde os EUA, passando pela Austrália e uma grande equipe para a mais desolada, inóspita, selvagem, fria e inacessível região do mundo. 
Por quê? Porque o Planeta X / Estrela Anã Marrom foi avistado pela primeira vez em 1983 e esta descoberta estimulou a elite dos E.U.A. para construir o SPT – Um rastreador espacial feito pelos EUA, (a serviço da humanidade?) para a descoberta do novo (ao menos para a nossa civilização) astro de nosso sistema solar, o Planeta X. 
Entre os investigadores independentes, como nós em YOWUSA.COM e os investigadores igualmente comprometidos com os quais os dados que nós compartilhamos, da observação do IRAS em 1983 do Planeta X / estrela Anã Marrom esse tem sido sempre um tópico quente. 
A localização do SPT, South Polar Telescope na Antártica, no Polo Sul.
Em nível privado, em que muitas vezes discutimos como a nave espacial, o satélite da NASA, IRAS que primeiro capturou imagens de infravermelho  em 1983 com o mesmo rumor. Dada a falta de comprovação oficial, como você pode publicar uma história que pode ser facilmente derrubada como um rumor? 
Mas agora temos a confirmação que nós faltava durante anos: a instalação do novo telescópio, o South Pole Telescope (SPT). Muito mais poderoso e capaz de sobreviver a nave espacial IRAS 1983 e ao Telescópio Espacial Hubble, juntos, este observatório foi criado para acompanhar a chegada do novo astro já conhecido e chamado por vários nomes diferentes (Hercólubus, Planeta X, Nêmesis, Absinto, NIBIRU, Brown Dwarf  Star,  etc…) mas que parece ser uma estrela Anã Marrom que esta se aproximando da Terra vindo da direção dos prístinos céus  da Antártida, pelo polo Sul. 
Principalmente por que a rota de entrada desse novo corpo celeste será pelo sul de nosso sistema solar, perpendicular ao eixo leste-oeste das órbitas planetárias, da eclíptica celeste. Esse novo corpo celeste será primeiro visível nos céus do hemisfério sul, pois a sua chegada ao sistema solar, esta ocorrendo pelo sul.  
Maldek
Filme de uma explosão solar, feito pela sonda STEREO da NASA, no dia 28 de novembro de 2013, que revelou a existência de um aparentemente imenso objeto já dentro do sistema solar.
(n.t. De fato não é o Planeta Nibiru o objeto que está sendo rastreado mas sim uma estrela Anã Marrom (Brown Dwarf Star) que esta entrando em nosso sistema solar e como consequência disso PRIMEIRO já testemunhamos um aumento significativo do fenômeno de COMETAS, METEOROS e ASTEROIDES se aproximando da Terra (alguns caindo, como visto nas visões de JOÃO, no Livro das Revelações/Apocalipse), pois esses detritos foram jogados para o interior do sistema solar quando esse novo corpo celeste adentrou o mesmo. Este fato se confirma com a queda de meteoro na Rússia EM FEVEREIRO e o aumento da aparição de cometas e quedas de meteoros em 2013 e 2014.
Por que a América iria gastar uma fortuna enorme para o transporte em módulos da massa de equipamentos com esta instalação enorme do telescópio em aviões C-130 de transporte aéreo desde os EUA, passando pela Austrália, para a mais desolada, inóspita, selvagem, fria e inacessível região do mundo para acompanhar esta entrada do corpo celeste? 

O telescópio dos EUA instalado no pólo sul. CRÉDITO: National Science Foundation:
Porque este é o lugar onde os astrônomos irão encontrar e rastrear o seu momento final de aproximação e isso é uma boa notícia. A resultante do espectro de multi observações poderá traduzir-se em dados para se salvar muitas vidas. Veremos !